O Ente

Sexta-Feira, 09.05.2008

Retirado para futura publicação em livro.

115 comentários:

Mariana disse...

Passando pra desejar um bom fim de semana, boa noite

Carol Barcellos disse...

É diferente realmente do que sempre vejo por aqui, mas aguardo a continuação curiosa.
Beijos doces cristalizados!!! :o*

Pipilo Cazuzete disse...

Muito bom o texto, as palavras "em desuso caíram muito bem mesmo", me senti lendo algo como Drácula, ou entrevista com o vampiro. Grande texto!

BlueVelvet disse...

A esta hora, do lado de cá do Atlântico é impossível fazer um comentário à altura deste post.
Assim, embora não seja uma criatura medonha digo: Amanhã eu volto.
Beijinhos e veludinhos azuis

Nadezhda disse...

Quando começei a ler, logo ans primeiras linhas, achei que fosse ler algo como "O Castelo", do Kafka (Talvez pelo 'agrimensor'). Mas assim que fui lendo, fui lembrando muito do Poe, que eu adoro!

(Tem continuação né?)

;)

M@ri@ disse...

Ola meu doce amigo
Sem palavras estou, este texto consumio completamente a minha atenção,espero pelo resto da historia...
Meu amigo aos poucos faço uma visitinha!
É dificil ficar longe dos amigos...
Desejo te um fim de semana cheio de paz
Deixo te um beijo doce
M@ri@ (gotika)

Dauri Batisti disse...

Muito bom. Parabéns. O texto me prendeu a atenção ate o final. É claro que voltar no disse seguinte o agrimessor estava longe. Bicho bobo ao trocar a frase no final.Rs

Sérgio Luyz Rocha disse...

Meu velho, antes de tudo, deixe-me agradecê-lo pelas palavras lá na minha "trama", valeu mesmo!
Quando a leitura produz imagens (sei muito bem as feições do agrimensor, de sua esposa e do seu pobre cão, como posso imaginar as expressões doentias do "visitante" faminto)algo no universo cria vida - a comunhão entre escritor e leitor produz uma realidade em alguma dimensão que não esta a qual estamos todos acostumados. Foi o que ocorreu. Quando batizas o conto de "O ente", firmas um pacto com teu leitor - assim como a criatura que bate à porta, ele também retornará...
Parabéns!!!

Sunshine disse...

Olá Oliver.
Ainda não li, só mais tarde, com tempo, porque agora a minha garotinha quer vir jogar.

Deixo um beijo e volto mais logo.

PS: Não é uma despedida apenas uma relexão. :)

Beto Matos disse...

Alan Poe lhe faria deferências.
Texto rico, consistente, preciso, sem necessidades de precisar.
Abraço!

Disguiser disse...

Nossa, muito bom! O link com The Raven ficou super. Quando estudei esse poema de Poe fiquei caidinha pelas imagens e pela musicalidade, a estrutura é intensa, é perfeito!

Seu texto também aciona esses mecanismos em vários trechos, e ainda trabalha a temática com alguns traços de nossa cultura:
"Valha-me Nosso Senhor Jesus Cristo! É o Mofento. É a Serpente Maldita. Estamos perdidos para sempre no fogo e no enxofre da danação". hahahahaha



Oliver, adorei!

:^D

Martha Barbosa disse...

Estas tuas histórias, cada vez melhor, esta me deixou ficar um bom pedaço da tarde nela. Caro amigo escritor, fiz postagem nova, apareça lá, será sempre muito bem vindo. Um abraço
marthacorreaonline.blogspot.com

Whispers in night disse...

Ola lindo!

Obrigado pelo teu comentário deixado no Whispers.

Para mim não existe amigos virtual,existe simplesmente pessoas que eu não conheço pessoalmente.

Nao somos maquinas e fios, somos pessoas que se senta por detrás de um computador e se vai criando laços de verdadeira amizade

Nao sao muitos os blogs que visito, sao so daqueles que eu sinto carinho e amizade e que penso neles .
Por isso te chamo amigo, amigo sem rosto, sem cor, so que eu aprendi a conhecer e amar a alma

Desejo que tenhas um feliz fim de semana
Mil beijos
Rachel

Leonor disse...

Oliver, variar um pouco a temática é pouco...

mas ainda bem, ganhámos todos! Tive, de facto, a sensação de ter recuado uns tempos (muitos) atrás, a recriação do ambiente estava perfeita e fui ficando cada vez mais inquieta com o desenrolar da história. Óptimo suspense!!!

beijos, bom fim de semana

EDUARDO disse...

Poderoso!! Sem dúvida!!


Abraços

Paradoxos

Anne disse...

Nossa, deu até nervoso...rs. Mto bom o texto, mesmo sendo bem diferente do que costumo ler aqui. ficou ótimo, meu querido.

Só que agora estou com pena do cãozinho...coitadinho. Fiquei pensando no meu "Piki" e deu dó...rs. Acho que não teria coragem de entregar ele ao sacrifício, mas numa situação assim, não sobrou mta escolha.

Meeedo...rs. Adorei!!! Esse tem continuação?

Beijo-te

Claudinha disse...

Oliver! Eu fiquei com medo, meu amigo! Ainda ontem um andante estava circundando minha casa e eu tinha deixado os portões abertos. Sorte que meu "BBzinho" é um homem muito alto e chegou em casa, assustando o pobre. Mas agora fiquei pensando, será que era mesmo um mendigo?Brbrbrbrbrrrbrrr que medo , uai!
Mas, mesmo com medo, adorei! Beijos!
Feliz dia das mães para as mamães do seu condado!

Å®t Øf £övë disse...

Pickwich,
Fantástico este conto. Juro que me prendeu do principio ao fim pela cadência e realismo com que está relatado. Cheguei a ter arrepios de medo.
Abraço.

Crisfonseca disse...

Olá Oliver
Belo texto, adorei a descrição da paisagem la no inicio.., não preciso dizer, que mais uma vez minha imaginação tomou -me por completo, és um notável escritor.
Beijos,
Cris

Яoьεяτα disse...

Vc quase ganha o prêmio. A pergunta foi: De quem é essa voz?

hehehehehe

Mas tudo bem, vou considerar certo.

Яoьεяτα disse...

Amei o conto, impressionante, tô tremendo até agora.

Pensei no meu cãozinho, acho que até o "cuzaruim" do seu conto teria medo dele, rs.

Ahhh é o Framptom e não o Clapton

Яoьεяτα disse...

Tenho uma versão tb com um bluesista cego chamado Jeff Healey que tb é show. Já ouviu? Vi o clipe dele tocando e é impressionante.

Яoьεяτα disse...

Quase certeza que é Frampton. Clapton tocou ao vivo em um show depois da morte de George.

Poém, como é uma versão de álbum e tinha um outro guitarrista nas gravações agora fiquei na dúvida. Mas eu adoro Frampton

Яoьεяτα disse...

Ve se isso te tira alguma dúvida:

Vídeo

Яoьεяτα disse...

Depois vê esse aqui

Thiago Borges disse...

Viajei no tempo e me arrepiei de medo. Parece que quanto mais “palavras em desuso” são usadas, mais assustador fica o texto.
Boa variedade de temas, dos animados bailes, aos contos macabros. Só fiquei com pena do pequeno cãozinho fiel

Grande abraço

BlueVelvet disse...

Oliver,
estou impressionada até agora!
Magistral a forma como você entretece o seu texto com o de " The Raven".
"É só isto, e nada mais" "em meus umbrais" e também a sua trama se passa à noite já tarde, com frio, e a mesma cadência que deu aqui aos passos e "tenho fome" existe no "The Raven" com o "nunca mais".
Só que enquanto Poe escreve um triste poema de amor, você escreveu um conto de terror.
Terror que se alia a uma cena dantesca quando põe a personagem a trincar os ossos do pobre animal que escolheu sacrificar.
Se gostei?
Nem um pouco!
O que vem provar como você é talentoso.
Na verdade passou para mim, como leitora todo o ambiente tétrico, todo o pavor da personagem, todo o terror do conto em si.
Meu amigo, o tanto que não gostei é proporcional ao seu talento.
Se é que me entende!

Ai quem me dera agora aqui, Tio Josias com seu ar Zen ou Tio Janjão com seu humor, para acalmar os calafrios.
Beijinhos e veludinhos azuis

BlueVelvet disse...

Voltei para desejar a si e sua mãe um Feliz Dia da Mãe que hoje é aí no Brasil.
No outro comentário ficava deslocado...
GRRRRRR
Beijinhos e veludinhos

impulsos disse...

Hoje, vou-me daqui, com a alma saciada...
Adorei o texto, pois é o meu género preferido de sempre!
O horror aliado ao suspense, fazem deste tipo de leitura, uma verdadeira refeição da alma!
Obrigada.

Beijo

un dress disse...

pra já venho apanhar sol na relva ( é tão soalheira!!) olhar pra tudo isto aqui e


adorme cer ~


volto mais tarde pra ler... :)







beijO

un dress disse...

ps ainda tentei dar uma palavrinha ao tio josias mas

parece-me que é uma espécie de sísifo...de chapéu.

bem...

estarei atenta à esppera da deixa... :))

Gata Verde disse...

Puro engano amigo! Apenas adoro partilhar com os meus amigos aventureiros as minhas vivências.

Obrigada pelas suas palavras...

jorge disse...

Rapaz!...
Desse jeito vc nos deixará sempre famintos por mais visitas.

Abraços,

Jorge Elias

jorge disse...

Para vc e todos os visitantes de seu Blog, deixei um poema para as mães em meu blog.

UM ABRAÇO,

Jorge ELias

Filoxera disse...

Ai, o cão!...
Espero por um volte-face neste conto; será...?

E um bom Dia da Mãe!

Beijos.

Mary West disse...

Opa! Me pegou agoura heim? Me pegou de jeito pq de leitura macabra e misteriosa eu muito sou fã. Naum vejo a hora da postagem de outro capitulo, enquanto isso imagino todos os detalhes desta estranha criatura. :D

f@ disse...

Olá Oliver.... uffff...
por causa do fim do vicio do cigarro... eu hoje vou gritar lá para o campo e depois venho acabar de ler.... beijinhos das nuvens

Teté disse...

À medida que ia lendo o texto, ia-o associando ao "dejá vu" de outros versos, prosas e filmes: "batem leve, levemente, como quem chama por mim" (de momento não me recordo do nome do seu autor), "O Mostrengo" de Fernando Pessoa, "Os Pássaros" de Hitchcock e uma vaga memória, sim, de Edgar Alan Poe (num conto estranho, sobre ratos que comeram parte de um cadáver num celeiro).

Daí não ter ficado espantada, com o post-scriptum final...

ADOREI!!! (tenho de ler esse poema, que não conheço)

Jinhos, amigo!

BANDEIRAS disse...

Estou passando p/ te desejar um bom inicio de semana.
Bjs e volta...

Desnuda disse...

Arrrrrrrrrrrghhhhhhhhhhhhhhh...Tenho fome! Amanhã eu volto. Tomara que não me depare com o faminto. Em todo caso trarei minhas jujubas e doces. Mas se o cãozinho desse uma espiada, talvez mais dados tivesse sobre a assombrosa criatura! Pé - de - pato bangalô 3 vezes! Vou saindo de fininho, "misanfio".

Beijão, Oliver!


P.S. Voce pode ser preguiçoso para escolher o que vestir...Mas quanto ao layout do blog, tá sempre " No urtimo da moda".


Deixa o cão na porta...

~pi disse...

poe.


.ano


completamente!


o tadinho do cão tinha todas as razões para tremer!!



grande, terrífica escrita! :))



b e i j o


[ tre mente

inter mi tente : ---

un dress disse...

tre men dU


.moi aussi


[ de mão dada com ~pi .)



beijO

Grazi Sperotto disse...

Cruz credo! Primeiro quero dizer que eu acho que era um lobisomem! hehe
Mas...essa história não pára por aí né? Gostei de ler, e as palavras em desuso ficaram perfeitas, como você consegue?
Bem, você quer manter teu nome em segredo, é isso? Achava que era Oliver, juro! Mas o verdadeiro é lindo demais mesmo!
boa semana querido
bjos

vsuzano disse...

como sempre, gostei de ler...

boa semana

Carla disse...

diferente ou não estou presa à narrativa
boa semana
beijos

Maria Laura disse...

Poe foi um dos autores que eu "devorava" na minha juventude... há uns tempinhos... :)
E este conto leva-me até esse imaginário. Mas, Oliver, para a próxima vez veja se arranja um cão à dimensão do apetite da criatura... :)

FERNANDA & POEMAS disse...

Olá querido Amigo Oliver, magnifício texto, os termos que usas, em línguagem da época extrordinários... Ler-te é um enorme prazer!
Uma belíssima semana, são os meus votos...
Beijinhos de carinho,
Fernandinha

Olá!! disse...

Bem, eu adoro filmes de suspense e adorei ler esta narrativa... claro que estou aqui em pulgas para saber o que aconteceu ao pobre do canita (espero que o "ser" divida os restos do jantar com ele ;))

Beijos querido Oliver

Chama Violeta disse...

Bom dia querido amigo!!!!
Sempre o que escreves é interessante e intrigante!
Por isso gosto imenso de ler-te e fico cá a espera de uma 2º, 3º parte...Contínua sempre!!!!!
Beijinhos violeta para ti e um abraço apertado!!!

Menina do Rio disse...

Aiiiiiiii...Eu já nem voltava pra cama. Ia era arrumar as trouxas e ganhar o mundo aos primeiros raios de luz. Essa coisa ai não comia algo desde os tempos que...

Um beijo

Rosamaria disse...

Uau, que suspense!!
Tu és ótimo em qualquer estilo, Oliver! No mais, os comentários feitos já disseram.
Obrigada pela visita pelo dia das mães. Um abraço pras mães do Condado, mesmo atrasado, não consegui vir aqui antes.


E o bom humor continua.O Ridiculous agora é hilarius 1968:
http://hilarius1968.blogspot.com/search?updated-max=2008-05-07T15%3A54%3A00-07%3A00&max-results=7
Descobri no blog da Maristela, o Clínica da Palavra:
http://clinicadapalavra.blogspot.com/

Uma ótima semana, cosquirídia!
Bjim.

Krika disse...

AS suas histórias estão cada vez mais atraentes! Sempre a espera da continuação, rs.

Beijão escritor! ;)

São disse...

Estupendo, como sempre!
Não quererás colocar aqui The Raven?... Seria boa ideia, provavelmente.
Pelo menos para mim, que nunca consegui lê-lo em português.Nem noutro idioma qualquer, por mais incrivel que pareça.
Feliz semana, amigo do outro lado do mar.

Clarissa Barth disse...

Este foi de arrepiar! Desavisada, li de madrugada com a casa toda escura, todo mundo dormindo, só o mato escuro e silencioso lá fora, sem lua nem nada. Péssima idéia, quem disse que eu tinha coragem de atravessar o corredor escuro até meu quarto? Lembrei que na véspera um engradado de uvas que eu havia deixado do lado de fora da casa tinha sido todo comido por algum bicho, que chamamos "abominável", que ainda havia cuspido caroços e cascas no chão... Olha que coisa, meu amigo! Gostei do teu texto, apesar do apavoramento total.
P.S. Ei, obrigada pela visita à minha cozinha! Respondendo tua pergunta, meu nome é, sim, em homenagem àquela Clarissa. Meu pai e o irmão dela (o também escritor Luiz Fernando Veríssimo) são amigos e costumávamos passar o verão juntos na praia. Talvez eu tenha conhecido a famosa Clarissa, mas não lembro.

Cöllyßry disse...

Prendes mesmo o leitor, bom eu não ficaria lá mesmo, pena que deste lado não se faça ideia da grandeza da fazenda....ummmm

Beijito,doce

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|Cõllybry

herético disse...

a fome é coisa danada, está visto!...

(uma história de ficar com os cabelos em pé... sente-se o "bafo" da tua descrição.)

gostei. deveras!

AnaLua disse...

Cruzes, não sabia que tinha esse lado mórbido... eu particularmente gostei muito! Citando a serpente, tenho fome, e amanhã e depois e depois e depois eu volto em busca das tuas palavras, sempre tão bem escritas.

Beijos enluarados!

Sunshine disse...

Puxa Oliver, assustador mesmo....

Essa faceta de contador de histórias de horror é magnifica. Prende e deixa-nos ficar com a respiração suspensa .... uiiiiii

Tenho fome .... (essa do pequeno cão é que não gostei nada).

A cada semana uma nova surpresa, este blog sobre o nada, está "Com Tudo"

Beijos e uma boa semana para ti Oliver

isabel victor disse...

"... uma lufada de vento que serpenteou pelo interior do casebre, desprendendo um calendário com a imagem de Nossa Senhora de Fátima, antes fixada em uma das paredes do quarto."


Eu sou a Senhora do Rosário ... Fátima ...longínquo Maio, a 13
vestida de luz.

Aparecida em calendário :))



Gostei, OP

Bj*



iv

Não tente me entender... disse...

Nossa!!!

Não sei o que falar, mas gostei!

"Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil."
(Clarice Lispector)

Apareça,
Beijo doce.

Noslen ed azuos disse...

Ñ ñ ñ, mil vezes ñ...como ousa terminar o começo...com que proporção estendeste sua mão que quando quis segurar, retiro-a...pobre do cachorrinho mas a arte da escrita ñ tem dó, escrúpulos, e da tristeza ressurge o grito e o gargalhar histérico dos malucos...

Cara muito bom o que escreveu, pena achar que acabou, fazer o que.

Seria um ensaio???

Suas lembranças no Apoena o espera.
Abração

NS

gabriela r martins disse...

um outro registo que já se fazia esperar

há muito

como se do Demo pudesse

um dia

exorcizar.se o conto


ADMIRO.te


e deixo



.
um beijo
[no rescaldo ,ainda ,de uma Bienal de Poesia]

dá uma vista de olhos ,
valeu a pena

http://margensdapoesia.blogspot.com


e descobrirás alguns dos poetas portugueses contemporâneos ... também por cá esteve uma conterrânea tua - novel poeta - Denise Ferraz..., agora em terras lusas


.
um beijo

Um Momento disse...

É sempre muito bom passar por aqui:)
Parabéns!

Um grandesissimo Beijo!

(*)

* hemisfério norte disse...

nuvens carrancudas e sons barítonos na eternidade silenciosa do éter- arrenego eu.
:)
bjs
a.

http://miniminimos.blogspot.com/

Olá!! disse...

Oliver, tu és terrível e eu ando a cochilar, claro... hehe

Então a história não vai ter seguimento???? Vou imaginar que o terrível ranger de dentes foi devido ao barro da panela e que o "canita" foi devolvido no dia seguinte intacto. É tão bom acreditar em finais felizes....
Beijossssssssssssssss

Sílvio do Minimínimos disse...

Pickwick!

Achei interessante a analogia que deixaste no Minimínimos comparando a poesia e comerciais de televisão. Não nos damos conta de como a poesia nos cerca e é usada para atingir nossos sentimentos.

Sobre o teu Nada, dgio que diz Tudo!

Um abraço!

Sílvio do Minimínimos

Andreia do Flautim disse...

Olá!

Sim, tenho miopia! Acertaste!

Lyra disse...

Decididamente, ler-te é uma aventura, uma delicia, um sonho, uma viagem intemporal.

Como é bom e prazeroso ler os teus...manuscritos...

E como hoje estou muito bem disposta, quero, por isso, partilhar esta emoção deixando aqui um grande beijinho. Quero desejar-te uma excelente semana e agradecer as palavras e amizade que tens depositado no meu...caos.

Até breve!

;O)

Rodrigues Bomfim disse...

Irmão, muito bom mesmo. Li com prazer. Gosto muito deste estilo de literatura...No estilo de Edgar Alan Poe.

Abração.

Claudia Perotti disse...

Excelente!
Beijinhossssssssss

Tony disse...

Nem eu acredito que consegui tempo pra te ler! e lendo ouvindo um jazz muito bom vindo de um certo perfil no myspace, heheheh... mais uma narrativa excelente, que prende a gente. Quando comecei a ler ensaiei de ir pegar alguma coisa pra comer, mas não deu, rs.

===================================

É, a vida simples também muito me alegra. Gostei do post, e coloquei o livro pra baixar, entra "na lista" das várias coisas que tenho pra ler e estudar. Falando em vida simples, já viu / leu a revista de mesmo nome? também traz uma série de reportagens bem boas osbre isso... as pessoas andam se preocupando com o efemero e esqurcem de viver e serem basicos... também tenho um vestuario quase monocromático e amo cozinhar, mas não sou dos mais fãs de "discutir" o assunto!

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A garota do baile tinha ficado pendente pra eu ler, mas como vai pra livro só resta aguardar :)

================================

abraços!

SILÊNCIO CULPADO disse...

Oliver
Que história mais terrível. Fiquei arripiada por esse cenário de terror, pelo monstro que não se saciou com os restos do jantar e pelo final do pobre cão que, duma forma cruel, foi entregue a um destino trágico.
O que achei mesmo mais espantoso foi o calendário de Nossa Senhora de Fátima.
És um grande contador de histórias, Oliver. Aguardo a publicação do teu livro.

Abraço

Å®t Øf £övë disse...

Pickwich,
Vim deixar-te um abraço.

GAMNAA. disse...

Este é o blogue do GAMNAA.
Dê-nos sugestões!

Gratos

Rafeiro Perfumado disse...

Pois claro que não gostei! Então sacrifica-se assim o canito? Era mandar lá para fora a gaija, que mulheres de olhos esbugalhados não são de confiança! ;)

Abraço, Pickwick, texto excelente, como sempre!

Manuela disse...

Pois é o Rafeiro tem razão, também não gostei do fim.
Então o Cãozito tinha alguma culpa?
Parecia um episódio de David Linch, ou dos X Files, se assim fosse lá ia o Mulder em vez do Cãozito.
Resto de boa semana, desculpe não ter cá vindo à mais tempo mas andei muito ocupada neste fim de semana, e inscrevi-me num curso de PSP,(PaintShopPro).

Beijo

Manuela

carla granja disse...

ola meu amigo! tu és de facto um belo contador de histórias e amo todas as que leio PARABÉNS
Amigo desculpa a ausencia ,mas com 2 meses no canada e ja estando em Portugal tenho imensos trabalhos pendentes e tenho vindo pouco há net visitar o blog dos amigos.
espero cá por ti e a continuação de uma excelente semana
bjos,carla granja

Casemiro dos Plásticos disse...

espero a continuação, a história desta vez mete algum medo...
abraço e boa semana.

~pi disse...

bem, hoje só vim ver a tua foto :)

ah... e se pairavam por aqui os restos mortais ( há restos!?! )

do defundo

[ tristemente devorado...

~pi disse...

mais

defunTo...:)

Klatuu o embuçado disse...

Você tem um inegável talento para o burlesco, o sarcasmo e o pícaro, mas este pedaço de narrativa, do que li teu até agora, foi o que mais gostei!

Nota-se que aprendeu bem os códigos e os reiventou com grande mestria e inovação.

Abraço!
P. S. Passa pela Nova Águia, está mais «interessante» que nunca... estou à beira de mandar à merda certos senhores, que sofrem de neo-colonialismo de puta, género: me diz que sou grande também, Brasil, e te dou o cuzinho!

Klatuu o embuçado disse...

N (mete lá no sítio).
:)

AURORA ( LOLA ) disse...

Olá amigo Oliver.


Desculpe por só vir agora aqui mas estive 15 dias fora em trabalho esta sendo um pouco dificil vir aqui o trabalho está apertar o que é bom, mas não está me dando tempo para nada, quanto a sua historia gostei mas quanto a parte de por o cão na rua e ouvir os ossos a estalar não gostei pois isso quer dizer que o cão fui comido e isso não gostei não, tenho 3 cadelas e não gostava que ela fossem comidas.
Bom mais uma vez me desculpe pelo tempo que estive fora e as minhas ferias só começam em agosto que é quando os tribunais aqui nos dao o merecido descanço antigamente tinhamos quase 3 meses de ferias mas agora não pode ser então temos entre um mes ou um mes e meio depende dos casos que tenhamos, sem mais um grande beijo e obrigado por se ter preocupado comigo meu amigo.

Thiago Borges disse...

Tem algo para você no meu blog.

Abraço.

São disse...

Na falta de novo post, deixo abraços.

Nogs disse...

Olivier, vai lá ao meu blog Fragil Foot buscar algo que tenho para ti.


Beijinhosss

Dalinha Catunda disse...

Oliver,
Seu texto eu diria é um tanto mágico. Impossivel largá-lo no meio do caminho. Ele nos prende do começo ao SUPOSTO fim.
Parabéns! você faz a diferença.
Carinhosamente,
Dalinha Catunda

Flávia disse...

O Corvo é uma das minhas leituras obrigatórias ao menos uma vez por mês. Amo. E sabe o que o seu texto me lembrou também? O Macário, do Álvares de AZevedo. Eu não gosto da Lira dos Vinte Anos, mas o Macário, para mim, é espetacular - o melhor que já foi escrito desse gênero no Brasil.

Surpreendente mesmo o texto... me teletransportei para esse noite perdida na década de trita, e pude sentir na pele o pavor que corria pela espinha do casal... adorei.

Show.

Beijão!

Nadja Reis disse...

Muito interessante teu blog! Adorei! =)

Renata Cordeiro disse...

Adorei o nome do seu blog e, em especial esse post. Vamos trocar visitas? Vá ao meu: wwwrenatacordeiro.blogspot.com/
não tem ponto depois de www
Um abraço,
Renata Cordeiro

Martha Barbosa disse...

Querido amigo, seus textos são repletos de emoção para quem lê, repletos de surreal,repletos de um não sei o que, que nos prende do começo ao fim.Mas escritores são assim, nos fazem entrar na história, este, eu já li, agora voltei e li novamente.Adoro as palavras antigas que costumas usar, são de um charme ...
Cada vez que lemos temos a sensação de estar lendo algo novo.
Ou lemos com outros olhos.

Nadja Reis disse...

Obrigada pela visita ao meu blog!Fico feliz que tenha gostado!Volte sempre que desejar! =)

Alma Nova ® disse...

Meu caro amigo de além oceano,
o teu jeito com as letras, já demonstrado nas narrativas sobre a tua juventude, mais uma vez aqui fica provado, neste conto algo lúgubre e tétrico mas não menos bem escrito pelas tuas mãos.
Pessoalmente, prefiro as narrativas mais alegres e reais das vivências e memórias que nos fizeram gente grande de alma e coração.

TOOP disse...

Sempre com ótimas histórias... e narrativas fabulosas.
:)

*ótimo final de semana!

Mariana disse...

Olá, tudo bem com vc?
De coração, espero que sim.
Desejo a vc um final de semana feliz. Beijo

Renata Cordeiro disse...

Da minha parte, já somos amigos faz há muitíssimo tempo.
Beijo da Rê

Sunshine disse...

Olá Oliver ...

Espero poder apanhar ainda hoje a continuação da história arrepiante.

Deixo um beijinho e o espero que tenha um bom fim de semana.

Volto já, espreitando para ver se apanho lodo de início...

Renata Cordeiro disse...

É CLARO QUE É METÁFORA, BOBÃO!
BEIJOS DA RÊ
E VÊ SE NÃO VAI ENCANAR COM O BOBÃO!

Renata Cordeiro disse...

LINDINHO! DOCE!
BEIJOS AÇUCARADOS DA RÊ

maristela disse...

Poe!!!!!!Adouro! Pois vim te ler e me desculpar por ter mudado o nome do blog e não avisado. Coisa de quem tem mais de 50 e anda fugindo do alzheimer.
bj

Renata Cordeiro disse...

GOSTO MUITO DE VC. VC É UM DOS CARAS MAIS INTELIGENTES DE TODOS OS BLOGS. TENHO VC EM ALTA CONTA, LINDINHO! QUANDO DER, DOU-LHE MUITOS BEIJINHOS AÇUCARADOS,

Renata Cordeiro disse...

Boa noite, tenho que dormir cedo pois estou adoentada. A musculatura do lado direito do corpo, no tronco, está inflamada. Se vc soubesse com choro... Nem beijos açucarados fazem passar essa dor.
Tchau, beijinhos da Rê

O Sibarita disse...

É tá certo, tudo certo mesmo! kkkk

Bela narrativa, o texto flui na mesma proporção que adentramos no meandros do enredo>

Tá 10!

abraços,
O Sibarita

O Sibarita disse...

É tá certo, tudo certo mesmo! kkkk

Bela narrativa, o texto flui na mesma proporção que adentramos no meandros do enredo>

Tá 10!

abraços,
O Sibarita

maria josé quintela disse...

esta história sinistra (num registo completamente diferente) comprova o seu enorme talento para contar.


um beijo.

Paula Crespo disse...

Oliver, o contador de histórias. Presentes e passadas...
Excelente, como sempre!
Beijos!

PiresF disse...

Amigo Oliver,

Eu já tinha lido o teu conto, simplesmente não comentei por ser tarde quando o li. Hoje reli e gostei mais que na primeira leitura, mas, como sabes, a primeira impressão é que conta.
Aqui vai agora a minha opinião sincera, considerando ser a tua primeira incursão neste subgénero do fantástico: o conto gótico ou negro.

No inicio perdi a concentração. Tive de me obrigar a reler os primeiro e segundo parágrafos para os entender (refiro-me à primeira leitura). Confesso que por aqui já eram 2:30hs da madrugada, mas também acontece que do terceiro parágrafo até final a coisa «fia mais fino» e não fica a dever nada a outros bons contos que li de autores consagrados no género. Creio que o problema residiu numa narrativa algo extensa para nos situar no contexto. O final, está excelente e não tem nada que ser continuado como muito bem dizes.
Embora dentro da linha clássica dos contos de suspense (e isto não é depreciativo), é de carácter assombroso derivado justamente da surpresa, que aqui é muito bem conseguida.

Habituado que estou ao género, a pista “apertando o pequeno cão sobre o peito”, pôs-me de imediato em sobreaviso.

Alguns dos comentadores (dois, creio), referem o registo de Edgar Poe. Mas, para além do conto curto, e ter a ver com o medo para lá dos clássicos satanases, névoas ou alçapões; o medo arraigado e sentido na primeira pessoa, o teu conto corre num registo diferente que situo entre o Poe e Nathaniel Hawthorne, que não precisa fazer aparecer o motivo do horror para sabermos que está lá. Um bom exemplo é a “Casa das Sete Torres”, onde o horror está precisamente no conceito e no enredo.

Aquele abraço.

PS: Conforme diz o Klatuu e eu assino por baixo: -“Nota-se que aprendeu bem os códigos e os reiventou com grande mestria e inovação”.

Crisfonseca disse...

Olá Oliver,
Quando vc escreve que este foi retirado pra ser publicado em livro.... nossa da uma vontade enorme de ver a capa desse livro, da vontade tocar, de ler esse livro
Mal posso esoperar, srsr
Beijos
Cris

Deusa Odoya disse...

meu amigoOlivier.
lindo blog e lindo o seu texto.
estás de parabéns.
muita paz e luz em seu caminho.
beijos da nova amiga.
te aguardo no emu blog.
beijos.

Regina Coeli.

PiresF disse...

Eita, amigo, que grande noticia.

Daqui, do lado de cá do atlântico, vai uma força para que tudo corra como esperas.

Abraço.

PiresF disse...

PS: Põe na Net. Em Portugal, já existe um interessado.

PiresF disse...

Caro amigo, fiquei sem palavras (momentaneamente, claro). Ao contrário do dito, embora acertado, do Sr. Walmir, é uma honra ser merecedor de tal oferta. Nunca o disse, porque sei ser lugar comum entre bloggers: “para quando o livro?”, mas a imaginação, estilo e estética, e também o conhecimento evidenciado no que escreves, que revela muito e sério trabalho, denunciavam-no para mais tarde ou mais cedo.

Percebo que está tudo a ser feito com profissionalismo. Isso é um excelente principio para uma duradoira caminhada que, se deseja profícua nas suas diversas valências.

Grande abraço, Oliver.

Madalena Barranco disse...

Querido Oliver, deixei seu blog por último... Talvez porque seja um de meus preferidos!!! Até amanhã. Obrigada pelo comentário que fez o duende Lilás pular feliz no meio do campo de moranguinhos.

Beijos, com carinho.

Olá!! disse...

Ainda bem que guardei o rascunho :)))

É o que estou a fazer com os seus outros posts, meu amigo.

A crise é grande e quando fôr de férias vou ter tempo para ler com toda a calma do mundo estes seus escritos e outros que ando a guardar.

Beijosssssssssss e bom fim-de-semana

Nogs disse...

Fico feliz pela publicação e aidna com mais vontade de ir ao Brasil...
se por acaso aí for, caro amigo...

e já estiver publicado, como o procuro? Vai ter o mesmo nome do blog?


beijo