LUCUBRAÇÕES A RESPEITO DO ÓCIO

Em circunstâncias raras, desvio do itinerário que me conduz ao escritório e decido assistir a um filme em plena sessão da tarde. Cinema é antes de tudo, arte - a sétima, dizem -, no entanto, um segmento artístico inseparavelmente ligado ao entretenimento. Mas pensa que a diversão nesta conjuntura é saudável e relaxadora? Qual o quê! Em diversos instantes da sessão o pensamento é incitado por conflitos existenciais como: "se os impérios babilônio, persa e romano desapareceram por causa do ócio, imagine o meu negócio, que nada tem de imperial". Nessa hora, melhor seria desconhecer a História e, livre de tensões mentais, descontrair-se com o visual da Scarlett Johansson exibido nas cenas do filme.

Na antiga cabala judaica, "o nada" - que, por analogia forçada o substituo aqui por "fazer nada" - é a verdadeira natureza divina concebida como a transcendência absoluta em relação às realidades do mundo. Nos dias atuais, leia-se: livrar-se do congestionamento do trânsito, dos impostos abusivos, de conversas na cama sobre sexo, discutir a relação, aturar políticos corruptos, tentativas de "conversar" com um software da companhia telefônica, dentre outros dissabores. Espertos, esses hebreus, hein? Mas eles estavam certos, o que precisamos, hoje, é de um pouco mais de filosofia. Acaso o amigo leitor conhece algum filósofo com estresse? Nem precisa responder, por antecipação sei que a resposta é "não".

Voltemos a atenção para a vida de Nietzsche, um praticante legítimo da condição "tempo desocupado". Porque, convenhamos, se este superastro da filosofia, dia-a-dia, batesse cartão de ponto na hora da entrada e da saída do trabalho, sequer escreveria cinco por cento da sua vasta obra. Certa feita, ele disse: "quem ama o abismo, necessita de asas". Quem de nós, mortais comuns, por mais apaixonados que fôssemos por este acaso originário da ação de agentes geológicos por eras a fio, caminharia próximo da sua borda sem acessos de pavor? Ninguém, exceto os filósofos. De imediato, eles criariam um artifício semelhante ao das asas nietzschianas. Dessa maneira, passear à beira de despenhadeiros é quase tanto agradável quanto deitar-se em uma rede e refrescar-se pela ação de Sherazades movendo abanos.

Além de derrubar impérios, o ócio também revolucionou as doutrinas ideológicas. Karl Marx, nascido em uma família de classe média, também era um filósofo contumaz da prática do "não estou nem aí". Mais tarde, na vida adulta, longe da comida caseira da mamãe, meteu-se em sérios apertos financeiros, porém, superou-os, casando-se com uma mulher de família nobre, e além disso, recebia providencial auxílio financeiro do amigo Engels, o qual, ao contrário de Marx, tinha talento digno de especulador de Wall Street para amealhar dinheiro. Dessa maneira, o tempo continuou sendo dadivoso para com ele, permitindo-lhe escrever a sua obra maior, O Capital, que culminou no marxismo ou socialismo científico, a doutrina ideológica de muitos sistemas econômico-sociais. É curioso, não? Desde aquele tempo essa turma da esquerda é excelente para planejar, e péssima para administrar recursos, especialmente financeiros.

Um dos precursores da implementação deste maravilhoso status "quem, eu me preocupar?" foi o filósofo grego Epicuro, lá pelos idos do século IV a.C. Cansado de toda aquela agitação da acrópole ateniense, comprou um imenso sítio nos arredores da cidade e ali reuniu amigos, amigas e numerosos discípulos em uma comunidade. A essência da sua doutrina? O bem é o prazer. Por sinal, o slogan do lugar era "aqui reside o prazer". E a prova maior de que ele estava certo é que, além de estar ali naquela vida boa, a filosofar, conversando com colegas, apreciando aquelas belas garotas que usavam um tipo de minissaia com um nome esquisito - quitão -, ainda teve tempo de escrever mais de trezentos tratados. Se existisse rock'n'roll naquela época, este seria o paraíso perfeito.

O ócio, para alguns, é um atormentador de consciências: "dormir até mais tarde? Humm... não sei... E se o senhor Pelópidas aparecer lá no escritório justo no início da manhã? Perderei o melhor contrato do ano". Jamais esquecerei de certo operário - competente e qualificado - que trabalhou em algumas das minhas obras mais antigas. Sempre que propunha-lhe trabalhar algumas horas extras no fim de semana com o objetivo de acelerar determinada etapa do cronograma, ele respondia: "porque faria isso, arquiteto? Deixar de tomar a minha cerveja; de assistir ao futebol; e de ficar com a família? Não matei a minha mãe!" Em seguida, soltava uma risada ruidosa. Admiro caras assim. Esclareço que, caso aceitasse, ele seria remunerado conforme a legislação específica para trabalho extraordinário.
Mas é preciso despreocupar-se, pois o futuro sempre vem. Ioga? Humm... muito tedioso. Um Spa? Não, muito chique. Contrariaria os meus princípios espartanos. Psicanálise? Não, não dá. Meteriam o bedelho nas minhas produções imaginárias. Tenho pretensões a escritor, além disso, não seria justo com a minha mãe. Quer saber? Filosofia! Sim, porque não pensei nisso antes? Começarei do começo. Alguém aí me empresta um Sócrates?

83 comentários:

Dauri Batisti disse...

Maravilhoso texto. Bom ler isto agora pela manhã.

Agora, me diga uma coisa: você tem pretensões de ser um escritor? Você já é ha muito tempo, não?. Talvez você devesse dizer que tem pretensões de ganhar visibilidade.
Ai concordo, e tomara que você alcance.

Por falar em escritor, recomendo um livrinho do Georges Picard "Todo mundo devia escrever".

Um abraço.

Mai disse...

Oliver, que delícia esse texto. Mergulhei nesse oceano e, sem respiradouro, ri de me acabar com esse espírito crítico que não poupou nem a si. Você é desses escritores que viciam o leitor, até quando comenta.(risos)
Fiquei curiosa pensou tudo isto e não assistiu o filme ou...?
Fiquei aqui pensando ainda que contemplação é um troço danado de improdutivo, né. Filosofia é chão, vês, foste ao cinema e nisto olha quanta filosofia brotou.

Beijos, amigo.
P.S.
(adorei a crítica à psicanálise, vu?) Você é único e inevitável.

Manuela disse...

Amigo Oliver, quem me dera ter um pouco de "nada", trabalho tenho sempre.
Nem tenho mãos que cheguem, o ócio só é permitido para alguns, ah esqueceu o clicar no comando da televisão, muito comum nos dias de hoje.
Quanto a pensar em ser escritor, isso já é amigo, já nasceu escritor.
Desejo um bom fim de semana.
Boas escritas e bons ócios.

Manuela

Zé do Cão disse...

Adorei o texto e essa veia continua bem finada.

Tu queres um Sócrates emprestado?

Sei que não é a mesma coisa, bem longe disso.
Pela minha parte, enviava-te hoje mesmo por correio registado, o nosso 1º Ministro. Chama-se Sócrates e tem dotes especiais, finalizou o curso de Eng. ao Domingo e sem sair de casa.

Ficavas bem servido e nós ficavamos livre dele.

Um abraço

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Bom Dia, Guilherme!
Bela postagem! Parece que me identifico em certos pontos.
Não tenho muito a que me opor, salvo alguns pormenores.
Pensemos no "ócio". Um criminoso, comprovadamente perigoso (o que é questionável, mas estou supondo) numa penitenciária atolada. Em que ele pensa, já que nada tem a fazer? Em cometer crimes, a exemplo de roubar, estuprar, etc. Já pessoas mais cultivadas vão ao cinema, lêem livros, filosofam, ou seja, se cultivam mais e mais. E produzem, estão sempre produzindo. Contribuem para o seu aprimoramento como seres humanos, bem como para o aprimoramento do ambiente em que vivem. Se existissem penitenciárias-modelo como em Jabotical em todo o país, as coisas seriam um pouco melhores.
Psicanálise? Muito questionável hoje em dia. Porém, muito do que o louco e muito lúcido Nieztsche fez está na base dos fundamentos freudianos. Aliás, Freud foi um de seus discípulos. Sou da opinião de que tudo deve ser aproveitado, revisado, reformulado com vistas à renovação.
Entretenimento? Sim! O que nos restaria nesta vida se não existisse Arte?
Filosofia? Por certo! E o Guilherme sabe muito bem disso, basta ler o seu belo texto nas entrelinhas. Já um Sócrates não lhe posso emprestar, talvez Platão, que recolheu o que seu mestre falou e passou para o papel o que hoje, brilhantemente, lemos.
Beijos e Bom Fim de Semana,
Renata
PS: Tenho saudades de você, moço!

Paula Crespo disse...

Caríssimo,
Bem vista essa de praticantes legítimos da condição "tempo desocupado", como você lhes chama!! Mesmo os mais teóricos socialistas não deixam de pertencer à "esquerda caviar" ;)É o doce charme da burguesia, frase velhinha que ficou para a História, eheheh!!
Bjs

Rosamaria disse...

Oi, Guilherme
Mesmo na minha humilde profissão de dona de casa ficava com a consciência atormentada se acordasse depois das 6:30 hs da manhã. Hoje me dou ao luxo de dormir até a hora que tenho vontade, ou como diz a minha neta, dormir até os olhos abrirem. Já não tenho mais os compromissos de outrora.
Vou editar, lá no blog, um post que fiz sobre o ócio, claro que nada a ver com o teu.
Escritor já és, e dos melhores.
E...quando sai o livro?

Bom fim de semana, cosquirídia.
Bjim.

Rosamaria disse...

E aquela rede? Que vontade de ficar deitada nela só escutando o barulhinho do mar...

f@ disse...

Olá Oliver,
boa noite.

Leva o Sr 1º M Sócrates...lol... e não emprestado... oferecido... quanta filosofia ...

com esta do sócrates nem consigo abrir os olhos... até amanhã

Sempre o melhor aqui no teu espaço... adorei...

!nfinito beijinho

SAM disse...

Oliver,

Amei as Lucubrações a Respeito do ócio,


Sou totalmente a favor do ócio no melhor estilo besteirol. Inclusive com a prática do "não estou nem aí", por ser inata e tremendamente distraída mesmo. Mas quando é necessário, estou e digo presente! Afinal, é preciso.

Em relação a psicanalistas dei alta para 3! Foi divertidíssimo para mim e com certeza inesquecível para eles. Me divertir muitíssimo! Eles, não rsrs. E adoro contar as histórias do que aprontei.


Como diz o velho ditado: “ Quando o aluno estiver pronto, o mestre surgirá”. Acho que o operário foi um bom mestre!

Sócrates? Hummmm...Naquela época tudo havia se tornado eticamente arbitrário, repleto de relativismo moral e até uma ausência de considerações pelas Verdades. Diziam ser excêntrico e a qualquer lugar tinha ansiedade para um debate filosófico, Vixi! Devia ser chato! Mas o que se sabe, foi capaz de viver a vida de um cavalheiro do ócio. E como ele nunca punha a pena no papiro, tudo são registros e interpretações provenientes de Platão.. Quando o Oráculo de Delfo o anunciou como o homem mais sábio do mundo, ele reagiu dizendo a célebre frase:”se ele fosse realmente um homem sábio, seria somente porque um indivíduo verdadeiramente sábio admite que não sabe absolutamente nada.”



Interessante estes fatos:

Sócrates comparava-se a uma mosca-da-madeira, um inseto detestável que atormenta os cavalos picando seus traseiros. O cavalo movimenta seu rabo para espantar o inseto, mas ele sempre volta. Analogamente, a sociedade era o traseiro do cavalo e Sócrates era a mosca incansável. Infelizmente, a sociedade finalmente eliminou Sócrates como uma mosca.

Bom demais ler seus textos, Guilherme! Beijos e um fim de semana ocioso, na medida proporcional que deva ser seus propósitos.


PS* Sempre tirei o tédio da turma que praticava ioga...Era uma alegria!!!

Lu disse...

Pois, adorei o suas lucubrações!

Eu de minha parte, acho o ócio altamente fantástico e necessário. Ao menos para mim. Veja bem... com uma mente criativa, tenho que ficar assim parada matutando e criando, e após isso, tudo calculado coloco em prática. É o que chamam de ócio criativo. Me irrita, me chateia regras e bater ponto. Me deixa feliz essa forma de viver no ócio produtivo.

Tenho um Sócrates aqui filosofando nos meus ouvidos, desde que aprendeu falar...rss De lambuja, podem jogar RPG enquanto conjecturam. Se te serve envio por um tempo, assim ele já conhece aquelas bandas, e por um tempo me dá descanso.-;)

Beeeeijos!

Maria João disse...

Oliver

Venho desejar-te um bom fim de semana e sugerir-te que passes por:

Mimos&Selos
http://mimoseselos.blogspot.com/

Foste premiado!
Voltarei mais tarde para te ler com a atenção que tu mereces

Um beijinho

São disse...

Quer meu primeiro-ministro?! De graça, lho ofereço, rrsss

Se me der o gosto de aceitar , tem uma hortense lá em casa para colocar na lapela deste seu espaço.

Bom fim de semana, meu caro Guilherme.

neide disse...

Oi meu querido, pena não ter tempo de ler seu post agora. Pelo que vi por aqui o assunto é bom... só pra variar.. rsr.
Guilherme, ainda estou fugindo pra visitar os amigos que tanto gosto. Espero que próxima semana possa vir com mais calma.

Deixo-te um beijo e o desejo de um abençoado final de semana.

bjsss

Ellee disse...

Não há passatempo mais delicioso do que escrever,aliás esta é uma das formas mais belas de perder tempo.
Agora divagaçôes a parte e longe de qualificar-me "puxa-saco,enxuga gelo,come-espiga(?).
Amparada na quantidade de comentários deixados aqui posso arriscar que
Não há ócio mais prazeroso que ler o blog do Oliver!
Quanta engenhosidade sr.Arquiteto!!

Gata Verde disse...

Nós em Portugal, temos um que oferecemos de livre vontade,sem pedir nada em troca...acredita!!!
;))

heretico disse...

tinha a intenção de te oferecer um Sócrates, mas noto quem tens a caixa do correio repleta.

já não aguentas mais Socrátes certamente. e estás a milhas de distância...

por isso, resta-me um "carpe diem" que é o melhor que tenho à mão...

excelente. teu "filosofar"
abraço

Maria João disse...

Oliver

Pois se não fazer nada pode parecer ser a mais produtiva das decisões, querer sócrates ( o unico que nós aqui temos para dar ) não me parece lá muito acertado.
Um beijinho grande

disse...

Olá Oliver,

... é o Sumo de frutas exóticas o que escreves...

Ó c i o dos Socráticos portugueses...

1magino que não é este o teor do teu texto... mas...
só crates
é dose para matar um rinoceronte...

lol...

mto .........
bommmm teu texto. génial....

Parabéns pela sempre sublime forma de nos colar aqui...

sim o livro é urgente....

!nfinito coaxar e beijinho

com senso disse...

Um texto perfeito, como sempre e, como sempre, lido de um fôlogo só.

Esta magnifica teorização do ócio está assente no facto do homem ser o único animal que impõe a si mesmo obrigações profissionais, se desdobra em actividades, se perde com as minudências da vida e vai esquecendo o prazer... até de ter um tempinho para passar umas horinhas filosofando em grego... claro, com umas mocinhas de quitão.

Consigo viajamos por algumas das referências da filosofia... que como você bem diz se traduz, neste caso no "não estou nem aí".
Pelos comentários vindos deste lado luso do Atlântico ao ócio vejo que se junta a Lei do Menor Esforço... falando em Sócrates logo ficam pensando no actual premier português... Pelo menos, ao contrário do Filosofo o premier português não anda descalço, e toma banho... o que o ocioso e filosofico ateniense não gostava de fazer nem que a vaca tossisse!
Parabéns pelo excelente texto!
Para quando a publicação em livro destes belos pedaços de prosa?

Cristiano Contreiras disse...

Seu blog sempre intenso e reflexivo, aparece sumido!

Rafeiro Perfumado disse...

Acho que estás no bom caminho do ócio. É que deixar de ir trabalhar para assistir a uma sessão de cinema tem toda a pinta de poder destruir qualquer império!

Abraço!

Clarissa Barth disse...

Oi, amigo! Li teu texto e fiquei com inveja: quero um momendo de ócio também! A cabala está certa... e sem ócio a gente fica doido. Bendita fugidinha ao cinema! Qualquer dia preciso fazer o mesmo. Beijos!

Manuela disse...

Obrigado pela sua visita.
Desejo uma boa semana.
Por aqui com chuva e já espreita o frio, mas um pouco envergonhado.
A gripe ataca em força, mas ainda de leve em minha casa, só uns pequenos resfriados.
Abraço grande. Saúde e Sorte para si e familia.
Manuela

Menina do Rio disse...

Parafraseando Cazuza: Ideologia (na verdade, é ócio mesmo). Eu também quero uma pra viver...

Teu texto está perfeito!
beijinhos e mil perdões pela demora em vir

Teté disse...

Ui, não te vão faltar portugueses a "oferecer-te" o Sócrates nacional... :)))

Bom, gostei muito deste texto, especialmente porque é muito verdadeiro: filósofo não stressa, até porque não trabalha (patrões, horários, prazo de entrega, que é isso?!) e alguém lhe paga o sustento diário. O que não acontece com o comum dos mortais... E, como bem indicas, as suas ideologias/filosofias no papel parecem fantásticas, mas na prática têm falhas, especialmente a dois níveis - o tal financeiro e também das pessoas que depois "tentam" colocá-las em prática... à sua maneira!

Também tem graça essa da auto-incriminação, por dormir até mais tarde, por ir ao cinema em horário de trabalho, etc. Aliás, é quase um vício, tanto para os "trabalhadores" compulsivos, como para os sornas (que esses raramente mexem uma palha e também se arrependem quando o fazem, eheheh)! E sim, acho que nas sociedades modernas as pessoas deveriam ser mais equilibradas a esse nível, nem 8 nem 80. Mas não é o que acontece... ;)

Beijocas para ti!

Mariazita disse...

Meu querido Oliver
Um texto simplesmente delicioso, que, no fim, nos deixa aquele gostinho de "quero mais".
Na verdade, os que apreciam o "Dolce Fare Niente" é que têm razão... Por algum motivo se chama "dolce" :)))
Pela parte que me toca, não me canso de dizer:
"No céu esteja quem fez o descanso".

E agora, se me permite, vou descansar. Escrever tudo isto me deu uma canseira!...

Beijinhos
Mariazita

GarçaReal disse...

talvez alguém por estas bandas não só ofereça como fica feliz em ofertar um Sócrattes....

Teu filosifar será repleto de êxito. Afinal tens nas mãos o dom da escrita e em horas desse relaxe poderás dar ofertas belas em escritas sublimes.

Bom ler-te e sim....Partir para o relaxe


Bjgrande do lago

ex-controlador de tráfego aéreo disse...

Grande Guilherme,

Rapaz, se o ócio fosse o alimento do espírito não teríamos esse agradável texto e, certamente, filosofar seria impossível até mesmo ao incompreendido e injustiçado Nietzsche e, possivelmente, Sócrates teria evitado tomar sicuta.rs
A propósito, obrigado por ter lido e comentado minhas palavras.

Um abraço, sempre fraterno!!!

Carla disse...

muito bom o teu texto
mas para nós portugueses é melhor não pedires um Sócrates, porque o nosso até te pagava para o levares ;)
agora o filósofo esse não tenho nenhum disponível
beijos

intimidades disse...

hehehe

adorei

Jokas
Paula

isabel mendes ferreira disse...

diA de "ociar" aqui. nas camadas de letras extras atiradas como poeira de oiro.


sempre a saber que por aqui o tempo é uma longa indormência.


e não .... não precisa de um "socrático"_____________:)

telúrico é este a.rematar de prosa indisciplinadora. sempre.




beijo com abraço.

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Bom Dia!
Só agora despertei e moderei o seu comentário. Ontem/hj, estava quase dormindo e apagão. Acendi. Passou.
Importante é que você foi ao meu canto.
Deixo-lhe uma balada. Acho que já a conhece. O motivo? O seu comentário.
Obrigada pelo seu carinho
Beijos
Boa Semana
Renata

BALADA DO CREPÚSCULO


Eu te encontrei perdido
onde o sol se escondeu
atrás da lua que não se via
onde o vento se perdeu
Sorri e te disse: vê aquela estrela no céu?
No meio de tantas estrelas
É única, uma só, como tu e eu
Despimo-nos de preconceitos
Os corpos se tocaram por momentos
Fomos crepúsculos que se amaram
Percorreste com um beijo meus vales
E paraísos cúmplices sem igual
Trocamos olhares e sorrisos
Tu te achaste em mim,
Senti a tua mão me tocar
Tremi, enfim,
Tu redefiniste a palavra:
Amar

Mai disse...

Ô Djáxo!

Aquela rede lá em cima me matou, viu?
Ô que saudade do ócio.

Beijos, amigo.

Å®t Øf £övë disse...

Pickwick,
Pensando bem no que aqui escreveste, e que te dou toda a razão, também eu vou começar de novo. Vou tornar-me num filosofo, só me falta a garota cheia da grana, para eu iniciar a minha nova actividade.
Abraço.

O Sibarita disse...

kkkkkkkkkkkkkkkk Ô Fio, me diga uma coisa: você está chamando todos nós baianos de filósofos, é? Só pode ser! kkkkkkk Aliás, você é a única exceção, que peninha! kkkkkk

Como é que pode você sendo baiano não ser praticante do ócio? Acho que agora é que você descobriu sua genética de baiano, viveu no apagão esse tempo todo, foi? kkkkkkkkkkkk

Ao que eu saiba e como bom baiano gostamos é mesmo de uma rede, aliás, nós baianos já deveríamos nascer com uma rede nas costas, né não? Xiii nem posso lhe perguntar isso se você agora é que veio descobrir, aflorar sua baianidade? Vixe... kkkkkkk

Se a gente viesse ao mundo com a rede nas costas ia nos facilitar muito, sabe, da uma preguiça retada armar uma rede! E eu teria a certeza que você se descobriria baiano logo! Kkkkkkkk

Você por acaso já viu baiano estressado, já? Se você tem horas que se sente assim estressado, tá fugindo à regra! kkkkkkkkk

Quando vi a foto da rede em frente ao mar, pensei é, o Oliver tá curtindo de montão sua baianidade, tá ali filosofando com o mar, a migué, ao deus dará! Kkkkkkkkkkkkkkk

Ô moço, quantas obras suas foram e serão atrasadas porque o nosso bom trabalhador baiano (ai meu Deus! kkk) se picou para uma festa seja ela de largo, de carnaval, de aniversário, do pelô, do Ilê, da Chiclete, do Olodum e por ai vai... kkkkkkk E depois ele liga para o trabalho. kkk

-Aiou, aiou... Quem fala?
-Sou eu Menino!
-Ah, Solange a sequetraria do Dotô
- É sim! O que você tem, está com a voz rouca?
-Solange, o causo é o seguinte: tô numa de horror retada, cumi foi muita água ontem, foi fácil não! Tô botando os cachorros nágua! (kkkk)
-Tudo bem, mas, qual o problema?
-Soiange, o dotô tai? Oi não vá dizer a ele não, viu? Depois lhe dou um presentinho! (kkkk)
-Está!
-Deixa eu dá umas palavrinhas com ele...
-Vou passar!
-Oxente, passar? Passar o que sua menina?
-Seu Antonio, passar a ligação para o Doutor Oliver.
-Certo!
-Antonio, sou eu Oliver!
-Ô Dotô, tô maus aqui...
-O que houve Sr. Antonio?
-Oi meu Dotô, essa noite não foi fácil não, tô todo lenhado...
-Sim, mas, o que houve?
-Dotô Oliver, a comida de ontem meio dia ai me fez mal retado, passei a noite toda indo e vindo para o sanitário, chego tô com as pernas bambas com a barriga toda embrulhada...
-Tomou alguma coisa?
-Sim Dotô, milome, mano véio!
-Milome?
-Dotô, em casa de pobre só tem milome e bôdo de infusão quando o bicho pega ai já viu, né?
-Tudo bem! Então não vem hoje trabalhar?
-Não tem como Dotô! Chega tô suando frio que só o senhor vendo!
-Tudo bem seu Antonio...
- Perai, tô correndo para o sanitário de novo!
-Ok! Não precisa vir hoje...
-Obrigado Dotô Olivi e, se amanhã eu não amanhecer melhor? Não preciso telefonar, o Senhor já sabe, né?
-Tá certo!
-Obrigado meu Dotô, quando meu filho nascer o senhor vai batizar, viu? Fui...

Antonio, pensando depois da telefonema: (Vou é comer é mais goró, enrolei o Dotô direitinho! (kkkkKkkk)

Agora me diga: isso é que é filosofar, né não? Kkkkkkk

OBS: VAI EM DUAS PARTES, SAIU TÃO GRANDE QUE TIVE DE DIVIDIR, SEGUE A OUTRA LOGO ABAIXO!

O Sibarita disse...

Caro conterrâneo, imagine isso na Petrobrás, os caras já dentro do ônibus para levar ao serviço, ai passa num lugar que tem pagode e outros bichos mais, eles dizem: Motô, paraaê, o motorista para, o carro fica vazio, todo mundo abre o gás! Kkkkkkkkkkkk É mole, é? kkkkkkk

Pois é! Seu texto como sempre e sempre de maior categoria, porém, todo baiano que se preza tem vários filósofos dentro de si e, cada um deles (filósofos) com seu jeito de encarar o ócio, oi que maravilha! Kkkkkk Como não sou machista digo que toda baiana tem um santo que Deus dá para filosofar também! Ave Cristo! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Eu mesmo, tô aqui deitado na minha rede em Jauá com uma preguiça da zorra, só comentei porque é seu blog e você falou de nós baianos indiretamente, ou melhor, diretamente sem mencionar! Kkkkkk

Ai achei no direito de espantar um pouco a minha preguiça e dar o meu testemunho (Ai Seu Edir Macedo, é para testemunhar na sua igreja, é? Tá bom, vou sim! Kkkkk) de baiano retado que sou! Kkkkkkkkkkkkk


Ômôpai! Oliver me fez escrever um bocado, desculpe aê fio! kkkkkkkkkk

Um abraço desse baiano que admira muito seus escritos mesmo que para lê-los tenha que sair do ócio! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

O Sibarita

Marrie disse...

Adorei!

Muito interessante o teu texto. Realmente, as pessoas têm tido bastante dificuldade p/entregarem-se a esta prática do nada....rs
E qdo assim o fazem, suas consciências teimam em gritar e gritar as fazendo sentirem-se culpadas.
Filosofia? Muita viagem, né? Gosto de pensar, mas, demais já atrapalha. Prefiro transar! rsrs

Bom, acho q voltarei mais vezes.

Prazer em conhecê-lo....

Marrie

paula disse...

O único Sócrates que me ocorre enviar-te é o meu 1º ministro, cheio de demagogia... mas ficarias mal servido!
Gostei do teu texto, nada demagógico mas ao mmo tempo tão de encontro com aquilo que as pessoas pensam e gostam de ouvir:))
Beijinho grande!

neide disse...

Querido amigo passando novamente só pra te deixar um beijinho.

Obrigada por seu carinho e amizade.

Volto com mais calma pra te ler.

Bjsssss

Dalinha Catunda disse...

Olá Oliver,
Passar um tempo sem vir aqui é privar-me do que há de melhor.

Amei seu texto!

Eu sou bem leve, tudo aquilo que eu não posso resolver, já está resolvido.

Se tenho um monte de coisa para fazer e minha vontade é deitar e balançar numa rede, não penso duas vezes.
Não foço hoje o que posso fazer em outro dia.
Me acho um companhia super agradável por isso as vezes, ou muitas vezes adoro minha companhia.
Eu jamais derreterei meus chifres, porque realmente não esquento.
Saudades sua, um beijo carinhoso.
Dalinha

Nilson Barcelli disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nilson Barcelli disse...

Este seu texto/crónica, mais uma vez, é excelente. Sem exageros...
Ele faria furor em Portugal, pois há muita gente (cerca de 60%) ainsiosa por se ver livre do Eng.º Sócrates, nosso primeiro ministro.
Mas não se admire se um dia destes receber uma embalagem em casa com o Sócrates dentro. Se isso acontecer, foi porque ele fugiu, tal como um dia fez certo Rei às invasões francesas...
Acho que vou enveredar pela filosofia também. Essa do ócio como modo de vida começa a interessar-me seriamente.
Caro amigo, tenha um óptimo fim de semana.
Abraço.

Olhos de Mel disse...

Querido conterrâneo; eles estavam certíssimos. Nunca vimos tanto caos e tanta falta de paciência, em qualquer circunstancia. A filosofia nos ensina e pensar com clareza e assim, uma natureza pensante, dificilmente entra em desequilíbrio. Pondera mais e não traz em si, as angustias do imediatismo que tanto tira as pessoas do sério.
Bom fim de semana! Beijos

Sunshine disse...

Boa noite Oliver/Guilherme

E por falta de uns momentos de ócio, puro ócio mesmo, ainda não tinha tido o prazer de "ociar" pelas tua lucubração sobre o dito ...

Que te dizer qd tudo já foi dito ...

Apenas reforço a oferta do nosso Sócrates, se bem que pela quantidade de sugestões feitas pelos/as meus conterrâneos e pelas notícias em geral já te aparecebeste que é um presente "envenenado" ...

Uma curiosidade apenas: Qual o filme que motivou esta lucubração ... preciso saber ... posso tentar (??) retirar ao ócio para mim mesma ... ;)

Beijos ... e antes que novamente mergulhe num "não ócio" deixo o meu bom fds ....

PS: Deixe de ser tão expartano e dê uma fugidinha ao SPA. Pode não dar origem a outra lucubração, mas vai relaxar sim ... ai vai vai ...

+ 1 kiss and Let the Sunshine ...

tossan® disse...

Ser escritor? Você já é e dos bons!
belo texto! Nem tudo foi dito e você pode dizer o que quiser. Abraço

Rafael Castellar das Neves disse...

Olá Oliver,

Estou me deliciando com seu blog...gostei muito dos seus textos!!

Abraço,

Rafael

O Sibarita disse...

Xiiiiiiii... kkkkk O conterrâneo deve está no ócio, aliás, para nós baianos preguiça, sim preguiça, só curtindo o que já deveria ter começado há muito anos atrás. Se não postou mais! kkkkkkkk

Eu por exemplo estou agora como sempre é bom que se reafirme deitado numa rede olhando o céu, o mar de Jauá e as donas moças piriguetes... kkk É ruim, né?

Acontece que somos baianos, fio! kkkkkkk

abraços
O Sibarita

Nilson Barcelli disse...

Confesso que não li de novo este seu excelente texto, porque não quis correr o risco de entrar para o clube dos ociosos, que muito invejo...
Caro amigo, boa semana, abraço.

FERNANDA & POEMAS disse...

QUERIDO OLIVER, BELÍSSIMO TEXTO... LER-TE É UM PRAZER SEN IGUAL AMIGO... DESEJO-TE UMA BELA SEMANA... ABRAÇOS DE CARINHO E AMIZADE,
FERNANDINHA

Madalena disse...

:))

beijinho*

Silvana Nunes .'. disse...

Salve !
Navegando pela grande rede sem rumo com a intenção de divulgar o meu blog cheguei até você e gostei do que vi. No momento estou impedida de fazer leituras muito extensas, pois a claridade da telinha está prejudicando um pouco a minha visão, devo tomar um pouco mais de cuidado, mas em breve resolverei esse problema. Bem, já que estou aqui aproveito para convidar a conhecer
FOI DESSE JEITO QUE EU OUVI DIZER... em
http://www.silnunesprof.blogspot.com
Eu como professora e pesquisadora acredito num mundo melhor através do exercício da leitura, da reflexão e enquanto eu existir, vou lutar para que os meus ideiais não se percam. Pois o maior bem que podemos deixar para os nossos filhos é o afeto e uma boa educação. Isso faz com que ela acredite na própria capacidade, seja feliz e tenha um preparo melhor para lidar com as dificuldades da vida. Com amor, toda criança será confiante e segura como um rei, não se violentará para agradar os outros e será afinada com o próprio eixo. E se transformará num adulto bem resolvido, porque a lembrança da infância terá deixado nela a dimensão da importância que ela tem.
VAMOS TODOS JUNTOS PELA EDUCAÇÃO, NA LUTA POR UM MUNDO MELHOR !
Se achar a minha proposta coerente, siga-me nessa luta por um mundo melhor. Peço que ao responder deixar sempre o link do blog, pois vez por outra o comentário entra com o link desabilitado ou como anônimo. Por causa disso fico sem ter como responder as pessoas.Os meus comentários também entram via e-mail, pois nem sempre a minha conexão me permite abrir as páginas: moro dentro de um pedacinho da Mata Atlântica, creio que mais alto que as antenas, com isso a minha dificuldade de sinal do 3G. Espero queentenda quando não puder visitá-lo.
Daqui onde estou, os únicos sons que escuto aqui é o dos pássaros, grilos, micos., caipora, saci pererê, a pisadeira, matintapereira ... e outras personagens que vivem pela mata.
Por hoje fico por aqui, já escrevi demais. Espero nos tornarmos bons amigos.
Que a PAZ e o BEM te acompanhem sempre.
Saudações Florestais !
Silvana Nunes.'.

Mai disse...

Gosto de voltar e após ter lido, reler, ver o rostinho dos teus filhos, imaginar a vida no condado e, invariavelmente sorrir de imaginar a trabalheira que é, pensar e escrever sobre o ócio, assim como fizeste.

'Víge' Maria, 'vôti' que canseira, não Oliver?
Hoje fiquei pensando na vida do condado e o que é ócio para ti.

Beijo

Claudinha ੴ disse...

Olá Guilherme! Quanto tempo!
Bem o ócio, sempre motivo para nossa mente divagar com suas culpas. Nada de análise, nada de culpas, tudo na medida certa, na dose correta. Tudo tem seu lugar e sua hora, até um cinema no meio da tarde, que mal há? Perder uma grande conta? Pode até acontecer, mas ficar esperando por ela com a mente precisando abrir as asas não vai adiantar. Solte suas palavras , viva sua filosofia e, acima de tudo, jamais bloqueie o chamariz da criatividade.
Estou saindo agorinha de uma sala infernal para enfrentar um gerente de banco enrolado, mas antes vou passar numa padaria aqui perto e tomar um suco de laranja extremamente gelado, sorver cada gota e depois resolver meus problema.
Um beijo, ótimo voltar aqui.

Sr do Vale disse...

Muito bem meu amigo do qual posso já dizer, de longas datas, é porque essa coisa tecnológica faz esses momentos parecerem longos, pois tudo é muito rápido, e esse blog um livro de contos aberto na net, já torna-se tradicional.
Sempre terei um Socrates a mão para emprestar-lhe nos momentos em que a correria começar a tomar conta, aí quem sabe faremos como Epícuro e Diogenes, apreciaremos o ócio bem de pertinho, mas para que a perfeição seja plena, é necessário acharmos editoras enteressadas em investir em seus contos e em "marchans" interessados em obras digitais. Aí sim poderemos a sombra de uma árvore, resolver os problemas do mundo, com nossa filosofia admirativa.

Empresários e ricos de plantão, orram, corram, invistam em nós, pois estamos ávidos por filosofar.

Um grande abraço

cristinasiqueira disse...

Oi Oliver,

Li,reli e conclui:"ócio precisa sócio"
E vale quem faz da arte do nada fazer em tudo feito do nada.
Flanar por entre o nada que se movimenta frenético.Sim.Hoje descobri que existe uma teoria de que o nada não é nada pois encerra em si movimentos positivos e negativos.
Gosto de lê-lo,sabê-lo,pensá-lo...
Gosto.Você escreve bem.Gosto.

Com admiração,

Cris

Apareça.O que escrevi tem a ver com o que li aqui e em outros blogs...o ócio esta no ar.

Filoxera disse...

Despreocupar-me e, sobretudo, saber descontrair, são dois objectivos meus. Terei de me esforçar muito para atingi-los, mas a esperança não esmorece.
Um beijo.

Tio Rogs disse...

Grande Piquinique!
Olha, se for começar a filosofia, o começo é antes de sócrates. Pra mim sócrates é que cagou tudo colocando a razão como tábua de salvação. Comece pelos presocráticos, e pule para Nietzsche. Ai, como não dá pra entender porra nenhuma, procure Krishnamurti. Acho que ele diria que vc poderá procurar por tudo, mas só encontrará as respostas em si mesmo, ao menos que só queira, como todos, ócio e entretenimento.

Tio Rogs disse...

Ah, um abraço ai, irmãozinho! ;)

Å®t Øf £övë disse...

Pickwick,
Venho desejar-te um bom domingo.
Abraço.

Manuela disse...

Oliver, desejo uma boa semana.
Trabalhe menos e divirta-se mais com a família, a vida acaba depressa.
Abraço
Manuela

Olhos de Mel disse...

Querido amigo; passando, relendo e desejando uma semana maravilhosa! Beijos

. fina flor . disse...

morri de rir, adorei!!!

e adorei mais ainda o 'superastro da filosofia'.

vou te contar que depois que descobri que o superastro nunca transou na vida perdi o respeito por suas palavras, kkkkkkkkkkkkk

se ele só acredita nos deuses que dançam eu só acredito nos que transam, kkkkkkk

beijos, querido

MM.

>>> desisti de desistir.... ia fechar o fina flor, mas desisti, rs*...

Å®t Øf £övë disse...

Pickwick,
Hoje passo para te desejar uma boa semana...

:)


Abraço.

By myself disse...

Prometo vir pôr leitura em dia (ou noite, nem sei). Tenho muitas saudades dos seus maravilhosos contos. Nem me atervo a recomeçar hoje, senão não vou ter tempo de dormir.

Beijinhos e obrigada pelas visitas ao meu cantinho "abandonado"

Mariazita disse...

Estou de passagem apenas para desejar um bom fim de semana.

Vou "viajar" no fim de semana, mas deixo programado um capítulo da Anita .
Assim continuarei na companhia de todos :)))

Fica bem.

Beijinhos
Mariazita

Mai disse...

Meu ócio é compulsivo e me faz sentir vontade de ler você.
Deixo sinal de fumaça e abraço.
Bom final de semana, Oliver.

tony disse...

Ahhh, fazer nada. O 3º esporte predileto, o que faz de mim um triatleta nato [já que também pedalo e corro] 8-)... Esse nada ["tão séc. XXI", como diz-se numa das girias que ainda não peguei] que voce exemplificou é algo tedioso, nada mesmo. Faz muito bem quando desocupamos da vida e nos ocupamos com nós mesmos, isso é tudo. Literalmente...

abraços!

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Olá, Guilherme!
Muito sossego neste Domingo!
Muito obrigada, amigo
Beijos
Renata

Mai disse...

Não importa quanto se demore, quando reaparece, você sempre diz e eu, simplesmente faleço de tanto que escreves.

Obrigada, novamente.

Desnuda disse...

hahahahahahahahha ando bastante profunda nesta filosofia.

Vejamos:

"A Evolução é a Lei da Vida, o Número é a Lei do Universo, a Unidade é a Lei de Deus." Pitágoras


Observei só depois do meu editorial que parei na postagem 69! O universo conspira a meu favor!?E acho que encontrei uma questão filosófica...Preciso saber mais sobre “O Calculo da Felicidade”, a matemática de Jeremy Bentham, pela qual podemos calcular o fator do prazer e da dor em uma ação antes de realizá-la. Também "Agir sempre de forma a produzir a maior quantidade de bem-estar (Princípio do bem-estar máximo)". Tudo isso, claro chupando um picolé e pesquisando a profundidade da vida em ação colocadas em prática no utilitarismo. Estudando matemática no Google, descobri que o número 69 é o único que existe cujos algarismos que compoem seu quadrado (692 = 4761) e seu cubo (693 = 328.509) formam todos os números repetição entre 0 e 9 sem. Enfim, não é apenas um mero conceito de uma determinada e muito conhecida prática.. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk



Beijos! Obrigada, Guilherme!

gabriela rocha martins disse...

não empresto ,dou.lhe .ou melhor ,envio.lhe o nosso Primeiro Ministro de muito bom grado ,com bilhete de ida sem volta.......


.
um beijo

gabriela rocha martins disse...

...e pelos vistos não fui original ... desculpa ,mas como não leio os comentários antes de o fazer o resultado foi este ... de qualquer modo ,a oferta mantém.se


excelente texto .e excelente fuga ao trabalho......


.
um beijo
( no outro lado da face )

Genny Xavier disse...

Meu mano,
suas lucubrações sobre o ócio me remetem ao tempo de ver e ouvir as histórias de alguns dos nossos tios paternos...nostalgias à parte, eles sabiam o claro sentido filosófico da condição produtiva do ócio...rsss.
Os bons textos merecem o céu eterno da literatura.
Beijo.
Genny.

sopro, vento, ventania disse...

Vim pelo título de seu espaço: "o melhor blog sobre nada", muito bom! Adorei. Mas eis que chego aqui e me surpreendo com a desenvoltura do seu texto. Como você escreve BEM! Passarei mais vezes, e tenho certeza de que me encantarei ainda mais com sua produção textual.
abs,
Cynthia

Carla disse...

dava-te o nosso Sócrates, mas acho que não ias bem servido. por isso prefiro ler o teu maravilhoso texto
beijo

Dona Sra. Urtigão disse...

Ah! Voce sumiu para escrever livros!
Mas por favor, deixe-nos com algumas amostras gratis!

bat_trash disse...

Excelente crônica, e há uma crítica a psicanálise bem pertinente!
Mas confessa: vc não precisa do ócio pra produzir um texto desses?
Beijos.

blastingcap disse...

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JOE ANT disse...

Oliver,

Sobre quem lhe empreste um "Sócrates"?

Informo que temos um aqui em Portugal que até o damos de graça, caso o prendam aí de modo a nunca mais voltar.
***
Adorei o texto!!!
Depois de umas férias bem ociosas eu merecia ler este texto.
E, como gostei, resolvi mencioná-lo no meu blogue (com o devido link evidentemente).
Continuo a reverenciar os seus textos com todo o meu ser.
O meu bem-haja por me dar o prazer de boas leituras.