UIVANDO PARA A LUA - Parte 4



Retirado para futura publicação em livro.

93 comentários:

BlueVelvet disse...

AH,é verdade que me vou deitar tarde, mas sou a PRIMEIRA!
Iac, iac, iac
Eu sabia que tinha mula sem cabeça. Tinha que ter. Era obrigatório, nesta história.
Está tão bem escrita, tão recheada de pormenores que vi tudo o que descreveu, inclusivé D. Santinha benzendo-se.
Sinhôzinho, você é o maior.
Beijinhos

bat_trash disse...

hahaha...demais!
E o lobisomem dá as caras ou não?

Bat Kiss.

bat_trash disse...

PS:Adoro os nomes de teus personagens!

PPS: Estou quase entrando na história para cravar minhas dentuças em alguém. :)

Mai disse...

Aqui aplaco essa saudade-roseana acocorada.
Mágico esse teu texto, tem sons...
Lindo!
Abraços.

Dauri Batisti disse...

Histórias de histórias que a gente sempre lê - ou ouve - com przer. Interessante também é ouvir as mesmas velhas histórias com referências da atualidade,velocidade de um quasar, maratonista queniano.

goooooood girl disse...

your blog is feel good......

Carol Barcellos disse...

Vc com essa idade já falava assim: "Essa marca na porta não resultou de um coice...?"
Ah, sim o poder, vê-se que vc gosta do poder. Mas o mais interessante é que parece saber como usá-lo da maneira mais magnética possível. Uuuuuhhh, isso é controle da mente, que perigoso!

Ansiosa pela parte 5, desejo-te um excelente fim de semana!

Beijocas doces cristalizadas!!! ;o>

ex-controlador de tráfego aéreo disse...

Oi Mr Pickwick!

O bom dos seus textos é que recordamos nosso folclore de modo leve, sem estresse, apenas sabe-se que as personagens estão lá, tentam, mas somos invencíveis. E o melhor: com testemunha!

Muito bom!

Um abraço, Guilherme!!!

tossan disse...

Vc escreve tão bem e fluente que quase acreditei. Abraço

Å®t Øf £övë disse...

Pickwick,
Não há nada como ter fé acima de tudo e qualquer coisa.
Abraço.

Mariazita disse...

A narrativa continua excelente.
Tem expressões que acho deliciosas, como, por exemplo, esta:
"água-que-passarinho-não-bebe"
Fabulosa!

Beijinhos
Mariazita

intimidades disse...

adorei o teu blog sobre nada

hehe
Jokas

Paula

Sunshine disse...

Credo Oliver!!! Tão bem descrito que parece que o "arrenegado" saltou pela tela do portátil!!!

Beijo, optimo fim-de-semana para ti.

Lu disse...

De vereda, até eu me benzi aká!
Não vou querer provar, essa água-que passarinho-não bebe daí, nem que a vaca tussa!!!

É um prazer ler essas suas narrativas, que nos reportam a costumes e convívio riquíssimo de sua região. Delicia-me essas prosas. Sempre gostei de escutar causos,obeservar culturas diferentes.

Amigo Oliver, um ótimo domingo!
Beijo!

NOVO MUNDO disse...

Amigo bela escrita de profissional adorei seu blog parabéns, tens talento. Leva jeito para escritor.
Registre seu blog se não os outros copiam.
um abraço e uma boa semana.

Dona Sra. Urtigão disse...

que bom,sinhôzinho, que trazes essas estorias para mudar as perspectivas...

Cöllyßry disse...

Oi Amigo, e esta heheheh,a Dona Santilha confirmaria né...vou daqui sempre com um sorriso...

Beijitos doces



ölhår_Îñðîscrëtö...Å ¢µ®¡ö§¡dädë

Gin e Rum disse...

Rá, eu quero saber o nome dessa água-que-passarinho-não-bebe para colocar lá no meu bar!
Ótimo, Oliver! Muito bom o conto.
Sds,
Gin.

Anônimo disse...

sempre cedo..tão cedo....para continuar a segui-lo.







não uma nem três vezes. mil. todas as vezes em que as faces da lua o inspiram.



abraço.




(piano)

Clarissa Barth disse...

A história está boa, quero ver no que vai dar... Será que viste o lobisomem também? A tua terra parece cada vez mais interessante... Beijo!

Miosotis disse...

... estória baseada nas crenças e lendas universais!

Muito bem escrita, com um sabor bem 'tradicional', nomes, situações, pormenores!

Como vais buscar esse teu jeito de contador?!
:)

Sensibilizada pelo olhar amistoso em 'fragmentos'!

Um beijo,

Teté disse...

Eh, eh, eh, essa água-que-passarinho-não-bebe está excepcional! (e sim, fui procurar a origem da expressão à net)

De algum modo, esta história recorda-me a 1ª telenovela brasileira que passou em Portugal (1977) - "Gabriela, Cravo e Canela" - que retratava um pouco dessas vivências dos coronéis das grandes roças do cacau e do café, a par da do povo que os servia e as crendices de uns e outros naquela época, que agora nos parece tão distante. Sinhôzinho tinha esse mesmo significado, embora podendo ser atribuído a pessoal mais velho, Seu estava reservado às gentes do povo...

A estória da mula-de-padre, pois, cada qual acredita no que quer acreditar, Seu Cantídio conta-a com a convicção de quem a vivenciou (resta saber se a "água" não lhe transtornou os sentidos), a esposa não hesita em concordar. Sabe-se lá porquê, mas pelos vistos prefere levar o assunto para campos místicos, com a aparição do Arrenegado...

Muito curioso mesmo este teu conto!

Beijoca e continuação de boa inspiração, que cá estarei para a parte 5! :)*

bat_trash disse...

"Foi ou não foi, Santinha?"Lembra-me daquele quadro do chico Anísio do Pantaleão: -É mentira, Terta?
-Verdade!

Um dia passou trechos de programas do chico Anísio no Canal 66.

Paula Crespo disse...

As suas personagens são giríssimas e a sua descrição ainda mais. Aguardo a continuação dos próximos capítulos.
P.S.: Um verdadeiro romance de cordel, ao bom estilo original da coisa! :)
Beijos.

vida de vidro disse...

Maravilha, Oliver. Isto está a ficar um verdadeiro conto daqueles que, nos meus tempos de menina, se contavam à lareira. E os pesadelos que originavam... :)
Sempre continuando a lê-lo. **

Filoxera disse...

Um estilo Jorge-Amado-detectivesco.
Vou continuar a seguir a história, mas de dia, sempre de dia. Para não me assustar com qualquer eventual ruído...
Beijos.

Renata Maria Parreira Cordeiro disse...

Mr. Oliver:
Publiquei no Blog Galeria sobre 3 versões cinematográficas de Romeu e Julieta: 36, 68, 96. Depois dê uma passadinha no meu outro Blog onde publico sonetos de Shakespeare e outras obras do bardo:
http://poemasscancoes.blogspot.com
Um abraço,
Renata

gabriela rocha martins disse...

...e interrompes no melhor da narrativa....


não vale!



.
um beijo
[enquanto aguardo a 5ª parte]

Å®t Øf £övë disse...

Abraço Pickwick,

.....oooO.............
....(....)....Oooo....
.....)../. ...(....)..
.....(_/.......)../...
.............. (_/....

São disse...

Como é que uma mula-sem-cabeça deita fogo pelas ventas e pela boca?! rrrssss
Não demore muito tempo, ´tá?
Beijos.

Gin e Rum disse...

Imaginei que fosse isso.
Aqui no Sul, usa-se água-que-passarinho-não-bebe para indicar qualquer bebida alcoólica.
Pelo menos, foi o que eu aprendi.
A melhor delas - por aqui - se desenterra de um buraco na sombra de chão úmido com aroma de canela ou bergamota.
Na minha opinião, é claro.
Sds,
Gin

Sunshine disse...

Bom dia Oliver!!

Seu cuidado meu enternece, o ano passado por esta altura estava entrando numa depressão bem funda na qual estive mergulhada por três longos meses, bastante dopada. A longo do ano fui conseguindo, a duras penas, sair dessa. Agora que o Natal se aproxima temo entrar novamente no mesmo embora tente contrariar a situação.

Obrigado pelo carinho sentido nas tuas palavras.

Deixo-te mil beijos natalicios para ti e para todas as familias do condado... and let de sunshine ... para que não afunde novamente na escuridão :)

PS: O triângulo das Bermudas ataca de vez enquanto ... mistériosssss da net.

Nogs disse...

eu também costumo dar uma de lobo e ponho-me a uivar para a Lua.

BeijOOO

lobices disse...

...e porque a minha Alma é pertença de um Alfa, e porque escrevo também sobre eles, aqui vai um dos meus escritos sobre a sua existência:
.........................
"...seriam cerca das 3 da madrugada quando na esquina da velha igreja daquela velha aldeia lá muito ao norte, quase a perder de vista a sua própria existência, se juntaram em silêncio 4 esbeltas mulheres de longos cabelos à solta, todas elas vestidas de branco... um branco alvo, como vestidas de noivas, sem véus nem grinaldas mas de branco... sentia-se um vento meio gélido naquele campo verde que se estendia para além das traseiras daquela velha igreja daquela velha aldeia... mas não se notou qualquer tremor de frio em nenhuma daquelas 4 esbeltas mulheres... a cor dos seus corpos roçava a cor do leite que, momentos antes haviam bebido dum mesmo canado... seus olhos negros, profundos, brilhavam quando os raios do luar daquela lua cheia lhes batiam nas faces em todo o seu fulgor... era uma lua grande, de prata, brilhando num brilho baço mas ao mesmo tempo ofuscante... deram-se as mãos umas às outras e continuaram o seu caminho... para trás ficava tão-somente um cheiro a flores... seus pés estavam nus e pareciam caminhar por sobre a erva daninha daquele campo verde... lá ao longe, um pouco mais para cima, divisava-se um morro e no cimo desse morro uma frondosa árvore, erguia os seus ramos numa espécie de posicionamento de espera e de aceitação... como que esperando por elas e pronta a abraçá-las... o silêncio era total e entre elas não se ouvia um único som... quem as visse de longe para cá daquela velha igreja daquela velha aldeia, pensaria que as 4 visões voavam ou pelo menos deslizavam... cada uma das que ficavam na ponta levava um cesto de verga coberto por pano branco de linho feito... e eis que chegaram aos pés da árvore... pousaram os 2 cestos de verga no chão e deram-se as mãos num círculo que abraçou o tronco da árvore frondosa e num misto de magia a árvore como que se baixou sobre elas como que as cobrindo num acto fálico enquanto as suas folhas roçavam os seus corpos... dos cestos, depois de terem desfeito o círculo, tiraram algo que não era visível aos olhos dos outros seres humanos e que não era possível descrever... entretanto, algures, num outro ponto daquela aldeia, deitado numa cama de doces sonhos, um homem alto, bem constituído fisicamente, com o corpo nu coberto de pelos negros, dormia e via-se que estava possuído por algum sonho de lascívio prazer, pois notava-se através da roupa da cama que o cobria que o seu sexo estava excitado e algumas gotas de suor lhe cobriam o peito forte... repentinamente, num passe de feitiço, esse "sonho" transportou-o para os pés daquela árvore frondosa onde se encontravam as 4 mulheres lindas vestidas de branco... ele olhou para ele mesmo e viu-se nu, tal como viera ao mundo e ao ver aquelas mulheres instintivamente levou as mãos numa tentativa de tapar o seu sexo erecto... a partir desse momento aquele homem entrou num espanto e seus olhos não queriam crer naquilo que estavam a ver... elas se começaram a despir e apenas tinham aquele vestido branco sobre as suas peles acetinadas cor de leite... e ele olhava... elas começaram a sorrir e os seus sorrisos eram como um convite ao sonho... daqueles cestos retiraram uns frascos que continham vários fluidos e começaram a untar os seus corpos... e ele olhava e começava a compreender o que via... elas o fizeram ver... uma se untava de mel, uma outra de untava de leite puro de ovelha uma outra de água salgada do mar e a outra de um creme que cheirava a jasmim... e ele não resistiu e o sexo se tornou novamente erecto e o seu corpo parou de tremer... aqueles corpos untados cintilavam quando os raios da lua cheia lhes batia na pele e elas continuaram com o ritual... todo o seu corpo foi untado incluindo os seios, o pescoço, as pernas,... apenas os cabelos soltos ficaram secos... então, elas se aproximaram daquele homem e se roçaram por ele de tal forma que o corpo dele ficou totalmente embebido daquela mistura de fluidos...apenas as mãos dele ficaram secas... e num acto quase que instintivo elas se deitaram no chão sobre os vestidos brancos que faziam de leito, o leito do Amor, o leito da procura do Amor, o leito da descoberta do Amor... e ele se misturou com elas e começou a possuí-las, uma a uma, e também numa mistura arbitrária de escolha... o seu corpo confundia-se agora com o corpo delas e já não existiam 4 mulheres ali... apenas existia uma única mulher onde ele se fundia numa escolha impossível... os ventres juntavam-se e os costados também... ele as tomou por detrás agarrando-se aos cabelos delas com as suas mãos possantes e puxava as cabeças delas num misto de prazer e dor, de agonia e êxtase, como se tudo se pudesse perder num só instante, numa avidez de gozo indescritível ... de repente ele sentiu os diversos odores que o cercavam e aos poucos foi deixando uma a uma até que ficou olhando aquela que cheirava a mar... e, nesse momento, algo de mágico se passou: um raio de luar atingiu-o e ele numa nova forma de sentir, viu lentamente o seu corpo transformar-se em lobo, um corpo coberto de pelo sedoso negro e brilhante ao mesmo tempo que a mulher que cheirava a mar se posicionava como fêmea do lobo... e ele a agarrou pelos cabelos puxando a sua cabeça para o seu peito e com firmeza a penetrou fundo num acto de posse total, num acto de prazer inimaginável onde a fusão foi possível tão-somente por magia... o seu corpo ofegou e o instinto animal veio ao de cima e, no mesmo momento em que lambia todo aquele mar, ele, num último uivo lancinante de prazer, espalhou sobre ela todo o fruto do seu Amor... então os corpos se misturaram e apenas se divisava um casal de lobos fazendo Amor... os seus corpos não conseguiam parar e num espasmo final ela se transformou em maresia, como que alva espuma misturada com o fluído dele... então, naquele silêncio de corpos se amando, um último uivo, não o dele mas o dela, se fez ouvir por aquela encosta abaixo, no preciso momento em que os primeiros raios de sol começavam ao longe, bem perto daquela velha igreja daquela velha aldeia, a despontar... nesse momento, o homem acordou de repente na sua cama e olhou e viu: uma mulher linda, vestida de branco, dormia profundamente ao seu lado..."

Joaquim Nogueira
(lobices)

Gerlane disse...

Lobisomem, mula-sem-cabeça, e o teu estilo a nos divertir e a reavivar o nosso folclore.


* Beijos, caro Oliver!

Jo Bittencourt disse...

O contorno folclórico, q inclui resgate lingüístico e o 'contar estórias', é relevante em quaquer tempo. E a lua agradece!

beijocas, Oliver!

Nilson Barcelli disse...

A sua narrativa é magnnífica. Parabéns.
Cada post lê-se de um fôlego.
Abraço.

Rosamaria disse...

Oliver
Estou na casa de um filho em Florianópolis, num PC do tempo do êpa e na corrida. Espero que amanhã alguém me empreste o notebook e não tenha que sair o dia todo, aí venho com calma ler teu post.
Bjim.

TCHI de Tchivinguiro disse...

O mundo da prosa numa narrativa poética que chega sempre a tempo e não se irá com o tempo.

Gosto muito.

Beijinhos, picK

FERNANDA & POEMAS disse...

Olá querido Oliver, belíssimo texto... Com aquela qualidade de que é apanágio o teu blogue Amigo!!!
Beijinhos de carinho e ternura,
Fernandinha

Rafeiro Perfumado disse...

Como é que a mula sem cabeça conseguirá respirar?

Abraço!

Etelvina de Oliveira disse...

Olá, Oliver

likei seu blog no meu para assutar meus amigos com seus textos. kkkkk

Parabéns, adoro tudo aqui,


beijos

Cleo disse...

Oi Oliver, fiquei feliz com tua visita. Ontem à noite estive aqui, li a continuação, adorei a D. Santinha, e quando fui deixar o recado meu pc trancou, a internet saiu fora e não consegui mais voltar.(será que não foi obra do "Arrenegado"? li, reli, voltei a reler, ele me trancou, hehehehe)
Sabe, que não faz muitos dias ouvi falar da tal madeira de piqui que eu nem conhecia, e que é na verdade muito resitente até a pregos, que coisa. Aí leio aqui a "tal porta de piqui".
E lendo o que escreves, lembro sempre do meu avô e das histórias da mula-sem-cabeça.

como diz a Mai no comentário bem acima, teu texto tem sons. Também concordo, uma rica sonoridade que pode nos levar a um passado que não volta mais, só nas memórias remanescentes.

Muito gostoso te ler.

Beijos de rimas prá ti.
Uma esplêndida semana.
Cleo

Vieira Calado disse...

Essas estória dos tempos dos ciclos do cacau, do ouro e do açúcar,
são sempre duma grande ternura.

Havia os coronéis, é certo, mas até esses eram muito melhores do que os de agora.

Um forte abraço-

LuzdeLua disse...

Foi ou não foi, santinha!!!
Ui que medo.
Senti-me sentada aos pés da minha avó a nos contar estas histórias lindas demais. E aqui voc~e se superou amigo.
Que venha a 5ª parte...

"Mesmo que as pessoas mudem e suas vidas se reorganizem, os amigos devem ser amigos para sempre, mesmo que não tenham nada em comum, somente compartilhar as mesmas recordações."
Vinícius de Moraes

Passando, deixo-te um abraço amigo

SAM disse...

Voltei com outro visual para comentar este post. Notei que de Desnuda estava como mula- sem- cabeça. E não sou! Embora tenha casado com um quase santo cearenso, assim assim óh com Padim Ciço.

E não sou como dna Santinha...Confirmo, não! Conto é a estória do meu jeitinho debochando e gargalhando muito do pobre santinho do meu cearenso. Ou então o amendronto ainda mais ( já disse que tenho esse prazer quase mórbido).

Mas se preciso for, pego água benta, faço o terço, esconjuro e o deixo tranquilo rsrs. Porque ele já viu de tudo, desde lá do sertão, bem pequenininho... E continua a ver das formas mais variadas possíveis! E de tudo! E assim, continua a nossa maravilhosa e rica tradição folclorista!


Lindo isto, Oliver! Trazer através dos seus contos este nosso Brasil cabloco, sertanejo e crioulo. É sempre uma alegria te ler, por todos estes aspectos que você resgata. Além é claro do seu estilo, e maestria. Na Bahia teve início o nosso folclore e a nossa história. Da mistura de portugueses, índios e africanos surgiu o baiano e com ele uma variedade de ritos, festas e folguedos

Grande beijo!

Carla Silva e Cunha disse...

o seu blog não é certamente sobre nada.

gosto da forma como escreve, leve e fácil de ler.

também acho o maximo alguma das expressões que utiliza

parabens

...quando houver novidades eu aviso...

beijos

carla

Tina disse...

Oi Oliver!

Gosto de teus escritos: maleáveis, cheios de contornos e vida. E ainda tem a Lua, naturalmente.

beijos e obrigada pelo carinho.

Olhos de Mel disse...

Oie lindinho! Seu conto me lembrou um dito popular que diz assim: "confirma Bartoloceu, que mente mais do que eu" rsrsrsrsrs. Amei seu conto e sua forma de escrever é demais, viu? E Santinha, heim? Antigamente era assim; a palavra valia mais que qualquer assinatura.
Adorei!
Beijos

cassamia disse...

xiça que até eu tive vontade de me benzer três vezes ahahahah

Renata Maria Parreira Cordeiro disse...

Sr. Oliver:
Publiquei o Soneto VIII de Shakespeare e uma crítica sintética do filme Southerland Tales. Vai lá para dar um forcinha.
Beijo, Renata

c valente disse...

gostei da narrativa
Saudações amigas

c valente disse...

boa narrativa
saudações amigas

maria josé quintela disse...

que delícia!




escrita escorreita e colorida!




um beijo oliver.

Noslen ed azuos disse...

Que delicia de histórias estas nossas, riquíssimas de imaginação e mistérios que digo e garanto, porque eu mesmo já vi o Saci-Pererê em umas de minhas inclusões que fiz pela mata atlântica; na verdade a natureza tem uma força incrível e quando nós homens entramos em sintonia com ela nossa imaginação cria o irreal e o irreal brinda com inebriante licor os acontecimentos além, outras dimensões.

Aguardo os próximos, abração

ns

Manuela disse...

Amigo venho convidá-lo a participar na minha inauguração do meu blog sobre o Natal, apareça e leve um presente pode levar o que mais gostar.
Beijinhos
Manuela

(mesmo que seja agnóstico participe , obrigado)

Leonor disse...

e onde nos pode levar esta lua, Oliver!!

(e eu que não me lembro do nome da novela - pantanal???) quase me sinto a ver, ouvir e sentir...

beijos, boa semana!!

Menina do Rio disse...

Te deixo um uivo!
Até lá...

Nadezhda disse...

Suas histórias são muito boas! Mostra um lado do Brasil e uma época que eu não vivi e não conheço.

;)

Gin e Rum disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Gin e Rum disse...

Saudações, gaudério amigo...

Estou achando que este causo tornar-se-á um pequeno romance, pelo desenrolar da história.

Boas histórias hein... pergunto-me como o pessoal da cidade, cosmopolitas natos, que nunca viajaram ao campo estão 'observando' tudo isso.

Eu, como um bom gaúcho dos pamapas, assino embaixo de todas essas lendas, trocando - por conta das tradições - apenas alguns nomes.

Aproveito o ensejo para informar que, devido a projetos pessoais, estou afastado do bar por umas semanas... mas sem problemas, minha sócia está tocando o 'boteco' do jeito que dá. Passo apenas para marcar presença aqui no bom e velho condado.

Um drink. Às lendas.

Rum.

Mary West disse...

Vc valoriza a cultura e a gente daki. Achu lindo isso.

Lu disse...

Olá, caro Oliver!
Sim, a fronteira não foi atingida. Mas estamos sem palavras, ao ver o sofrimento de nossos conterrâneos em meio essa catástrofre.
As encostas descem como sorvete derretido, soterrando tudo.

É isso, deves estar acompanhando, como disse no seu comentário.
Beijo!

O exterminador disse...

O ESQUADRÃO ANTI-PLÁGIO AGRADECE A SUA EXCELENTE PARTICIPAÇÃO.
Obrigado por teu valioso contributo!

SAM disse...

Ah as postagens com o mesmo tema, mas diferentes...

Já estou aqui vibrando com esta hipótese de você publicar "Aventuras e desventuras do Ciarenso e sua bela musa Desnuda". Acrescentaria só o " santinho" antes do Ciarenso e a " fera" antes da musa. Porque ele é mesmo um santinho Ciarenso .
O começo está ótimo : "Meus povos e minhas póvas eu vou contá....

Mas você que é "dotô, neto de coroné,"nascido sabido, já fez o repente da hora ali! Gostei!

Minha filha mais nova me arrasa, diz que eu não sei declamar um poema...Mas menino, depois que me casei com um legítimo cabeça chata, num encontro com Mestre Azulão que mora por estas bandas, a afinidade foi tanta entre nós, que comecei a duelar com Azulão os cordéis, e ele ficou tão empolgado e eu mais ainda em descobrir que tenho dom de recitar cordel. E a noite foi pequena pra tantos " causos".....


Beijão!

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

-Eta leitura boa...........quero a parte cinco. beijos

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

-Eta leitura boa...........quero a parte cinco. beijos

Luisa disse...

Estas tuas histórias são deliciosas: as conversas com o povo, o ouvir contar as suas lendas, as suas superstições, o respeito com que são tratados os "meninos". Faz-me lembrar muito o povo da minha terra, esse que vive ainda em aldeias escondidas e quase desertas e mantem todo esse fundo, de certo modo, religioso.

della-porther disse...

Sir Oliver

Do Condado de Salvador City, sim.
Podemos tomar um Chopp de Vinho no mais famoso Buteco deste Condado. Aonde? No bairro boêmio do Largo 2 de Julho. O Buteco? Bar do Líder. Espero-o no sábado próximo às 20:30.

Espero que aceites o convite,
Cordialmente

Lady Della Porther

isabel mendes ferreira disse...

Beijo com abraço. para o fim de semana.



até lá à quinta parte!!!!!

GarçaReal disse...

Gostei imenso do teu texto.

Tanto se escreve e se lê sobre estes assuntos que é sempre óptimo ler sobre o assunto e maravilhosamente escrito por ti.

Bom fim de semana

bjgrande do Lago

Carla disse...

benzo-me três vezes :) e aguardo a parte 5
beijos e bom fds

Lucia disse...

Oliver:

Delícia de escrita, com sabor de quero mais. Estou aqui, aguardando ansiosa pela quinta parte.
Beijos

Claudinha disse...

Mr Oliver, me lembrou tanta coisa da infância dos anos 70... Minhas tias velhas falavam: "São Bento água benta , Jesus Cristo no altar, arreda o bicho mau, deixa o filho de Deus passar"... e também um não é verdade Terta? Rsrs. Delicioso, lembrei de vários momentos com pessoas que hoje moram em minhas lembranças antigas...
Sobre sonhos e canções suaves, eu acho que você não precisa ser ensinado, basta ouvir suas interpretações...
Beijo.

Renata Maria Parreira Cordeiro disse...

Mr. Oliver:
Convido-o para ir ao meu novo Blog porque hoje, especialmente, está variadíssimo. Mas é no Poemas e Canções e não no Galeria.
http:poemasscancoes.blogspot.com

C Valente disse...

Saudações amigas

Lampejos disse...

Oliver,

Fico contentosa com tuas narrativas.

Como a ”madeira nobre, de lei” tens algo de eterno no modo de contar essas histórias.


Peço-te perdão pela migalha de comentário deixado.


(a)braços,flores,girassóis :)

Cristiana Fonseca disse...

Olá Oliver,
Belo e rico texto.
Òtimo ler-te.
Abraços,
Cris

impulsos disse...

Pickwick
Tu és um mestre contador de histórias!
É um prazer ler cada um dos teus escritos, pois entramos neles e somos absorvidos de tal modo, como se fizéssemos parte da história também... magnífico!

Beijo

Cöllyßry disse...

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....._.;_“.-._ Doce beijo


ölhår_Îñðîscrëtö...Å ¢µ®¡ö§¡dädë

Mariana disse...

Bom final de semana.
Um beijo muito bem dado.

Ana disse...

Oi amigo querido!!! O Melhor Blog Sobre Nada é tudo de bom, adoro vir aqui e ler suas estórias fantásticas, sempre com gostinho de quero mais. E esta aqui, faz pausa em algo bem interessante, que me faz lembrar a nosso povo sertanejo, do interior nordestino, não é mesmo?! Benzer-se sempre para afastar o mal... rs...
Virei sem dúvida ler a quinta parte. Tenha um final de semana de paz, amor e muitas alegrias. Beijos de luz em seu coração, é muito gostoso ler vc!!!

NOVO MUNDO disse...

Francês adorei o texto leva jeito para escritor.
Uma boa semana com saúde e dinheiro no bolso.

pin gente disse...

ó oliver então vai haver parte cinco e este diz ser o último episódio?
e volto!
um beijo
luisa

JC disse...

Estive ausente durante algum tempo. Ainda não li todos os teus textos, mas este à semelhança do que ja conheço está simplesmente maravilhoso. As frases e as expreções que usas deliciam-nos.
Voltarei para le a parte final e então farei um outro comentário.
Um abraço

LuzdeLua disse...

Oliver amigo, fui lá ver o teu jazz Carpe-Diem, simplesmente o máximo. Também em casa somos em 12 musicos. E a música corre mais do que sangue nas veias.

"Quem foi que assim nos fascinou para que tivéssemos um ar de despedida em tudo que fazemos?"

Amigo, passando para te deixar um abraço e dizer que vou ali e já volto. Algo dói aqui dentro e preciso ver o que será de perto.
Peço apenas que não esqueça meu cantinho, para que me ajude a fazer do retorno uma festa.
Deixo um beijo com carinho e a certeza de que fazes parte da minha vida.
Até a volta em breve
Beijos

f@ disse...

Mto se aprende aqui com o que escreves... sempre tão motivador que parece teres corda que nos prende às palavras...ou um outro mistério qualquer....que nos cola ao ecrã...lol...

Escuro e choque de nuvens ... os fantasmas do céu... ui ui que medo...

Beijinhos das nuvens

Cleo disse...

Caro Oliver. Então amanhã será o grande final! Estarei aqui.
Vim deixar o selinho amizade, e muitos beijos prá ti e o povo todo do Condado.

http://i418.photobucket.com/albums/pp262/Stardust_049/selos-premios/y1pUtyNdgPiDe_1ZnHyxoiLJIfJ-fWS5P_B.jpg

Miosotis disse...

... sensibilizada pelo olhar em 'fragmentos'! Sempre atento e amistoso!

Um beijo,

Rosamaria disse...

Oliver
Agora sim fui 'roubada". Hoje, às 6hs da manhã, meu cunhado ligou pra dizer que nossas casa foi arrombada (de novo). E o pior: levaram meu PC. Agora estou sem pai nem mãe, como dizem. Assim que realizar meu sonho de comprar um notebook venho te visitar, mas vai lá de vez enquando dar notícias tuas, tá? Quando tiver oportunidade de acessar a internet venho aqui.
Bjim, cosquirídia.

Carla Silva e Cunha disse...

ola

tudo bem?

passei por aqui para deixar um beijo e desejar uma boa semana

carla

O Sibarita disse...

Fio, você falou em mula-sem-cabeça e lobisomem, foi? kkkk

Você quer me lenhar, é? Eu tenho um medo retado, oi, eu vou é me picar que não sou baiano burro, fuiiiiiiiii... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Como sempre 10 o texto!

abraços,
O Sibarita

Å®t Øf £övë disse...

Pickwick,
Espero e desejo que o teu Carnaval tenha sido tão divertido quanto o meu.
Abraço.