EU E A MINHA NAMORADA NERD - PARTE 5 (Final)

Um cara de dezenove anos que está a ponto de começar o segundo ano na faculdade e uma garota de dezessete, ainda no terceiro ano colegial, não são os melhores aspirantes a um casamento estável e feliz. Contudo, se de fato C. estivesse grávida, este seria o caminho natural da nossa relação.
Ganhava uns trocados dando aulas de matemática, à noite, em cursos preparatórios para o vestibular, além disso, começaria um estágio em uma grande construtora assim que retornasse a Salvador, com remuneração de um salário mínimo por mês. Avisara à minha família que quando recebesse o primeiro pagamento do estágio eu dispensaria a ajuda financeira mensal que recebia de casa. É claro que houve muitos protestos da parte dos meus pais, mas decidira andar com as próprias pernas. Estudava na melhor universidade do Estado, por sinal, pública, dessa maneira, juntando o que receberia da construtora e das aulas, calculei que poderia me manter. O meu plano era tornar esta experiência - a de ser independente, tão proveitosa quanto os conhecimentos que adquiriria na universidade. Era um projeto que batizei na época com o nome de "capitão de indústria", pois no futuro, depois de algumas experiências como empregado de empresas de construção civil, pretendia estabelecer-me por conta própria na área de incorporação imobiliária, ou seja, projetar e construir meus próprios empreendimentos nos segmentos habitacional e comercial, e vendê-los. Naquele tempo, ainda desconhecia a concepção de ser "espartano" - a filosofia de vida com base na disciplina, força de vontade, hábitos simples e falta de apreço por supérfluos, um conjunto de práticas capaz de preparar qualquer um para o confronto com possíveis tempestades no tempo que há de vir. Nada obstante, sem saber, eu já era um deles.
Ademais, após a formatura, também pretendia pós-graduar-me em engenharia econômica, complexo de conhecimentos que julgava indispensável para um pretenso candidato a empreendedor. Entretanto, diante da hipótese da gravidez de C., fora rebaixado por antecipação ao posto de soldado raso de indústria. Teria de abandonar a faculdade, retornar à minha cidade natal e arranjar um emprego por lá, além de contrariar uma lei natural, pois pelo menos durante certo tempo teríamos de morar na casa dos meus pais ou na residência da família de C. Mas caminhar sobre chapa quente não constitui obstáculo insuperável aos otimistas de coração, apesar das circunstâncias desfavoráveis aos meus planos, ainda vislumbrava algo positivo naquilo tudo, ao menos me casaria com a mulher de quem gostava, a garota mais doce debaixo deste céu. Teríamos uma vida inteira pela frente para falarmos de sistemas operacionais, linhas de comando e jogos de computador. Concluí que, lá no alto, as estrelas fugazes ainda reservavam algum tanto de faíscas para mim.

Estudamos o assunto "gravidez" por mais de cinco dias e decidimos que o melhor a fazer era um teste. Um exame de sangue estava descartado, pois não teríamos como escondê-lo das nossas famílias, muito conhecidas por boa parte dos médicos da cidade. Assim, o método escolhido foi caseiro, utilizaríamos o famoso teste de farmácia.
Adentrei ao interior da Farmácia Cabral, a maior da cidade, e de imediato constatei que adquirir tal produto era tão constrangedor quanto comprar preservativos. A drogaria estava em dia de grande movimentação de pessoas, de maneira que achei prudente elaborar uma estratégia segura com o fim de cumprir a missão com sucesso. Andei de lá para cá pelas seções, cumprimentei a comadre de uma tia, subi duas vezes à balança para verificar o peso, descartei uma vendedora, pois essas coisas somente são compradas a um vendedor, e sem que ninguém esteja por perto, especialmente mulheres. De repente, uma miragem, um vendedor solitário no balcão. O sujeito tinha ar displicente, rosto excessivamente magro, parte da cabeça, acima das fontes, destituída precocemente de cabelo, mas um triângulo capilar fronteiriço à testa o livrava da condição de calvo. Também despertava atenção no excêntrico balconista, um inusual bigode fino a la Errol Flyn, e, em especial, o curioso hábito de entortar a boca para um lado e chupar os dentes, produzindo um ruído característico. Olhei para um lado, para o outro, e perguntei-lhe com voz sussurrada se tinha teste de gravidez. Ele fitou-me por alguns instantes, apurando a displicência estampada na face, sustentou a condição boca torta, não parou de sugar os dentes e ainda acrescentou um cacoete inédito, empenou a cabeça para um lado. E nada respondeu. Indaguei-lhe de novo, incrementando sigilo na voz: "tem teste de gravidez?". Ele correu as vistas para o lado oposto do interior da farmácia, e bradou para um colega: "ô Arnaldôôô! Agente tem teste de gravidez?" Súbito, tornei-me uma celebridade por alguns segundos, pois muitos dos clientes olharam de modo curioso em minha direção. Raio de chupa-dentes, pensei. Mas as emoções mais fortes ainda estavam para acontecer, pois justo no momento em que ele entregou-me o sigiloso produto, fui surpreendido pela distinta senhora M.B., irmã da minha antiga professora de Ciências e pertencente a uma família quatrocentista de Ilhéus, a qual, gabava-se de um seu antepassado ter feito parte da comitiva que recebera o imperador D. Pedro II quando este aportou nesta cidade, no século XIX. Sorri sem graça para ela, e balbuciei: "não é para mim". Ele conservou a pose aristocrática, e respondeu: "é lógico que não". Deu meia-volta e caminhou noutra direção, seguida por uma variedade de fantasmas, antigos frequentadores da corte de D. Pedro II.
Para a minha alegria, o teste de gravidez de C. deu negativo, e o melhor é que dois dias depois ela submeteu-se ao mais confiável de todos os exames, menstruara.
Y en una noche tibia, onde estrelas fugazes bailavam numa coreografia cintilante sob o céu, depois de bater o recorde de beijos dados em uma mulher, embarquei de ônibus para Salvador.

Continuamos o namoro por e-mail, IRC, telefone e em visitas que fazia ao interior, nos feriados prolongados. No meio do ano, no Dia de São João, a festa maior do Nordeste, talvez por influência dos eventos das últimas férias, C. considerou que deveríamos casar-nos. Disse-lhe que aquilo era loucura, ela nem sequer era maior de idade, completaria dezoito anos em Setembro próximo, e, sobretudo, eu não tinha renda para sustentar uma família. Ela retrucou, afirmando que trabalharia em Salvador, estudaria à noite e que não fazia questão de vida suntuosa. Brinquei, lembrando-lhe a sua condição de filha única, que fazia parte de uma família de alto padrão econômico e que o nosso casamento sucumbiria no instante em que ela não pudesse trocar o seu computador dotado de processador Pentium MMX de 200Mhz, por outro mais avançado. Foram dias de trovão, mesmo com dezenove anos adoraria tê-la como minha mulher, porém, para vivermos sustentados pelos nossos pais, jamais. E no mês de Setembro, antes que C. completasse dezoito anos o romance encerrou-se. Até hoje ela nunca aceitou a minha recusa àquele plano tresloucado, se decepcionara de verdade. Também, jamais duvidei do acerto da minha decisão.

NO ANO SEGUINTE C. ingressou na faculdade, no curso de Ciências da Computação e casou-se no final deste mesmo ano. Mas a união durou poucos meses.
Não a via desde que terminamos o namoro, até que um dia encontrei-a por acaso e, meio-constrangida, ela contou-me que o seu casamento fora um erro. Quis deixá-la mais à vontade, e brinquei: "você nunca deveria casar-se com um cara que é usuário de um único sistema operacional". Era uma piada nerd. Eu, por exemplo, como um bom geek, uso três, o Linux - o meu sistema padrão, o Windows XP e o velho MS-DOS, todos instalados na mesma máquina. Ela sorriu, e fingindo-se de brava encostou com delicadeza o punho fechado no meu rosto, simulando um soco, e falou: "você foi o culpado! Me abandonou".
C. foi a única mulher com a qual mantive mais de um romance, todos os três arquivados entre as minhas melhores lembranças. Somos amigos até hoje, ainda gostamos de jogos de computador, da linguagem C++ e de operar máquinas utilizando-se de consoles. Apesar da sua alta qualificação em informática, quase sempre é derrotada por mim em jogos online. E nestas ocasiões, sempre repito uma expressão antiga e muito conhecida por ela: "hail to the king, baby!"1

SEJA UM GEEK VOCÊ TAMBÉM!

Ser um geek ou nerd é produzir um overclocking nos neurônios, forçando-os ao máximo, é muito mais do que gostar de jogos eletrônicos e de fazer peripécias em computadores. Logo, comece pelo que é mais divertido, os jogos. No clipe abaixo, selecionei algumas cenas dos meus preferidos, nos gêneros estratégia e first person. Comprovarão que alguns deles são cinematográficos. Já ouviram as minhas atuações aqui, como instrumentista doméstico de jazz e de música erudita, todavia, desconhecem o Pickwick rocker. Se lhe interessar, ouça a minha atuação na trilha sonora deste videoclipe. Aumente o som e let's rock!



A qualidade da audição é sofrível pelas seguintes razões, o arquivo original de gravação da música é no formato WAV, de tamanho igual a 30 Mb, muito grande para postar na internet. Para inseri-lo no clipe, o converti para o formato Mp3, com aproximados 3,5 Mb, resultando em grande perda de qualidade de áudio, por conseguinte, comprometendo parcialmente o som realístico dos instrumentos.
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Nota:
1) Tradução forçada: " Saúde o rei do pedaço, garota!" Expressão usada pela personagem de Duke Nukem, no jogo de mesmo nome. Neste contexto, saúde é o presente do subjuntivo do verbo saudar.

90 comentários:

Menina do Rio disse...

Desculpe a minha ausência mas tive que trabalhar dobrado estes dias de abril, pois precisava pagar o registro e a capa do meu livro. Era uma oportunidade que eu não podia deixar passar. Agora vou retornando as visitas aos poucos, mas hoje tinha que vir aqui ao menos pra deixar-te um beijo.
Tem um ótimo domingo!
Verô

Rosamaria disse...

Cheguei aqui só pra ver se a C. estava grávida. Satisfeita a curiosidade volto amanhã, pois o marido me espera.
Bom findi, cosquirídia.
Bjim.

Cleo disse...

Oliver, impossível não rir em agumas passagens hilárias, mas meu coração ficou apertado quando você disse que terminou tudo. ainda bem que a amizade continuou.
Histórias de adolescentes, coisas boas da vida...rsrsrs.
Beijos carinhosos prá ti, bom domingo.
Cleo

Davi Machado disse...

Um desfecho real. Mostra uma poente entre emoções e razões...
Criei uma expectativa quase que esperançosa para o fim, mas...
Foi bom ter lido, vejo que os fatos são os fatos, nem o poeta pode mudar o "the end" da vida e do destino, se é que ele existe.

até caro Oliver

Abraços!

Davi

Amor amor disse...

Poxa, eu também criei expectativas irreais, como a C., embora duvidasse do sucesso do casamento, mas pelo menos em um ano, vc tb estaria livre. Mas como eu não pensei nisso? Os homens sempre se saem bem nessas histórias, e ela, muito legal, continuou a amizade, boa pessoa. Se não continuasse, iriam atribuir profundos recalques, e outros afetos psicológicos. Que bom que pelo menos ela soube administrar os danos e amainá-los. Sábia mulher. Ah, e esse rock, no final, ficou parecendo mais uma comemoração. Afinal de contas, os espartanos tb amam a liberdade, não?

Beijocas doces cristalizadas!!! ;o*

bat_trash disse...

Adorei o desfecho e o fechocom chave de ouro, pois este rock é tudibom! Esta última parte rendeu boas risadas, como oepisódio da farmácia.
Quando eu ficar grande quero escrever assim...rsrsrs.

Beijo grande.

Sunshine disse...

Oláááá !!!

Afinal as minhas especulações sherlockianas estavam certas.
É o que faz segui-lo sempre e observar o que vai publicando ;), apesar de não alongar mt os comentários vc sabe que os leio sempre com mt interesse.

Bjs e um optimo fds para todo o clã Xavier.


PS: A versão Sun 2.0 está um bocado lenta para instalar, aguardo um disposição mais animadita. Duplo beijo :)

Rosamaria disse...

Agora, sim, li com calma.

Estava na espectativa se sairia casamento ou não e, embora ficasse com pena da C., acho que fizeste o certo, 19 anos não é idade pra casar.Passei por isso com um filho, embora não tivesse o problema de gravidez a moça queria pq queria casar.

Hilária a cena do Errol Flyn!
Mas o que mais gostei e que mais me alegrou foi ver a família Xavier tocando! A família que toca unida permanece unida. E viva a família Xavier, que tb é uma família DóRéMi!

Bom domingo, amanhã eu volto, com certeza.
Bjim.

Germano Xavier disse...

Grande Oliver,

leio e fico aqui com a curiosidade: até quando tudo isso é ficção ou não.

Por mim, devo dizer que pensei em todas as 5 crônicas que é história de tua vida.

Estou errado?

Abraço forte, meu caro.
Continuemos...

Cöllyßry disse...

Hoje só vim agradecer os parabéns e a Tua presença no meu OlharIndiscreto...

Voltarei em breve

Doce beijo

Cristiana Fonseca disse...

Olá Oliver,
tua escrita é um presente pra nós leitores. Não seria justa ler somente esta parte 5. Vou voltar alguns capítulos anteriores e venho comentar com o maior prazer.
Acho que tenho que voltar la para a parte 3.
Abraços,
Crisfonseca

C. disse...

Esse ´causo` deve fazer muito tempo mesmo, pois ainda descreve comprar camisinha como sendo algo constrangedor hohohoho
Sem contar os ´remédios` que sua vozinha usava, apesar que o leite de magnésia De Philips nao é tao antigo assim!!

Rafeiro Perfumado disse...

Gostei especialmente da parte da farmácia, quase que dava para te imaginar a driblar adversários até conseguires rematar. Chato foi que o goleiro defendeu e gritou "temos testes de gravidez?!?" :D

Abraço!

f@ disse...

Olá Oliver,

B E L O... QUANDO SEMPRE TERMINA ASSIM SEM NUNCA TERMINAR....

gostei mto especialmente desta parte 5... e do episódio na farmácia.... riso..

sempre mto bom ler-te
beijinhos

Dona Sra. Urtigão disse...

Mais uma ótima história!
Já ansiosa pela próxima. E concordo, casar cedo faz mal a saude !

Liene disse...

Oliver,
Invariavelmente, demais!
Enquanto lia os capítulos ficava imaginando as cenas e me perguntando: será que isso aconteceu com ele ou é ficção? Ou as duas coisas juntas?
De qualquer forma, Oliver, muito bom mesmo!
Obrigada pelas suas palavras gentis. O dia mesmo é 21, mas considero o mês todo!
Na verdade, Oliver, me sinto como se tivesse 16!!!

Um grande abraço!

PS.: Eu ia ser a primeira a postar um comentário, mas as tentativas sempre falhavam. Agora sei o porquê. Quando li, não tinha esse quadro com a música e depois precisei desligar...

Feiticeira disse...

Obrigada por sua visita ao nosso blog
O seu é muito interessante, diferente de muitos k andam por ai
Se nos convidar voltaremos mais vezes e com mais calma para poder apreciar tudo que temos por aki

ótima semana

abraços

GarçaReal disse...

Aqui estou e vim ler o desenrolar deste namoro que quase parecia para a vida.

Como sempre nem dei pelo passar do tempo mergulhada em teu texto.

Uma boa semana

Bjgrande do Lago

Nadezhda disse...

Não sei quantos anos vocês tem, mas para mim vai senpre ter a idade dessa foto do seu perfil.

E é bem estranho pensar nisso, mas parece sempre que suas histórias aconteceram há tanto tempo, mas que também estão acontecendo agora.

;)

Teté disse...

Aos 19/17 anos é cedo para casar, quando ainda se está a estudar e a tentar alcançar um projecto de vida profissional; se bem que as coisas se possam ver nessa perspectiva, de corações apaixonados, que não querem adiar para amanhã a vivência em comum. Mas a preparação para uma vida "espartana" não é muita nessas idades... ontem, como hoje!

Comprar a pílula, por exemplo, também passava por uns farmacêuticos "castigadores", que cheios de moral gostavam de envergonhar as adolescentes nas farmácias: uns só vendiam mediante receita médica (qu'é lá isso de andarem aí a "brincar", sem aliança no dedo?), outros faziam questão de alardear para a "geral" em alto e bom som o que íamos comprar. Resultado, compravam-se logo caixas para seis meses, e passava-se palavra das farmácias que vendiam. E com os preservativos era idêntico...
Que bom que já passou!

Quando se fala de pedofilia, às vezes incluiem-se adolescentes (não maiores), fico possessa com tanta hipocrisia! Quê, é só de agora que a vida sexual não espera pela maioridade?! :S

Mas as histórias acabam sempre bem, quando a amizade prevalece!

Vi o clip, conheço alguns jogos de nome, mas não sou apreciadora do género, nem nunca joguei nenhum! De modo que a derrota surgiria em menos de 6 segundos, sem perceber como, o que não tem graça para ninguém... :)))

Mas espero que encontres parceiros à altura!!! :D

Beijocas!

Alice Matos disse...

"...caminhar sobre chapa quente não constitui obstáculo insuperável aos otimistas de coração..."

E não é mesmo?

Delicioso o teu conto... Sorte da C. ter encontrado alguém como tu... Que seja uma eterna história...

Beijo...

Klatuu o embuçado disse...

Parabéns, meu caro, que o sol brilhe por cima deste dia, e por todos os vindouros! - e sem mulher robotizada... ;)

Um grande abraço.

Rosamaria disse...

Parabéns, cosquirídia!

Que continues a fazer sucesso sempre! Saúde, amor, felicidades!

Bjim.

Clarissa Barth disse...

Há! Às vezes, apenas fazer um exame cura tudo, hein? Gostei da parte final, o romance terminou mas continuas "otimista de coração". Muito bom! (Será que é verídica? Todo mundo se pergunta...) Devo confessar que, apesar de nerd, detesto jogos de computador. Fazer o quê... prefiro cozinhar. Beijos!

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

GRANDE FINAL!
Eu mais ou menos esperava que assim fosse.
Você é nota mil, precisamos dos seus livros nas prateleiras das livrarias.
Uma boa semana para você amigo escritor, e feliz aniversário.
beijosssssssssss

Germano Xavier disse...

Passando e relembrando...

Bom início de semana, meu camarada.
Sigamos...

Mariazita disse...

Oi, Oliver
Foi um bom final para uma história de amor. Bom, atendendo à idade dos intervenientes, e sobretudo à falta de condições para manterem um nível de vída tal como tinham à data.

Restou uma linda amizade, o que é óptimo.

Uma boa semana.

Um beijinho
Mariazita

Dri Viaro disse...

Oi amigo, o desfecho foi muito bom!!
vc escreve muito bem
bjss boa semana

SAM disse...

Nosssssssssssssssssssssssa! Eu ri muito do lance da farmácia! Oliver voce ainda não tinha experiencia de vida para saber que se chegarmos deste jeitinho na farmacia é exatamente isso que acontece com a gente nesta hora : um total constrangimento kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Deu dó! Foi demais esta narrativa! Imaginei os cacoetes,a quatrocentona ...tudinhoooooooo! Agora fiquei curiosa sobre a sua primeira vez (?) num sexy shop kkkkkkkkkkkkk

Tudo bem, a decisão coube a voces de forma racional. Mas te digo e afirmo embaixo: São João não falha! Se não nos casarmos neste dia, algo fica no ar tipo esta amizade linda. O cara sabe das coisas. Não foi a toa que agarrei meu " ciarenso" todo tremulo e lhe dei um beijo nesta data! O cara quase desmaiou! Me senti uma das meninas super poderosas...Ta me aguentando sorrindo e sem queixas até hoje rsrs. Alias tem um anuncio da Claro sobre o dia das mães na tv que se enquadra direitinho para ele! Já viu este anuncio?


Fora que também teve uns desencontros para nos encontrarmos. Tipo assim: ele me conheceu no meu noivado. Nao noivei. Eu fui no noivado dele que alias como ele não tinha os pais no RJ, os meus pais iam fazer oficialmente o " pedido". Ele não noivou rsrs. Uma historinha e tanta! Bom ... ele sempre fala e eu ja tirei a prova dos noves. A amizade é tanta que juntos ou separados seremos, sem dúvida, os melhores amigos um do outro.


Amei o selindo da bem humorada hahahahahaahha. E quanto a isso sem dúvida a indicação é o elixir ciarenso! Povo mais alegre e gozador , não há!


Nossa a familia Xavier deu um show! Muito legal.

Beijos!

Desnuda disse...

O cálice é mesmo digno da cobiça do Indiana Jones! Copiei inocente e distraidamente de um site de antiquário no google hahahahhaah! Psiuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!

1

2

3

E Já!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


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Desnuda disse...

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Zé do Cão disse...

Meu caro Oliver
Não esperava um fim tão trágico. Pensava até, que o varão fruto dessa gravidez(?) era hoje quase o teu braço direito.
Fim que ninguém ia esperar.
Um abraço

Lampejos disse...

...

Posso imaginar a tua ira quando o sujeito gritou “"ô Arnaldôôô! Agente tem teste de gravidez?”
...

Muito bem...
Sabes este conto,precisamente o final ficou igual àqueles livros que quando terminamos de ler percebemos que não há mais páginas para serem lidas...

então ficamos cheios de nostalgia, mas regados por uma Imensa ternura.Fascinante, Oliver!...

[acho que vou voltar e te ler de novo]

obrigada.


(a)braços,flores,girassóis:)

Tchi disse...

Em boa hora o céu se iluminou, ainda que escassamente, de estrelas senão, Olivier, a ficção podia tornar-se real!

:)

Beijinhos.

mariab disse...

e terá sido a decisão certa? vá lá saber... se não tevesse sido assim, talvez não tivesse com quem jogar online durante tanto tempo! :))
beijos

neide disse...

Meu querido Oliver, o caso da farmácia foi incrível, rsrsrs, me lembrou a piada do Juquinha, sabe a do papel higiênico? Outro dia conto,rsrs.
Fiquei triste com o fim do romance, mas por outro lado, feliz por ter ficado uma amizade bonita entre os dois.
Ih! me deu um gostinho de quero mais... Mas sei que vem por aí mais histórias legais e vou ficar esperando. Adoreiiii.

E já que é o mês do teu niver, desejo toda felicidade do mundo, que Deus te abençoe e ilumine sua vida, sempre.

Bjss

Whispers disse...

Ola!
tao bom quando fica a amizade.

Por vezes o amor nao eh tudo,principalmente quando sao jovens...

Boa historia

Beijinhos mil
Rachel

M@ disse...

Olhe que eu aceito a proposta...
Mas não gosto de jogos de tiros.
O Doom veio estragar os jogos todos actuais.
Sim City?
Adoro.
Mas o meu preferido de sempre foi o Out Run...lembra?
Gostei do texto e do video.
Agora ando num Sim City Societies.
Mas logo mudo, o jogo que mais joguei foi Age of Empires.
Abraço
Manuela

Grazi Sperotto disse...

Olá querido, que saudade de te ler! A saudade era tanta que li as 5 partes desse romance "nerd" de uma só vez, hehe.
Adorei!
E ri muito, como sempre. A pérola "chupador de dentes" foi a mais engraçada!
Agora voltarei mais seguido...
Beijão

JC disse...

O final não foi como tinha pensado. No entanto um final que considero feliz.A amizade ainda perdura. Um dos valores mais preciosos que existem.
A cena da farmácia um espanto....
Um abraço

gabriela rocha martins disse...

apesar de esperado ,o final consegue surpreender.nos pela maneira como é apresentado .a sofreguidão da leitura dá azo a um ah de descanso calculado ,como quem diz -ufa ,desta safaste.te!

do mais puro realismo cibernáutico
( mas ,uma pergunta já meio respondida - aposto que não aprendeste a lição.......)


.
um beijo ,O

Cöllyßry disse...

Entre emoção e a razão,e nenhuma delas,hahah,vida atribulada essa de estudante, adorei...Preocupante a gravidez,ufa...

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| Ö,)
|),”
|Beijo


ölhår_Îñðîscrëtö...Å ¢µ®¡ö§¡dädë

heretico disse...

muito bem...

mais vale assim. ficas com as vantagens (dos joguinhos on line) e livraste-te de chatices... lol

abraços

M@ disse...

As amizades são como flores,
se a gente não regar elas morrem...
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Hoje vim regar as minhas!!!

Nilson Barcelli disse...

Uma história bem simples, que no essencial é relativamente comum, mas que vc contou com a mestria de um excelente narrador que é.
Para além disso, a acreditar em vc, também é bom como músico.
Caro amigo, um bom resto de semana para vc.
Abraço.

~pi disse...

odisseíaco! :

e então oliver, acabou tudo bem!!

( ou não?

às vezes fico assim a duvidar,

sou boa intuidora e má analista,

de facto não "tiveste" que casar, a melhor parte, acho!

e continuam amigos, a segunda melhor parte! :)



[ reparei que já não piscas na foto!

avariou alguma coisa ou cansaste-te!? :)



beijo





~

vida de vidro disse...

E assim um amor se transformou numa bela amizade. Não é vulgar, Oliver. Diria mesmo que é um privilégio. **

Madalena disse...

e eu saí do meu "quase gótico" estar dos últimos tempos para vir aqui, sorrir.

Abraço.

Germano Xavier disse...

Reavivando...


Abraço forte, camarada.
Sigamos...

Luisa disse...

Com a casa em obras, tive o computador fechado. Ainda com tudo desarrumado, voltei a abri-lo para saber por onde andam os meus amigos da net. Cá me deparei com mais uma das tuas magníficas histórias. A cna na farmácia é hilariante!!! Como sou romântica, tenho pena que o teu romance com a C tenha acabado assim. Sensato foi mas...
Quanto ao rock, não consegui abri-lo. Vou tentar mais tarde.

Noslen ed azuos disse...

Sonzeira em sr Pickwick, daqueles de balançar os cabelos e pros carecas apenas a cabeça num sentido de afirmativo fazendo cara de mau, muito bom; e chegamos em mais uma maravilhosa história de ficção ou não, na verdade nem a vida é considerada verdade( maya) para algumas seitas e quem de nós nunca teve duvidas da verdade.

Abração, meu amigo.
ns

Tio Rogs disse...

Eu teria feito tudo diferente, mas fora isso, somos todos muito iguais...

Abração

Gata Verde disse...

É uma ternura ler suas histórias!

beijos grandes

Grace Olsson disse...

Ai, Oliver, li até o final..:Adorei o final...vc teve foi juizo, men ino.

OLha,. vou descer mais embaixo para ler as outrass partes que devem ser tao deliciosas quanto a última.

Ah, o livro dos refugiados está saindo.
E...o nome Crônicas do Frio ainda nao foi inaugurado.::Eu ainda nao dei nome aso bois...kk
bjs e dias felizes

Chama Violeta disse...

Olá amigo!!!! Fiquei curiosa até o fim!!! Adorei!!!!
Beijinhos e bom final de semana!!!

Milu disse...

Olá! É mesmo assim que eu gosto, de um texto lindo, ternurento e que ao mesmo tempo me fez rir! Continue a escrever, porque o faz muito bem!
Um beijo!

Desambientado disse...

Um final inesperado, como vem sendo habitual, com trocadilhos inteligentes, de homem de ciência contemporanea, que domina bem a sua língua e capaz de contar uma história que prende a atenção do princípio ao fim.
Meu caro, você domina esplendorosamente: letras e números.

Desambientado disse...

Não desafio ninguém para o jogo online.Evito jogar, pois facilmente me vicio.

Claudinha ੴ disse...

Olá Guilherme!
Um desfecho típico. Jovens e suas escolhas, nem sempre acertadas. Mas ficou a essência e a lembrança tão bem descrita aqui. Gostei muito do som, sou fã de música medieval, clássica e também de rock. Minha casa parece um estúdio de música e meu filho mais velho é um craque. Sonho que ele se dedique à criação de jogos, bem como sua trilha sonora e coisas assim. Ele ainda não escolheu a carreira a seguir, mas é bom em estratégia e som. Veremos.
Obrigada por compartilhar suas lembranças e só não vou aceitar seu desafio porque estou enferrujada e completamente desatualizada (7 anos) e não tenho tempo agora com novas atividades, mas saiba que aqui em casa, alguns dos melhores scores são meus.
rsrsrsrs!

lua prateada disse...

Passei deixando aqui para ti amigo o desejo de um lindo domingo vamos apreciar as pequenas coisas, pois um dia, talvez olhemos para trás e descubramos que foram essas as grandes coisas.
Beijinho prateado

SOL

Pascoalita disse...

História deliciosamente bem narrada. Adorei ler e despertou-me algumas recordações.

C. disse...

Oi Sweet, adorei seu último elogio...
Ah esses homens sabem como nos fazer derreter.

com senso disse...

Caro Oliver

Prudente decisão e com a vantagem de ficar com uma amiga para o futuro...
Está perfeito este seu albúm de memórias de uma época feliz de sua vida.
Uma descrição que de algum modo retrata também a aprendizagem de vida de muitos jovens, não só dessa época, como de anteriores e posteriores.
Uma das coisas que eu acho excelente em seus textos é que eles transportam em si uma intemporalidade que é própria dos melhores autores.
Perfeita a sua escrita - um prazer vir até aqui.
Um abraço

Marcos Dhotta disse...

Caríssimo Oliver! Estarei sempre passando por cá, para ver as partes 06, 07, 08... E até quando durar essa Odisséia. Vc é contagioso, viu rapaz. Esse Blog causa dependencia psicológica sabia?. Não mais consigo entrar na Net sem passar por aqui . E de psicologia eu entendo. Abração. Fico no aguardo.

Paula Crespo disse...

Que dizer? Faço minhas as palavras do(seu? Nosso!)poeta: Quem nunca curtiu uma paixão / Nunca vai ter nada, não...Beijo!

Mariazita disse...

Querido Oliver
Acabei de ler o seu comentário na minha "Casa", e devo dizer-lhe que concordo inteiramente: há mulheres que são eternas.
Gamboa descreve-as primorosamente, com o toque de óptimo escritor que o caracteriza.
Obrigada pela sua opinião.

Uma boa semana.

Beijinhos
Mariazita

Å®t Øf £övë disse...

Pickwick,
Gosto sempre de saber, e fico muito contente, quando relações que terminam, se conseguem converter com o passar dos anos, numa solida amizade. A verdade é que nem sempre é facil, mas eu pessoalmente tenho conseguido sempre, até porque não consigo conceber que alguém que em alguma altura da nossa vida tenha tido nela uma importância muito grande, e que depois venha a ser descartável da nossa vida, ficando completamente fora dela.
Abraço.

©tossan disse...

Eu já vejo por um outro lado! Nerd ou não, casamenteira ou não...Ela é foi divertida, não foi? Diferente! Abraço

O Sibarita disse...

Raaapppaaazzz! kkkkkkkkk

Oi, faça fé, na postagem passada quase eu lhe derrubo! kkkkkkkkkk

Eu ia lhe perguntar pelo teste de gravidez muito em voga naquela época, cheguei a escrever e apaguei, pensei, bom, o conterrâneo pode ter essa saída ai, melhor ficar na minha! kkkkkkkk

Sacana o Errol Flyn tupiniquim! kkkkkkkkkkkkk

Agora fio e ai são amigos até hoje, né? Ah bom... kkkkkkkkkkkk

Valha-me Deus esse Oliver né brincadeira não! Ah, mas dirão as estrelas, você quer o que? O cara é baiano e baiano sabe como é, não tem perrepes, o jogo duro! kkkkk

PARABÉNS mais uma vez, excelente!

abraços,
O Sibarita

Rosamaria disse...

Oi, Oliver!

Já podes escutar My Funny Valentine lá no blog.
Vou passear por uns dias, mas logo estarei de volta.

Bjim.

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

Quando vai publicar?
Quero ser uma das primeiras a comprar seu livro.E com dedicatória, afinal convivemos a quase 3 anos.Estou feliz por você.Grande escritor para mim.
tenho nova postagem.
Uma boa e iluminada semana para você.

Tia Zulmira disse...

Olá, não sei seainda lembra de mim...eu sumi mesmo, por sinal apareci bem na ultima parte de sua história...mas façamos o seguinte eu pego a próxima do começo,ok?De qualquer forma, você sabe que quem é vivo sempre aparece não é? Bem, foi isso que aconteceu com o Tia Zulmira: ele está vivo!Precisou ir para o outro lado do mundo pra ressucitar, hehe!Também está com algumas novidades de layout em todos os textos (inclusive nos mais antigos que ninguém comentou ainda, hehe)...Te espero por lá!

_E se eu fosse puta...Tu lias?_ disse...

Sarava


Pelo menos ficou bem arquivado... e pelo menos uma vez deixa ela ganhar um jogo;)

beijossss

Carla disse...

ler-te é sempre um prazer e deliciei-me com essa ida "silenciosa" à farmácia :)
beijo

Nilson Barcelli disse...

Vim à procura de uma nova história, quiçá da namorada seguinte...
Caro amigo, tenha um excelente resto de semana.
Abraço.

isabel mendes ferreira disse...

game over?

nunca. em si o jogo é tão vasto plural e "carnívoro" que se joga em páginas extensas e intensas....num caleidoscópio de variadas epigrafes.


desse lado do mar mora um vulcão. que abraço.


e curvo-me a esta imagética!


b.ei.j.o.

clanDestino. disse...

Meu jovem amigo

Vim saudá-lo. Agradecer suas generosas visitas, bem como, e mais ainda , seus generosos elogios.
Aproveito para avisá-lo que corrigi uma injustiça, adicionando-o no meu modesto sítio, e pedir-lhe desculpas pela falha de não te-lo feito antes.
Uma distração que não me perdôo.

Um abraço

D.

cristinasiqueira disse...

-E agora,meu querido Oliver?
-O que virá?

Beijos,

Cris

della-porther disse...

Olá Oliver

Muito, muito divertido seu texto. Adorei.

A referência ao Leite de Magnésia Phillips me trouxe à memória lembranças da infância.heheheh

E pensar que ele - o Leite - é um Senhor de 98 anos e persiste ainda nesse tempo globalizado...é um espanto!

um beijo amigo

Della-Porther

M@ disse...

Foi aqui que encomendaram???

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Entrega feita !!!

?¸.·*¨)
(¸.·´??.¤`¤*Beijo no seu coração*¤´¤

Manuela

Madalena Barranco disse...

Oh, Oliver queridooooo!

Adorei o clip e seu rock "pauleira" - rsrsrsrs - bem instigante para flmes de ação e futuristas!!

E quanto à sua história com a garota Nerd, o final foi ótimo, porque não aconteceu a esperada gravidez cortando assim as expectativas dos leitores... Mas, me deixou com aquele gosto de "faltou" eforam felizes para sempre..

Beijos
P.S. já me registrei como sua seguidora.

Tataahzinha disse...

Nossa, até as 'des'graças aqui, tem graça!
hauishuiahshauishauisa
beijinhos, saudades de tua visita!

bat_trash disse...

Oliver:
Passa lá no Bar, pq a primeira imagem,que se não me falha a memória é um vídeo não está aparecendo.

Beijão.

Tchi disse...

Grande revolução gráfica se deu aqui n'o melhor blog sobre nada, que tanto diz.

Gosto das ambiguidades quotidianas que por aqui se vão desenvolvendo.

Beijinhos.

P.S.: Com o novo visual torna-se mais fácil a leitura.

Feliz mudança.

BOTINHAS disse...

Oliver, Amigão
A sorte é que não são pérolas deitadas a porcos!
Você entende o que quero dizer?
Em Portugal usa-se a expressão "Deitar pérolas a porcos", ou "Gastar cera com ruim defunto", e outras - significam que vc está a dar uma coisa boa a quem não merece.
Faço questão de esclarecer porque já uma vez fui mal interpretado por uma coisa destas que disse a um brasileiro.
Ficou bravo!...até que lhe expliquei e acabou tudo em bem.

Abraço fraterno
Botinhas

By myself disse...

Acho que imaginava este final para a história. De qualquer forma, a sua escrita dá um brilho especial a tudo o que conta, por mais ou menos vulgar que o assunto seja. Conte lá: quantos livros tem na gaveta, ein?

Beijocas desde Porto - Portugal

ex-controlador de tráfego aéreo disse...

Grande Guilherme!

Depois - da comprovada gravidez negativa - como ficou a centenária avó no seio da família? Caiu em desgraça total ou foram complacentes com a "falsa" e doce vidente?rs

Boa série, boas risadas. Gostei da lembrança do Errol Flyn, o qual, como bom mocinho dos filmes "roliudianos" jamais teria posto o constrangido herói em tamanha e vexatória situação.rs

Parabéns pelos textos.

Ah, nas minhas atividades de ATC - Air Traffic Controller - vi muitos razantes do tipo feito pelo "ás" soteropolitano e, o pior, de forma irresponsável. Bem, isso foi só uma alusão ao seu comentário no meu blog, e que agradeço sempre.

Um abraço fraterno!!!

Å®t Øf £övë disse...

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:)

Abraço.

Å®t Øf £övë disse...

Pickwick,
Desejo-te um bom fds.
Abraço.

blastingcap disse...

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