A GAIOLA DE FARADAY

Às vezes, desconfio de que o colégio ao qual frequentei durante parte da infância e por toda a adolescência, dissimulava em sua arquitetura austera e quase secular, uma Gaiola de Faraday1. A despeito da sua excelência no ensino, verdadeiro referencial para a região, ali, tudo se passava mais ou menos como no tempo do meu pai. Os professores, todos eles, ministravam as aulas vestidos de terno e gravata, à exceção do professor Agnísio, de saudosa memória, que ainda acrescentava a este traje convencional, um colete, de onde pendia o cordão de ouro de um legítimo, raro, e antigo Cyma de bolso.

Os livros adotados também eram parte essencial deste universo de ecos do passado, espessos e volumosos, qualificavam-se nestas categorias como verdadeiros páreos para Memórias Da Segunda Guerra Mundial, de Churchill. Tive sorte em não adquirir uma escoliose, especialmente nos três últimos anos correspondentes ao curso médio, pois carregava dia após dia, de casa para o colégio e vice-versa, livros de Física, Química e Matemática, de autoria dos Irmãos Maristas, Valdemar Saffioti e Jairo Bezerra, respectivamente. Sobre este último, além das características "padronizadas" dos demais, ou seja, espessos e volumosos, era impresso em letras miúdas e quase não havia ilustrações. Ao adquiri-lo na livraria, apesar de novo, tinha a sensação de que as suas páginas já vinham por antecipação, amareladas pelo tempo. Além disso, acredite se quiser, como complemento deste livro, ainda utilizávamos outro, a Tábua De Logaritmos, usada para calcular o logaritmo de um número em determinada base, uma criação do ano de 1614, por um matemático chamado Napier.
Morríamos de inveja dos livros de matemática, fininhos e fartos de ilustrações coloridas, dos amigos que estudavam em outros colégios. Até que um dia criamos coragem, formamos uma comissão e nos dirigimos ao mestre da disciplina: "professor Arbage, sobre este negócio de Teoria dos Conjuntos que os alunos de outros colégios estudam? Chamam de matemática moderna. Nós, também, não vamos ver isso?" Sem mudar um és-não-és da sua fisionomia zen, ele nos respondeu: "qual nada, meus filhos! Em qualquer tempo a matemática é a mesma, dois mais dois sempre serão quatro". Sem argumentos, voltamos às páginas de Jairo Bezerra e à velha Tábua de Logaritmos.

Fui aluno deste professor em todas as séries do curso colegial, portanto, tenho mais horas de demonstração de teoremas que urubu de voo. Para nós, alunos daquele lugar, não bastava saber que, num triângulo retângulo, o quadrado da hipotenusa é igual a soma dos quadrados dos catetos. Tínhamos que provar isso, analiticamente. E se não quiséssemos perder meio ponto num determinado quesito de algum exame, ao fim da demonstração de qualquer teorema ou corolário, éramos obrigados a escrever: "c.q.d.", iniciais de "como queríamos demonstrar". Assim mesmo, no plural majestático, fazendo uso da palavra "queríamos" em vez de "queria".
Se chegou até este ponto da leitura, decerto não se surpreenderá em saber da existência de censores no colégio. Também chamado de bedel - conforme a região do país - havia um para cada sala, responsável pela vigilância e manutenção da ordem nos intervalos entre aulas, especialmente na hora do recreio. Todos eram mulheres, e em sua maioria, quase velhinhas. Apesar de o apelidarmos com alcunhas vezes nada lisonjeiras, além de outras brincadeiras de gosto duvidoso, em todos estes anos, jamais soube da circunstância de que algumas destas senhoras delatassem para a diretoria algum aluno surpreendido em falta. Uma delas, chamada Dona Georgina, deu provas de possuir coração de ferro e resistência excepcional a sustos, à vista de muitas vezes aproximarmos-nos dela, por trás, silenciosamente, e numa corruptela do primeiro verso da famosa balada de Ray Charles, cantarmos, aos gritos, próximos ao seu pé-de-ouvido: "Georgina on my mind...".

Nesse tempo, tive as primeiras sensações de que as mulheres, de fato, deveriam governar o mundo, pois nunca presenciei e jamais soube de nenhuma ocorrência na qual alguma menina do colégio fizesse tais brincadeiras com aquelas simpáticas senhoras. Muito ao contrário, além de nos criticarem duramente por tais procedimentos, elas confortavam as velhinhas, e ainda ameaçavam delatar-nos para a diretora, a legendária Dona Lindaura.
De modo distinto dos alunos da maioria das outras escolas, estudávamos análise léxica e análise sintática, logo, em nome da boa linguagem, palavrões eram proibidos no interior da escola. O aluno surpreendido proferindo algum deles, era suspenso por três dias e só retornava acompanhado de pai ou mãe. Fazer tal comunicação aos pais era uma situação de perigo real e extremo, o "sentenciado" corria o risco de conversar, no céu, com James Dean. Mas, nossos volumosos e espessos livros didáticos não serviam apenas para aprendermos que F = mg, nos auxiliavam também na criação de certos códigos. Por exemplo, em atitudes de raiva, em vez de proferirmos aquela famosa tríade de palavras cuja primeira começa com "p" e a última também, dizíamos: "butadieno!"; ou, "tetra-penteno!"; ou ainda, "Sá de Miranda!". Suponho que, lá em cima, o poeta nos perdoava, enfim, ele também foi jovem um dia. Em outra situação, se quiséssemos mandar certo colega àquele lugar, buscávamos ajuda na Biologia, usávamos a seguinte cifra, dita num tom de voz bem forte: "vacúolo...", aí, dávamos uma pequena pausa, e com voz fraca, complementávamos: "...endoplasmático!" Engenhoso, não?

Muito mais do que conhecimentos do tipo sen(a + b) = sen a.cos b + sen b.cos a, tínhamos, também, numerosas lições de vida ali. E a melhor delas era o eterno aprendizado no relacionamento com garotas. De flertes a amores platônicos, afinal, um dia, todos nós, casaríamos e teríamos filhos. Nesta questão, nossos livros espessos e volumosos, aparentemente, tinham pouco a contribuir.
Dessa maneira, certo dia surpreendi-me sonhando acordado e ouvindo baladas românticas - escondido dos meus amigos do hard rock e dos primeiros timbres do heavy metal, é claro - por causa de uma garota do colégio, de nome E.S. Naquele tempo, tinha surtos de timidez, então, tornara-se uma questão existencial para mim, a de como aproximar-se de uma garota bonita. Aproximar-se até que era fácil, difícil era convencê-la a dizer "sim" às minhas intenções. No parágrafo anterior escrevi que aparentemente os livros espessos e volumosos não tinham nenhuma serventia em equacionarem romances de amor. Porém, as aparências enganam, descobri que aqueles queridos e robustos repositórios de saber também poderiam acumpliciar-se às coisas do coração.

Não demorou muito, e certa vez, após soar a campainha que sinalizava o final da última aula, enfim criei coragem e ofereci-me para carregar os livros de E.S. Resultava óbvio que na hipótese da aceitação daquele oferecimento, era tácito que o acompanharia até a sua casa. Ela fitou-me por alguns instantes com um olhar babilônio de surpresa. Minhas pernas, absolutamente fora do controle cerebral, tremiam à revelia, no tempo em que aguardava a resposta. Não sei se por virtude de algum interesse romântico, ou por comodidade em aliviar-se daquela carga digna do gigante mitológico Atlas, ela aceitou a proposta. Assim, mais carregado do que mula de garimpeiro montanhês - pois além dos meus, carregava também os livros dela - quase todos os dias o acompanhava até a sua moradia. De início, por conta da timidez, não conversávamos muito durante o trajeto, porém, satisfazia-me caminhar ao seu lado e lançar-lhe olhares de soslaio. Com o passar do tempo, sentia-me mais confortável e menos tenso em sua companhia, e até ousava, na linguagem dos tímidos, fazer insinuações à sua beleza delicada, demais outros engraçamentos singelos. Quase três meses depois, pela primeira vez adentrei o portão do jardim que frenteava a sua casa, e sob a cobertura da varanda que antecedia a entrada da residência, confessei a atração. Ela não demonstrou no semblante nenhuma surpresa, parecia que esperava que dissesse aquilo desde que Noé dera início à construção da arca anti-diluviana. Sorriu, olhou para o interior da casa com o fim de certificar-se de que ninguém nos observava, e trocamos o nosso primeiro beijo. Tímido, como deve ser o primeiro beijo dos melhores romances. Em seguida, entrou em casa, fechando a porta bem devagar, por etapas, sem que desviássemos os nossos olhares sequer por um segundo.

Saí dali nas nuvens. Dei alguns passos, iniciando o caminho de volta, quando avistei, adiante, uma lata vazia de Neston no meio da rua. Talvez por conta do calor do sol a prumo, ou pela falta de algum confidente o qual poderia compartilhar o meu estado de euforia, mirei as vistas na lata, acelerei a frequência das passadas, marchando em sua direção. Ao aproximar-me desta, apliquei-lhe um potente chute. A lata ganhou os céus tal como um Demoiselle movido por um combustível dito passion, percorrendo uma trajetória parabólica, indo cair muitos metros mais a frente. Para a minha sorte, não atingiu a cabeça de nenhum transeunte. E naquele instante, me pareceu verdadeiro o entressonho de que a trajetória de latas voadoras conspira a favor daqueles possuidores de corações pertinazes e apaixonados.

Mas, nem tudo foi um jardim de flores nesses quase três meses. Ainda no nascedouro, a notícia da minha atividade de carregador de livros de garota bonita correu pelo colégio feito rastilho de pólvora. E em tempo célere, fui objeto de ataques sucessivos de zombarias dos colegas. Numa prova de que as aulas da saudosa professora de português Teresa Ribeiro surtiam efeito, descortinaram uma coleção de sinônimos para qualificar-me: adulador, bajulador, puxa-saco, come-espiga, cortesão, quebra-faca, enxuga-gelo, escova-botas, dentre outros menos simpáticos. Mas não me importava, aquilo fazia parte do nosso código de honra zombeteiro, tinha força de lei. Além do mais, nunca desperdicei oportunidades de exercitar a minha paciência, tanto é que jamais deixei de abrir a porta de casa para atender a Testemunhas de Jeová e de igual modo não declino em ouvir preceitos daquele pessoal da Seicho-No-Ie em aeroportos.
Nessa ocasião, outro detalhe fortificou ainda mais as minhas conjeturas de que as mulheres deveriam governar o mundo. Nenhuma das garotas tomou parte nestas investidas de gracejos contra mim, antes pelo contrário, muitas delas lançavam-me olhares maliciosos e sorrisos sutis, como se intencionassem transmitir um oportuno recado: "está no rumo certo".
E é claro que, um dia após o voo da lata, ao circular de mãos dadas com E.S. pelas dependências do colégio, as zombarias cessaram por completo, tornando-as meras reminiscências da força da perseverança. Disce pati, si vincere voles.

E SE QUISER SABER MAIS sobre a Gaiola de Faraday, inclusive da sua relação com viagens no espaço-tempo, leia um bom livro de Física, de preferência, é óbvio, dos Irmãos Maristas. No mínimo, vai compreender melhor os fenômenos daquela misteriosa ilha do seriado Lost.
;o)

Nota:
1) Gaiola de Faraday. É uma blindagem eletrostática, isto é, uma superfície condutora que envolve determinada região do espaço, a qual, sob certas circunstâncias, é capaz de impedir a entrada de energias produzidas por campos elétricos e/ou eletromagnéticos. Os efeitos no interior do condutor se anulam, resultando num campo elétrico nulo.
O nome é originário de um experimento feito pelo físico inglês Michael Faraday, em 1836, para provar os efeitos desta blindagem. Um exemplo prático desta experiência é a ocorrência de tempestades de raios que atingem um avião, sem afetar os passageiros. A estrutura metálica da aeronave (o condutor) recebe a carga elétrica e a distribui de forma homogênea, de modo semelhante à Gaiola de Faraday.

73 comentários:

Nilson Barcelli disse...

O seu magnífico texto fez-me recuar no tempo. E à medida que o ia lendo, inúmeras peripécias que vivi, algo semelhantes às que citou, iam passando ao ritmo das suas.
Na altura, ninguém explicava para que serviam os complicados integrais, os incompreensíveis números imaginários e outras delirantes conjecturas matemáticas.
Mais tarde, percebi que a lógica matemática, se não for aplicada nas áreas da ciência que dela necessitam, nomeadamente para auxiliar os cálculos que impeçam o ruir técnico das coisas, também pode servir para outros fins (até para escrever...).
O seu post é ENORME, mas lê-se de um fôlego... parabéns pelo seu talento de contar tão bem uma história.
Bom fim de semana.
Abraço.

Mai disse...

Memórias boas das diabruras na escola.
Tábua de logaritmos - ô praga!!!
Tinha uma dona Georgina também mas era a zeladora, cheirava a naftalina e pó de arroz...
Agora flertes e amores platônicos quem não os teve é ruim da cabeça ou doente do pé...Mas 'quebra-facas', esta eu não conhecia.

Adorei passear neste colégio 'moderno' que só vendo.
Ainda bem que és um ser pensante, Oliver. (ou usas terno e colete e consultas a tábua de log???)

Abraços, amigo.
Lembrei muita coisa aqui.

cristinasiqueira disse...

Oi Oliver,

Que imagem linda desta lata de Neston alada .Adorei o texto e as reminiscências.
CQD,é ótimo.infinitos teoremas.

Com admiração,

Cris

Tem textos novo nos blogs

Dauri Batisti disse...

Texto muito bom. Memórias sempre dão em sabores bons para o leitor.
Você é mestre na escrita. Sempre.

Um abraço.

Iara na Janela disse...

Suas palavras correm como os rios da memória. Dentro da infância e do coração.

Xeros, menino!

São disse...

Brecht escreveu algo como: são professores, por isso deviam cultivar a criatividade e questionar-se sempre.

A memória é indispensável, mas não é tudo !

Um abraço, meu caro Oliver.

Lu disse...

Ao ler seu texto, fiquei imaginando...Roteiro de filme, sim senhor! Maravilhoso!
Caro Oliver, mesmo sendo repetitiva, tenho que dizer que és um ótimo escritor.
Não sei se apostaria, que és melhor roterista, diretor, escritor, ou arquiteto.

Beijo, caro Oliver!


P.S.:Aliás, meu texto preferido é " Corta!" Se não me engano é esse o título.

tossan® disse...

Você fez lembrar o meu tempo de colégio Marista como sofri naquela escola só de homens! Texto fantástico dá um filme viu?! Abraço

PS: Com certeza eu levaria a máquina fotográfica. Mas no fundo do bolso teria uma canetinha escondida. Mas escrever não é o meu forte.

Teté disse...

Curiosamente, não me lembro de nenhum dos autores dos livros desses tempos. E o nome dos professores só me lembro de alguns, normalmente os que mais gostava.

Não há muitos anos uma sobrinha minha dizia: "Os rapazes são uns palhaços!" E alguém lhe perguntou se ela então preferia ter aulas só de meninas. "Ah, não! Se não fossem eles, ríamos de quê?"

Mas vigilantes ainda existem nas escolas portuguesas, públicas ou privadas, embora com outras funções (não só da queixinha). Numa dessas privadas que conheço, há até um homem encarregue da disciplina escolar, podendo decidir castigos para os alunos, inclusivé a própria suspensão ou expulsão. A bem dizer parece um detective privado dentro do colégio, sendo uma personagem bastante sinistra e o "terror" de quase todos os alunos, especialmente os mais irrequietos.

De qualquer forma, é sempre uma boa lembrança esses primeiros tempos de namoro, com a timidez e algum receio de desprezo da parte do "querido/a" a fazerem das suas. Sem esse cavalheirismo (a mim ninguém me carregou os livros), arranjávamos sempre maneira de seguir juntos para casa, a pé ou de autocarro (quando chovia). Em grupos, de início, depois estreitando-se...
Gostei dessas recordações!

Beijocas, Oliver!

ps - gostava muito de matemática, mas já era da moderna... :)

ps1 - grandes filmes americanos clássicos, esses da faixa lateral! (os brasileiros não conheço, sorry!)

com senso disse...

Acho seu texto magnifico, como sempre! E me faz recordar as minhas próprias memórias de estudante durante toda a década de 60!
Faz-me também pensar em como os métodos de ensinar, de disciplinar, de relacionamento entre escola e aluno e entre adulto e adolescente se alteraram!
E creio que infelizmente não se alteraram para melhor.
Os colegios e o ensino do seu ( e do meu) tempo produziram pessoas como você, transmitiram cultura, método de estudo e disciplina interior.
Os de hoje não se se permetiriam a um jovem com capacidades equivalentes as suas, atingir o nível cultural e de capacidade comunicacional que você demonstra.
Foi um belíssimo regresso ao passado, dos tais que permitem uma reflexão sobre o presente e o futuro!
Um abraço

Claudinha ੴ disse...

Olá meu amigo, fiquei andando pelo colégio e olhando tudo através do olhar de suas lembranças. Eu também usei tábua de logaritmo. Aprendi com um menino que foi meu primeiro amor. Eu lhe ensinava biologia e ele me ensinava matemática. E olhe, eu adorava usar a tábua de logaritmos, apesar de detestar a matemática(Acho que foram aqueles beijos que pontuavam as minhas aulas particulares). Hoje utilizo cálculos de logarítmos simples em química... O seu texto nos conduz às nossas próprias "aprontações" e eu lhe garanto que não fui nada santinha...(hehehe, risada malvadona)
Gostei demais!
Um beijo!

Claudinha ੴ disse...

Olá meu amigo, fiquei andando pelo colégio e olhando tudo através do olhar de suas lembranças. Eu também usei tábua de logaritmo. Aprendi com um menino que foi meu primeiro amor. Eu lhe ensinava biologia e ele me ensinava matemática. E olhe, eu adorava usar a tábua de logaritmos, apesar de detestar a matemática(Acho que foram aqueles beijos que pontuavam as minhas aulas particulares). Hoje utilizo cálculos de logarítmos simples em química... O seu texto nos conduz às nossas próprias "aprontações" e eu lhe garanto que não fui nada santinha...(hehehe, risada malvadona)
Gostei demais!
Um beijo!

f@ disse...

Oliver .. Olá…

Esse texto me deu mto que pensar.. e riso tb… saudades tb...

De tantos textos que já li teus… sempre o mesmo pinga amor… (estou a brincar)...

Qual linguagem dos tímidos…
Mas percebi essa do bj…
e nas nuvens os livros nem pesam nada por + volumosos que sejam…. Nem que fossem chumbo!....
Até a lata tinha asas…

… achei mesmo piada a essa de “escova - batons”….

Quanta criatividade a sabedoria nesta forma de nos contar essas aventuras…

Brilhante… adorei………..

!nfinito beijinho

M@ disse...

Muito bom como sempre.
Bom Domingo.
Manuela

SAM disse...

Heeeeeeee que texto bom! E como sempre vamos lendo e entrando no túnel do tempo também das nossas lembranças. Um tempo ,sem dúvida, de delicadeza e brincadeiras pueris e tremendamente criativas. Agora bloqueio , tremo e gaguejo com a palavra maaaa teeeeee mática!Aff! Mas não posso reclamar da sorte que sempre me acompanhou para que eu pudesse " passar de ano". Sempre dava como certa a minha recuperação na matéria e até gostava de fazer drama. Tive que parar porque o professor Silvério certa vez anunciando o rol dos que ficaram em recuperação esqueceu meu nome! Inconformada fui reclamar! Protestei, mas não adiantou.Ele me passou direto! Não tive como continuar meus dramas no final do ano letivo...


Beijos!

Roberto Vasco disse...

Olá meu contemporaneo escolar. Me vi diante do espelho lendo seu texto e voei pelo tunel do tempo até as salas e corredores do colégio Maristas. Havia só uma diferença, naquela época nossa escola só estudavam os meninos. As meninas estudavan na escola tambem religiosa que ficava na outra rua.
Tambem lembrei daqueles livros de páginas amareladas, que aliás são tecnicamente melhores pois não refletem muito a luz nos olhos da gente. A propósito, a capa do livro de matemática e geometria do Manoel Jairo Bezerra era alaranjada. Quanto a finalização dos teoremas, alguns mais ortodoxos exigiam que se colocasse q.e.d(qued eram demosntratum, se bem me reordo daquele meu fraco latim. Quanto aos mestres, cada um era uma figura característica, um verdadeiro monumento ou simplesmente lendarios. Quanto a educação e ensino, oxalá tivesse hoje a qualidade de outrora.
sds, robertovasco@hotmail.com

Amor amor disse...

Estudei em escolas que usavam livros mais finos e coloridos. Talvez por isso, eu não seja tão intlectual, e quando ouço falar nesta gaiola, penso "isto é um assunto para Oliver Pckwick". Primeiro por relaxamento e depois por opção, permaneci burra em matemática e área afins, e me dediquei somente às areas da arte literária e musical. E não me venha com essa de que na música também há matemática. Eu sei disso, mas é tão basiquinha que dá pra sobreviver. Só tive um bom professor nessas áreas - ele era de Física, mas infeizmente, era substituto, e ficou pouquíssimo tempo. Ao menos, ele me provou que eu poderia ser até uma nerd, se quisesse, hahaha.
Ai, que saudade dessas histórias de amor. Matou a curiosidade de todos os leitores de como foi o primeiro beijo do ex-tímido Oliver.

Bjs dcs crstlzds!!! ;o)

Estava Perdida no Mar disse...

Cruzes. Mas vindo de um colégio tradicional, nem duvido mesmo.
Colégio no subúrbio do Rio tem Gaiola das Popozudas na decoração...rs

Noslen ed azuos disse...

Grande amigo Oliver, creio que a Gaiola de Faraday era um símbolo que a diretoria de seu colégio usava como exemplo para protegê-los, vocês os alunos, das modernidades, que por vezes corrosiva e por outras libertárias, percebo que você conseguiu separar o lado bom de uma educação convencional através de seus contos sempre bem escritos e também, creio eu, no seu lado profissional. Bela narrativa meu amigo.

abração
ns

Rafeiro Perfumado disse...

Viste a utilidade das aulas de matemática na aplicação do pontapé na lata? ;)

Abraço!

M@ disse...

Amigos, vem aí o Halloween, e para quem quiser colocar ou mandar recados em imagens visitem o meu blog.
http://changessimply.blogspot.com
Obrigado e Bons sustos...
BUUUUUUUUUUUUUU
Manuela

ex-controlador de tráfego aéreo disse...

Grande Guilherme,

Obrigado pelo comentário, mas carece de uma correção, ou duas. Bem, não sou maratonista, aprova possibilitou a caminhada de cinco mil metros a quem não se habilita a correr os dez quilômetros ou os vinte e um e uns quebrados; agora somos sul-matogrossenses, deixamos o antigo adjetivo pátrio de matogrossense ao ocorrer a divisão do estado. faço essa última correção para privar o amigo de um dissabor, caso venha a conversar com um sul-matogrossense nativo e sofrer algum revide, já que ele se sentirá muitíssimo ofendido.
Quanto ao seu texto, está ficando difícil encontrar palavras para descrever o prazer que sinto ao lê-los, então, digo que vale a pena ler o que você escreve, pois é rico das nossas brasilidades e experiências.
Parabéns!
Um abraço fraterno, Mr Pickwick!!!

isabel mendes ferreira disse...

presa. presa deste re.dizer.


...tanto....



beijo. enorme.

disse...

Magnífico texto…

Essas memórias e o seu imenso !maginário…
face a um talento assim não é de admirar a adoração conquistada no meio das garotas…
Imagino mesmo a latinha de neston a chegar ás nuvens…

!menso beijinho

gabriela rocha martins disse...

empolgante ,como sempre ,até à última linha .mas prefiro.me ignorante a imaginar.me lendo esses alfarrábios.ehehehehehe

queridíssimo Amigo
,este regresso é para ficar ,ou foi mais uma passagem meteórica ,a fim de nos deixar com água na boca?



.
um beijo

Cristiana Fonseca disse...

Olá Oliver,
Adoro tua escrita, mas essa está fantástica.
É uma escrita para fazer história.
Beijos,
Cris

intimidades disse...

fiquei com saudades do meu tempo de estudante

magnifico texto

Jokas
Paula

heretico disse...

... "as mulheres deveriam governar o mundo".

excelente conclusão para tão porfiado estudo!

envolvente a tua escrita. sempre...

abraços

Å®t Øf £övë disse...

Pickwick,
Bem ao teu estilo muito peculiar, acabas por colocar em palavras um verdadeiro tratado sobre o que é o sofrimente de um homem até conseguir entrar no coração de uma mulher. Tem mesmo que se sujeitar a todo o tipo de zumbarias, mas no fim, e quando está certo de estar a seguir o rumo correcto, tudo isso vai ser ultrapassado pelo prazer da conquista, e do acto consumado.
Abraço.

O Sibarita disse...

Ômodeu! kkkkkkkkkkkk Esse texto é uma aula de física, astronômia e matemática, é fio?

Que assim não seja entendido já que muitos não gostam das matérias citadas, assim o bicho vai pegar mais ainda para eles! kkkkkk

Faltou o teorema de Pitágoras, foi não, é? kkkkkkkkkkkkk E a Quântica? Ah sei naquele tempo não se pensava... kkkkkkkkkkkk

A Gaiola de Faraday ou Écran Eletrostático. Tô cheia dela! kkkkkk

Como minha especialidade é geração de energia elétrica, então, tenho que está com ela de braços dados para sempre! Ou melhor, estou casado com lá ela! kkkkkkkkkkkkk

Mas, moço ta porreta seu texto, o que não é nenhuma novidade. Quanto ao colégio, o Marista não seria marista se não fosse assim como vc relata!

Ah desculpe pela demora em vir aqui, tô igual a vc atarefadíssimo de trabalho, até meu blog só estou postando de vez em quando.

Abraços,
O Sibarita

nOgS disse...

Conquistar quem se ama envolve não só o físico mas também, e possivelmente até mais, as leis da Física.

Sublime! Adoro ler-te. E já não vinha aqui há algum tempo, o que é uma pena. Mas não disponho, actualmente, de tanto tempo para ler e escrever o que queria no universo blogueiro.

Um abraço forte

Unseen Rajasthan disse...

Nice post !! Thanks for sharing..Unseen Rajasthan

biazinha disse...

Passarei na sexta e colocarei toda leitura em dia.
Hahaha...a cerejeira é a grande pessoa que move esses 3 personagens e que tanto sente a falta dessa florzinha...JAJAJAJA!

Beijo, Oliver.

Carla disse...

as coisas que aqui aprendo, além da capacidade que tens de me fazer recuar no tempo e deixar com um sorriso no rosto
beijos

Carla disse...

as coisas que aqui aprendo, além da capacidade que tens de me fazer recuar no tempo e deixar com um sorriso no rosto
beijos

Å®t Øf £övë disse...

Pickwick,
Fico a aguardar as novidades de amanhã... 6ª feira.
Abraço.

tony disse...

vou terminar minha semana com uma IMENSA saudade dos meus tempos de colégio e todas essas situações, iguais na essência, ligeiramente diferentes em vista de um ou outro modernismo... nem consigo dizer mais nada, simplesmente fantástico :D!

abraços!

Milu disse...

Olá Oliver!

Muito bonita esta história, muito bem escrita, com alma e sentimento. Fez-me lembrar uma minha professora, que o foi infelizmente, durante dois penosos anos. Era tão exigente, que nem sequer nos dava qualquer intervalo de recreio. Dizia ela, que já éramos bem crescidinhos, para irmos para o pátio escolar misturarmos-nos com os mais novinhos, como se esses, fossem menos do que nós, que já tínhamos mais anos de escola, logo, uns autênticos veteranos. Por fim, terminei por a odiar, porque entendia que há um tempo para tudo, até para a brincadeira, se até os adultos se perdem nas brincadeiras!... Era tão austera, que um dia pensou que na aula de Educação Física, deveríamos jogar à bola, rapazes e raparigas, atirando-a uns aos outros com as mãos, ali, numa pequena roda. Um nosso colega entusiasmou-se e em vez de agarrar a bola com as mãos, fez-se a ela com um pequeno chuto, que para nossa infelicidade se dirigiu directamente às mamocas da professora. Foi o fim! Vermelha de raiva,a professora pegou na bola, e desandou a deitar lume pelas ventas, para dentro da sala de aula, abriu uma das gavetas da sua secretária sacou de uma navalha e ZÁS, cortou a esfera, fazendo-a em duas metades, como se fossem duas taças. Atónitos fitamos mudos aquele gesto insano, afinal, aquela bola havia sido paga com o nosso dinheiro, isto é, dinheiro que havíamos pedido aos nossos pais, acatando uma sugestão da nossa professora. Se disso fizesse questão eu mesma poderia escrever um grande calhamaço, (livro grande), apenas com histórias semelhantes dos meus tempos de escola! Naquele tempo um professor era como um deus. Ai de nós, se pendesse para a injustiça...

Um beijinho!

Desnuda disse...

Eu tô rindo muito com o laudo pericial! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Adorei! Só voce mesmo, Guilherme!


Um fim de semana no melhor estilo "uma brasa, mora?" Beijo!

Beto Mathos disse...

Como sempre, amigo, suas letras me fazem viajar. Desta vez, você foi além, muito além...
Grande Abraço!

Maria João disse...

Olá Oliver

Gostei imenso de ler o retrato, tão bem escrito, dessas páginas da tua infância. Percebe-se a razão de escreveres tão bem... as razões para tudo estão cimentadas na nossa infância e na formação que tivemos.
Gostei, que tivesses dito que as mulheres deveriam governar o mundo, concordo contigo, pelas razões que apontas e.. sabes? Acho mesmo que um dia voltaram a governar.
Um beijinho e mais uma vez parabéns. Posso não vir ler-te tantas vezes como gostaria e tu mereces, mas é sempre um prazer fazê-lo!

GarçaReal disse...

És um contador excepcional.

Teu texto sendo longo nem me apercebi que o li de enfiada e como recordei essa matemática que fez não as nossas delicias mas o nosso " cavalo de batalha".

Sempre bom aqui vir , pois são momentos preciosos de leitura

Boa semana

bjgrande do Lago

Filoxera disse...

Nah! Fico-me apenas pelso teus textos. Gosto é de literatura, Física é interessante mas não está tão de acordo com as minhas prioridades.
Continuas um excelente narrador de histórias.
Um beijo.

Mariazita disse...

Meu caro Oliver
Depois de 43 comentários que me antecedem, nada de novo haverá para dizer.
Claro que, como a maioria, também a mim vc fez recordar os tempos de colégio.
Estudei num colégio interno, de freiras dominicanas, só para meninas, e, como se pode imaginar, a disciplina não era brincadeira...
Recordo-me, por exemplo, de que a nossa farda tinha mangas compridas e meias até ao joelho, o que, no verão, se tornava bastante desconfortável.
Uma das nossas "brincadeiras" era arregaçar as mangas e baixar as meias. Então a freira que nos surprendesse, dizia, rispidamente:
mangas para baixo, meias para cima.
Fingíamos obedecer...mas mal ela virava costas, dizíamos: meias para baixo, mangas para cima!
Claro que havia outras "brincadeiras" não tão inocentes como esta, mas...não são para aqui chamadas :)))))

Gostei imenso do seu texto, o que também já não é novidade.

Amanhã postarei no "Histórias". Não me lembro se vc foi alguma vez lá... Se não foi, vá. E se foi, vá na mesma. Será bem recebido.

E desculpe ter-me alongado tanto...

Beijinhos
Mariazita

Lampejos disse...

...
O passado parecer ser hoje um país desconhecido

Boa escrita realmente
...teu manuseio com as palavras é uma delícia.

[obrigada Oliver]


(a)braços,flores,girassóis...)

Vieira Calado disse...

O mal de hoje, meu caro,

é que já não há gaiolas de Faraday

que nos protejam

do raio de políticos que temos...

Um forte abraço

Mai disse...

Eu sempre volto, Oliver. E quando sinto saudades de ti, volto aqui. E sempre sinto a falta do teu olhar sobre os textos que escrevo. Porque tu lês com lentes únicas. E certamente tens um olhar incomum.

Imagino que o rigor desta escola, para além da tábua de log, te transformou em um leitor precioso e raro.Por isto venho quando demoras.
É que o teu olhar sobre as palavras é quase imprescindível. Acredite, não é cobrança é o prazer de ler teus comentários.

Abraços e boa semana.

Lu disse...

Olá, caro Oliver!
Espero ter inspiração para tanto.
Mas, trago boas novas.Postei um de meus textos em sua homenagem. Espero que receba tal um pai bondoso, que olha o desenho de seu filho feliz, e com sorriso nos lábios diz: Olha só o que você fez!

Não olhe os contornos mal feitos, nem as cores distribuídas de forma displicente, que com certeza levaria um crítico de arte balançar a cabeça e sorrir.

Beijo!

Germano Xavier disse...

Você é um sujeito de sorte, meu caro. E todos somos também porque temos a oportunidade de conhecer mais lendo teus escritos cronísticos...

Continuemos...

biazinha disse...

Não, eu não gosto de Matemática, mas dois e dois são 4, e livros de matemática, ao contrártio das outras disciplinas, jamais ficam obsoletos. Meus tios estudaram por esse livros dos Irmãos Maristas adotado no Colégio Marista São José. Uau, qto tempo tem isso! Meus tios são praticamente cinquentões.
Tbm acho que as mulheres têm que governar estado, municipio, pois já governam o universo, pois além de trazerem consigo opoder de gerar vidas, são inteligentes, sensíveis e multifacetadas.
Beijos.
PS: Agora vou ao andar debaixo ver o que tem por lá.^^

Marcos Dhotta disse...

Caríssimo Oliver... Passear por aqui é sempre ter a certeza de que vou sair acrescido de algo interessante. Abraços camarada!

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Olá, amigo!
Não pense que me esqueci de você, longe disso! Ausentei-me um bocadinho deste mundo devido a um "cisco". Quando voltei, mil solicitações, comentários a fazer, mas li a sua postagem, com muito gosto. Porém, comentá-lo sempre dá mais trabalho. Volto um dia desses ou não sei, talvez hoje mesmo...
Beijos e Muita Alegria para o seu Dia,
Renata

Manuela disse...

∂эรэנลи∂๏ µм яэร†๏ ∂э в๏ล รэмลиล,
мลиµэℓล

Madalena Barranco disse...

Olá querido Oliver,

Ai, ui que saudades de você!!

Me afastei um tantinho para escrever e escrever, mas aqui estou para deixar-lhe um beijo de agradecimento pela sua visita, e para ler sua arte.

Gaiola de Faraday... Meu irmão físico me falava sobre isso! MAs a melhor parte é quando você menciona sobre as mulheres governarem o mundo... Será?

Muitos beijos e até breve.

Moon Baby disse...

Olá Oliver,
obrigada pelo comentário no meu blog. Quanto ao personagem, bem, Angel Bonn é o nome completo dele, por enquanto. Não sei se no decorrer da história eu mudo isso. Consigo me identificar com ele assim, pelo menos por enquanto.
Sugestões são bem-vindas.
Adorei o Condado.
Gosto de ler teus textos também.
Beijo

f@ disse...

Olá Oliver,

Desta vez venho agradecer o coment no Sumo com Gelo…
...
!menso sal no beijo

Rosamaria disse...

Oi, cosquirídia!
Obrigada pela recente visita, sempre fico feliz com tua presença. As flores não me raptaram, não, fiz uma cirurgia no pé e estou me recuperando. Acho que não chegaste a ler o post em que falo sobre ela.

Com toda a guarda que tinham no colégio, ainda dava pra fazer traquinagens!
Tu nos leva sempre a recordar tempos passados com saudade. Agora lembro de ti quando ouço o Nelson Gonçalves cantando Normalista. Pode?

E...quando sai o livro?

Bjim.

f@ disse...

Oliver,

mto me ri com a tua expressão...

mas eu nem quero beber o sumo gelado nem com açúcar... com sal então nem pensar....

beijinho

Å®t Øf £övë disse...

Pickwick,

.....oooO.............
....(....)....Oooo....
.....)../. ...(....)..
.....(_/.......)../...
.............. (_/....
... PASSEI POR .......
.......... AQUI ......
......................

:)

Abraço.

neide disse...

Oi meu querido, você estava indo pros blogs desativados por isso não conseguia comentar... mas que bom que me encontrou. Sabe que adoro te ler e serei presença constante aqui na sua casa novamente.

Tenha um lindo final de semana.

Bjssss

São disse...

Meu Amigo, venho para lhe dizer quão importante foi seu apoio neste doloroso momento de perda: muito grata lhe fico.

Qua Deus o proteja e aos seus.

Um abraço fraterno.

Sunshine disse...

Olá Oliver !!!

Adoro passear pelas tuas memórias .... quisera que fossem um livro para poder levar num daqueles passeios ...

Obrigada pela presença (mesmo na minha ausência)

Bjuuussss

cristinasiqueira disse...

oi Oliver,


Bom feriado.
Com carinho,

Cris

Acbei de postar em 3 blogs(exagero,né?).Te espero.

Rodrigues Bomfim disse...

Olá amigão!
Você é fera irmão! Que maravilhoso texto, longo, mas que não ha como não se encantar por essas memórias tão bem contadas, como só vc sabe fazer por ter o dom de escrever tão bem. Outro texto primoroso de que gostei foi o "Meus queridos filmes"..Esse do "Ssssss" gosto muito, bem q poderiam repetir numa tela quente ou na tv a cabo.

Abração irmão!
Bom feriadão!

Nilson Barcelli disse...

Como não há mais gaiolas... desejo-lhe "apenas" bom fim de semana e feriado.
Abraço.

Mariazita disse...

Passei para deixar um beijinho e votos de boa semana.
Tudo de bom para vc.

Beijinhos
Mariazita

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Bom Dia!
Já havia lido a sua Gaiola de Faraday e a reli hoje para aprofundar-me. Muito bem construída e riquíssima em conteúdo, contexto histórico e de vida vivida nesse contexto. Para-além de tudo, destaco:
“aparentemente os livros espessos e volumosos não tinham nenhuma serventia em equacionarem romances de amor. Porém, as aparências enganam, descobri que aqueles queridos e robustos repositórios de saber também poderiam acumpliciar-se às coisas do coração" e, principalmente,
”as mulheres deveriam governar o mundo”.
Achei essas duas passagens sensíveis e previsíveis.
Embora não tenhamos a mesma idade, vivencei algumas coisas que o Guilherme nos apresenta; outras, aprendi com a vida.
Pode confiar na Shell? Quase sempre. Às vezes, falha, por sermos humanos.
Beijos, Artista,
Até já,
Renata

Anônimo disse...

Ih, esqueci-me do fundamental!
Obrigada, querido, pelas sempre gentis e bem vindas visitas!
Beijos às suas melhores produções!
Beijos e muitos filmes a ver e a rever a você e por que não fotografias, bloco de papel, caneta (a bico de pena, pode ser), livros, muitos e o meu desejo de Satisfação de todos os seus Anseios que ainda não tenho sido satisfeitos. Sempre os há. O mundo não pára :))
Renata

Olhos de Mel disse...

Querido amigo,; memórias de um tempo de disciplina rigorosa, mas também de ensinos, respeito e aprendizagens reais. Escolas públicas serviam de exemplos às outras particulares... Histórias engraçadas que trazem saudade.
Boa semana! Beijos

Nilson Barcelli disse...

Ia embora sem comentar.
Mas, para acabar com o número de comentários que era pouco decente(69), desejo um bom resto de semana pa ra vc.
Abraço.

Luisa disse...

As tuas recordações fazem sempre vir ao de cima as minhas. Também carregava calhamaços, principalmente dicionários de francês, com os quais eu e a minha irmã não errávamos um verbo que fosse dos exercícios em francês. Os dicionários tinham tudo!!!
Quanto à vigilância, no meu colégio tínhamos apenas um, o Sr. José, só com uma perna mas que acorria a todos os cantos do colégio quando menos o esperávamos. É que o colégio era misto mas com os recreios separados e havia sempre alguém que tentava passar para o lado proíbido, o que o Sr. José não permitia de modo algum. Romances não faltaram embora nunca tivesse alguém que se oferecesse para me carregar os ditos dicionários...

blastingcap disse...

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