NA BALADA


"Uma lua me ilumina / Com a clareza e o brilho do cristal..."(1)

Gosto tanto de danceterias que se pudesse teria uma luz estroboscópica em casa. Verdade! Luz estroboscópica é aquela luz de boate que dá a sensação de dançarmos em câmara lenta.
Ela emite pulsos luminosos em intervalos de tempo regulares, isto é, acende e apaga de forma sincronizada. Este efeito é um fenômeno da Física conhecido como Efeito Doppler, por sinal, um dos coadjuvantes empregado por esta ciência para comprovar a expansão do universo. A propósito, já observaram que, sob o efeito destas luzes, até mesmo dançarinos(as) desengonçados(as) dão a sensação de verdadeiros Nureyevs?
Percebam, também, que somente em um blog sobre nada é possível associar Física e boemia com toda esta naturalidade. Tudo é relativo, depende dos referenciais.

Mas retornemos às boates. Ah! As boates. É uma das maiores invenções da humanidade direcionada para entretenimento, flertes e romances.
Desde a mais tenra idade - e até hoje, as danceterias são uma espécie de extensão da minha casa. Há alguns anos, no Hotel Meridien, aqui em Salvador, havia uma danceteria chamada Le Zodiac. No dia seguinte, após uma noitada neste lugar, se encontrasse um amigo e este me perguntasse como fora a minha noite, a resposta era: "Beleza! Saí na macarronada". É que a Le Zodiac servia no fim do "expediente", de cortesia, uma macarronada. Portanto, a expressão significava que nenhum minuto de saudável diversão fora desperdiçado. Mas a rede Meridien vendeu este hotel ao grupo português Pestana, e, infelizmente, os caras fecharam a boate. Ei, vocês! Amigos portugueses que me lêem, por acaso não gostam de dançar? Se alguém aí conhece este tal de senhor Pestana, por gentileza, avise-lhe para reabrir a danceteria. Não nos importamos se ele substituir a macarronada por pasteizinhos de Belém.

Não sei quanto a vocês, mas quanto a mim, tenho absoluta convicção de que as boates foram concebidas para o flerte e o romance. E dançar, é óbvio! Senão, vejamos: primeiro, o local das mesas é meio-escurinho, o que as tornam mais aconchegantes; segundo, as mesas são pequenas, detalhe que aproxima mais as pessoas; e, finalmente, a seqüência das músicas é programada para estimular romances. Das onze horas até uma da madrugada, as canções têm ritmo acelerado, toca-se estilos variados, tais como dance, club, techno, trance, hip-hop, house, techno-funk, com a predominância de um ou de outro, de acordo a casa. É a fase da euforia, pura diversão. Aqui, vezes estabelece-se a Síndrome de Barishnikov, um mito improcedente, o de que é preciso ser exímio dançarino para se divertir e não dar vexame. Pura lenda! Numa boate, ninguém repara na sua coreografia. Se souber executar aquele passo fantástico - o moon walker - criado pelo Michael Jackson para o filme Thriller, ótimo! Mas se não souber, com movimentos minimalísticos também se divertirá do mesmo jeito. E se você é um daqueles que jamais encarou a pista de uma danceteria por conta destes receios, não sabe o que perdeu. Na verdade, não é preciso ser antropólogo para poder comprovar que o ato de dançar é uma das melhores práticas sociais para aproximar humanos.
Bem, continuemos com a programação das sequências musicais. Entre uma e duas horas da madrugada, é a hora da saudade, de flashbacks imemoriais e das canções lentas, românticas. Ótimas para se dançar próximo da garota; de rosto colado; de dizer e de ouvir palavras doces sussurradas ao ouvido; e de beijo na boca.

Se chegar acompanhado ou descolado, não faz muita diferença, pois o ambiente da danceteria é generoso, conspirador; raramente se permanece sozinho(a) por muito tempo em uma delas.
Um dado estatístico curioso é que noventa e nove por cento das boates de todo o mundo, sempre tem um cara que chega acompanhado da namorada, ou da mulher, além de mais quatro ou cinco garotas. Eu e os meus amigos, nos tempos de faculdade, batizávamos caras deste tipo com o nome de Queiroz, aquele que traz mulheres para nós.
Para um single, a etapa mais difícil ainda é derreter o gelo. Não me refiro ao da bebida, porém, ao iceberg existente entre o descolado e a ilustre desconhecida que balançou o seu coração. Mas o universo das danceterias - de igual modo ao nosso, também é um processo em expansão, rico em possibilidades. Associe um mínimo de imaginação a uma brincadeira pueril, e o que parecia impossível concilia-se de maneira natural. Por exemplo, em uma noite chuvosa, você pode pegar um daqueles canudinhos em forma de pequeno guarda-chuva que acompanham certos tipos de coquetel, e pedir ao garçom para entregar àquela moça sentada à mesa do outro lado da pista, acompanhado de um bilhetinho escrito num guardanapo: "Pra você. Lamentaria vê-la ensopar-se à saída da boate. Embora, aposte que ficaria linda de cabelos molhados". No mínimo, ganha-se o mais cúmplice dos sorrisos.

Aos noventa anos ainda serei um freqüentador de boates. E, se necessário, levo um geriatra para me assessorar. Até imagino a cena. No american bar, me aproximo de uma garota: "Linda moçoila! Posso oferecê-la uma vodca com Red Bull?" Lamentavelmente, nessa idade, a audição não é o melhor dos sentidos. Com a música a todo volume, não ouço a resposta da garota. Resta-me apelar para a velha interjeição: "Hein?" Raios! Parece que ela repetiu o que disse anteriormente, mas continuo sem ouvir nada. Com a mão, em concha, no ouvido, digo de novo: "Hein?" E, finalmente, a garota... como direi... potencializa a intensidade da sua fala: "A sua bengala está bem em cima do meu pé!"
Raios duplos! Um pequeno incidente. Mas o importante é jamais perder a essência. ;o)
__________
Notas:
(1)
Michel e Gilson Mendonça, na canção Descobridor dos Sete Mares;
No Brasil, ir para a balada, é o mesmo que ir para a noite, se divertir.

89 comentários:

Claudinha disse...

Caro amigo, estou no final dos anos 70 lá no TP e você vem me falar das boates... POis foi bem nesta época que comecei a fugir do velho Xerife e dar minhas dançadas a la Travolta e Sônia Braga in Dancin' days... E daí nunca mais parei. Não sei dançar as danças de salão. Sei deixar a música tomar conta de mim e o resto que se dane... Maridão que me siga se quiser, se não, que me espere, rsrs. Também adoro a luz estroboscópica, adoro os efeitos luminosos e sonoros, sou da noite... Gostei demais do post, mas não sei se vou a balada de bengala, acho que não vou dar esta bandeira, hahaha. Beijo.

Teté disse...

Pois é, já houve um tempo em que todos os fins de semana ia dar o meu pé de dança. E gostava! Muito, até! :)))

Mas agora já acho chato! Ainda não uso bengala, mas na maioria olha-se para os lados e são só miúdos novinhos, da idade do meu filho e sobrinhas. Depois, em locais mais institucionais, são só gajos de meia idade (a minha também) acompanhados por umas moçoilas 20 anos mais novas. Com azar, ainda se encontra algum conhecido no meio desses "garanhões"... ;)

Quanto ao Pestana, lamento, mas não conheço ninguém com esse nome cá por estas bandas! A não ser o João Pestana, mas esse é personagem de ficção!

Mas adorei o teu texto, que tem aquele saborzinho a velhas memórias!

Beijocas grandes, Oliver! :)*

Luisa disse...

Aqui toda a gente conhece o Sr. Pestana mas ele nunca me foi apresentado...Tenho pena se não fazia logo o teu pedido e tenho a certeza de que a tua boite reabria logo. (aqui somos muito snobs e escrevemos sempre boite, à francesa). Também gostava muito dessas boites de Lisboa, onde só ia gente fina. Havia uma na linha do Estoril onde tocava o Segundo Galaza, um animador, um verdadeiro artista ao piano. A música era tocada baixinho e as luzes muito veladas, tão veladas que nem se via quem estava a dançar na pista. Quem não queria dançar, ficava na mesa a conversar à frente dum copo de uisque, muito geladinho. Isso tudo desapareceu. Agora já não há boites mas discotecas onde o barulho é infernal e onde entra toda a espécie de gente, tudo miudagem que ó sabem dar pulos, berrar e drogarem-se. As boites com música ao vivo são raríssimas e caríssimas!!!! A noite perdeu toda a graça para a minha geração. E ainda por cima é perigosa! Fico em casa a ver televisão...

Desnuda disse...

hahahahahahahahahah Adorei! Você escreve de um jeito Oliver, que vou lendo, rindo do texto e rindo muito mais pelas imagens que me vêm a cabeça! E daí você pode imaginar as gargalhadas que dou! Nunca fui a uma reunião de condomínio. Acho um saco. As vezes temo por alguma reclamação de algum condômino mais soturno.

Fui lendo e me sentindo a própria sra Queiroz! Porque eu levo a garotada pra danceteria.O "Cearenso" não gosta. E quando vai fica afundado numa poltrona de canto com cara de enfado. Mas eu gosto de dançar! Danço em frente o espelho, tomando banho ( pior se cantasse...Em apt tudo se escuta pelo banheiro), e saindo do banho, me vestindo... Quando mais nova levava o som pro banheiro! Muito bom dançar debaixo do chuveiro. Já experimentou?

Tenho um amigo que costuma dizer: você excede. Numa pista de dança a afirmação dele está correta...Outro dia numa outra cidade, chegou um e tascou:what's your name? Respondi meu nome é Sarinha! Ele - Você é professora de dança? ( Em português mesmo rsrsrs) Eu - advogada. Fiquei achando que errei de profissão!!!

Tive um amigo, super vaidoso que chegou comprar aquela vó das novíssimas parafernálias - a tal da luz negra. Tudo para ver se sua roupa iria chamar atenção na boate! E foi de fato um alívio para seus amigos que não precisariam passar a noite toda respondendo que ele estava maravilhoso. E de fato, aparecendo...

Mas você sabe, a garotada de hoje vai mesmo pra dançar. Se rolar a paquera, tudo bem. Outro dia, num blog de uma mocinha( muito bonita e inteligente) ela colocava isto em questão. Que estava chateada com este conceito. Que os carinhas das danceterias caem em cima achando que elas estão a procura. Isto a deixa irritadíssima. E disse preferir um bom livro por este motivo...


E confesso que sua visão do futuro com um geriatra e aparelho de surdez é ótima. Mas vou logo avisando... Descarrega a bateria em alto som! Sei disso, porque estava acompanhando um trio elétrico, com som altíssimo. Como estava só, meu "cearenso" se sentiu obrigado a me acompanhar. Até que eu falei algo com ele e nada....Gritava e...Nada! Ele me pegou e partiu em direção ao nosso apto. Aí rapidamente entrou e trocou a pilha do aparelho de surdez dele. Ainda exclamei- poxa! Porque você não trocou isso antes de saírmos? Ele disse que descarregou pelo som alto...Confirme isso pra mim e pra você também, viu? Rsrsrsrs


Grande beijo, Oliver!

f@ disse...

Com essa da bengala até me recordas-te que sou um pé de chumbo... motivo pelo qual fiz rir a Ju há mtos posts lá no inicio...

Com toda essa imaginação não vai haver gelo que resista... as luzes a piscar nas bebidas a aquecer... decerto não vais precisar de bengala...

Beijinhos das nuvens

Rosamaria disse...

Vim ver se tinha novidades. Estou em viagem, volto amanhã pra casa e venho ler teu post que, com certeza, é bom como os outros.
Bjim.

Mariana disse...

Que o seu final de semana seja tão gostoso qto um morango com chantilly. Um beijo

Flávia disse...

Gente, eu amo boate. Amo. Nasci no finzinho da década de 70, comecei a ir no início dos anos 90... e até hoje não dispenso. E olha que sou uma chata pra escolher festa... mas aquelas luzes, aquela batida, aquela pista, aquela música que vai invadindo e invadindo e invadindo... AMO.

Beijos :)

Dona Sra. Urtigão disse...

Puxa ! Voce ligou um tal de saudosismo, coisa que em geral não me aflige. Uma mulher velha em boate ? Só se for festa de formatura dos netos... mesmo assim creio que pediriam para ceder o convite para alguem da galera...
Baile de terceira idade é aquela "coisa"... Galera de terceira idade para ir a boates...Onde estão ?

isabel mendes ferreira disse...

lugares de inventar um momento feito de música e de "encontros".


.


dançar ao som do "nervo" e beber a noite num copo de sedução....


:)


.texto de memória recente com décibeis de humor.


.


abraçooooooooooooooooooo.

Lu disse...

Caro amigo Oliver, tu nos faz rir!
Também dizia isso e não faz muito anos,quando encontrava meus sobrinhos e filhos na boate:Vocês vão me ver de bengala, mas na noite!
Nem tempo feio e frio me seguram em casa nos fins de semana.
Mas aí aquele som, stunk, stunk, stunk, foi tomando conta dos ambientes,a minha recuperação pela ressaca e sono já não era a mesma,doia aqui e acolá e acabei largando a vida noturnica.

Um ótimo sábado, meu blogueiro favorito.
Beijo!

P.S.: Tantas coisas acontecem e tu não sabes, coisa de cavalaria atrasada.

Sunshine disse...

"Shake it...", pois pois ... veio no ritmo da discoteca ;))

Que bem sabes descrever a noite !!

E que saudades despertas, agora nada é como dantes. Tal como a Luísa também frequentei a "balada" da noite em Lisboa e na linha do Estoril até Cascais e nem te passa pela cabeça a quantidade de "boates" que naquela altura havia por ali, qual delas a melhor, onde se dançava e conversa e namorava e etc ... e tal ;))

O som como o descreves, por aqui já não é nada disso, só o repetir dum ritmo ensurdecedor e mecânico e droga em todo o lado ... enfim ... outros tempos :(

Quanto ao Pestana e seu Grupo ... pois é muito conhecido sim, mas quem lhe chega ?? Talvez deixando a mensagem no site de um dos seus luxosos hóteis ... quem sabe ??

Pelo que pude perceber conheces os Pastéis de Belém ?? e que tal ???
uma tentação ...

Bem, vai longo o coment, foi na onda da balada, faz bem recordar ...

beijo e um bom domingo por aí

Shake ... shake ... shake ;)

BANDEIRAS disse...

Querido amigo,

Também lembro muito bem o quanto pode ser agradável se deixar levar a uma balada...
Hoje já nem tanto, mas se você prometer não colocar a bengala em meus pés, ficaria encantada ser convidada a próxima dança...
About Pin Up Girl, assim você me cativa, não vale, recoloquei a foto...
bjs

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

E não é assim?
Você imita a vida ou a vida imita você?
beijos, amei!

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

E não é assim?
Você imita a vida ou a vida imita você?
beijos, amei!

MARTHA THORMAN VON MADERS disse...

E não é assim?
Você imita a vida ou a vida imita você?
beijos, amei!

passionatta disse...

Caro Oliver...aceita os meus sinceros parabéns pelo blog de tão bom gosto e com a escrita mais inteligente que já pude apreciar...voltarei se me permites...beijo

Å®t Øf £övë disse...

Pickwick,
Penso exactamente como tu, e também eu aos 90 anos ainda pretendo ir a uma boate, mesmo com todos os inconvenientes que isso me possa trazer. Digo-te que sou de tal maneira fanático por boates que quando era adolescente criei uma em minha própria casa, e nem a luz estroboscópica faltava. Quanto a essa boate do Hotel Meridien também cá em Portugal havia, e eu a frequentava todos os fins de semana, mas infelizmente também por cá já fechou. A única diferença é que cá não serviam a tal da macarronada.
Abraço.

Paula Crespo disse...

Meu caro amigo, pastéis de Belém só em Belém mesmo! Terá de vir até cá, ou você fica-se por uma pálida imitação!
Slows, em discotecas? Só se for aí, porque por cá, infelizmente, isso já terminou há, pelo menos... uns 15 anos! :):)
Beijo

By myself disse...

Aqui, os hotéis do grupo Pestana tabém não têm boite ou danceteria. Tanto quanto me apercebo pelos hotéis onde fico frequentemente, é um conceito em vias de extinção. E de facto, agora há tanta oferta que nem se justifica acumular.

Beijos e bom domingo.

Olhos de mel disse...

Oie lindinho! Amei seu post! Sabe, eu também adoro boates! Mas acho que hoje, já não oferecem tanto romantismo, como as de antes. E dançar sob os efeitos dessa luz, realmente, é demais!
Bom domingo! Beijos

bat_trash disse...

Hahahaha...fartei-me de rir com teu post e imaginando-te com 90 anos numa boate, assessorado por um geriatra,paquerando uma ninfeta, e ela te respondendo:
- "A sua bengala está bem em cima do meu pé!"
Se dependesse de minha vontade estaria em uma boate todo dia.
Nota 1000!

Bat Kiss.

BlueLightSpecial disse...

Querido Pickwick, pois pela primeira vez encontro alguém que como eu quer ter uma luz dessas em casa! Pedi-a aos meus pais na adolescência e mandaram-me passear, ehehehe, pedia-a ao meu marido, ele riu-se.... não achei piada aí, lol, e até hoje sonho com isso. Acho lindoooooooooooooooo! Vamos comprar uma para nós? ihihihih Nem que seja aos 90 anos de bengala os dois juntinhos, combinado?
Beijoooooooooooooo!

carla granja disse...

olá amigo! como estás ? aqui em portugal a gente usa mais os nomes de bares para boates e discoteca para dancetaria :) eu gosto daqueles bares com musica ao vivo e o pessoal a dançar junto :) mas tmb gosto de discoteca :) sempre adorei musica e mesmo em cas tenho sempre no volume máximo :) cá espero por ti ,paar mais um momento de poesia :) bjo e bom domingo e inicio de semana
carla granja

BANDEIRAS disse...

Bom dia,

Acordar cedo, hoje é dia de votação, apareça e deixe seu voto em Bandeiras,
bjs

São disse...

Adoroooo dançar!!
Mas , para meu gosto, as músicas estão sempre no limite do berro.
Impossível aceder ao seu vídeo e deixar comentátio também não deu.
Que tenha um domingo bem dançante.

Vieira Calado disse...

A sua dissertação sobre boîtes (à la française...) é uma dissertação sobre você mesmo. Interessante como são os discursos inteligentes.
Eu sou mais de bares.
Praticamente passo 2, 3, ou 4 horas diárias em bares. Ainda não tenho 90 nem oitenta, mas para lá caminho.

Um abraço.

JC disse...

Achei engraçada a forma como escreveu sobre as boites. Houve tempo que aqui, em Portugal, frequentava todos osn finsde semana discotecas, mas nem por isso deixei de ser o pé de chumbo que sou hoje para dançar.
Prefiro ir a um bar ouvir uma musiquinha, trocar dois dedos de conversa e no meio de tudo isto beber um copo.
Abraço

Rafeiro Perfumado disse...

Infelizmente o tio Pestana quer dar ares de turismo de qualidade às suas cadeias de hotéis, pelo que dançar não deve caber nessa sua definição. Mas se eu o encontrar, irei transmitir-lhe a tua opinião, ok?

Abraço!

Cristiana Fonseca disse...

Olá Oliver,
Belíssimo texto, simplesmente adorei.
Tua escrita é fantástica.
Peço lhe desculpas pela ausência, estou a terminar um desenho carregados de detalhes.
Abraços,
Cris

Klatuu o embuçado disse...

Com a crise que vai... até bengala de velhinho tem o seu eros; decerto bem melhor que guri viciado em celular! LOL!!!

Abraço!

Nadezhda disse...

Aqui onde moro não tem nada que preste. (nem que não preste também, porque não tem anda).

Mas eu me sentiria um robô em lugares assim.

;)

Carol Barcellos disse...

Se tiver só uma estroboscópica na loja, vai ter briga, já estou logo avisando: é minha!!! Tb sempre quis ter uma, é o mááááximo! Não sou de danceterias, mas uma danceteria particular, em minha própria casa, pra dançar qdo eu quiser....que maravilha!!!
Agora, vou acabar de ler o post. Não me contive, tive que comentar logo, hahaha! ;o>

Carol Barcellos disse...

Seu post está um com aquele sabor....Moça Fiesta beijinho!!! Hmmm, sabor de festa! Gostei da música do Ed, ótima! Dançar é mesmo uma das sete maravilhas do mundo! Eu não passo um dia sem dançar, com certeza! Aqui pra mim só falta aquela luz estrobo...something, hehehe...

Olha, aquela cantadinha do guarda-chuva, excelente, não há como não sorrir, pelo menos... ;o>
Você com 90 anos na pista de dança, vai ser mesmo um charme. Bem, minha avó costumava dizer que homem que vc conhece na pista de dança, qdo casa, volta pra pista de dança, e vc é que dança, hahaha, e não é que é verdade mesmo? ;oP

Beijocas doces cristalizadas psicodélicas!!! ;o>

Carol Barcellos disse...

Voltando (hoje tô demais, hahaha!)...
Vc já dançou alguma música do Enigma? Além do efeito da luz, há também o efeito da música. Vc deve conhecer, mas aqui vão umas sugestões mirabolantes, hahahaha: "I love you", "Hello and Welcome", "Feel me heaven", "Almost", "Between mind and heart" e "Eyes of truth"...
Eu me sinto uma deusa qdo danço essas músicas, realmente causam um efeito psicológico irreversível, o que significa que estou me sentindo uma deusa até agora, hahaha...
Se nunca ouviu, pelo menos, ouça, e depois me diga o que achou.

Bjs dcs crstlzds!!! ;o*

Sérgio Luyz Rocha disse...

Rapaz...esse post me pegou de jeito. Vamos ver se me explico: primeiro que foi de um humor, seguramente, dos mais requintados e conseguiu a proeza de fazer-me rir (embora eu tenha senso de humor, pouco sorrio do humor que vejo e ouço por aí); segundo que lida com temas que me são especialmente fascinantes: mulheres, flerte e dança. Quando adolescente, tempos da disco music, pouco fui a discotecas, motivo: jurava de pé junto tratar-se de uma proposta alienada - engajamento estudantil, MPB, rock, jazz, soul music, política, tudo menos a diversão - pura babaquice - costumo dizer (HOJE) que se todo jovem lesse duas horas por dia e dançasse outras duas, sua militância fluiria muito mais intensamente...
Não vou me prolongar...tem assunto pra mais de hora...rsrsrs

Só pra encerrar = não esqueça que quem batizou as crônicas dos "amores urbanos" foi você...Valeu!!!

Abração!!

Andreia do Flautim disse...

Uma boa semana para ti!

vida de vidro disse...

Adoro dançar, por isso identifiquei-me muito com o seu post. Claro que discotecas (é o termo, por aqui..) eram mais aqui há uns aninhos... :)
Quanto à reabertura da danceteria, não me parece que faça o género do grupo Pestana. São mais altas cavalarias... :)**

Magui disse...

Excelente texto com uma pitada de senso de humor fino.Eu também gostava de boites mas tem um detalhe que você vai entender com o tempo:Boite foi feita apra jovenzitos. A discriminação contra as pessoas que passam dos trinta é muito grande .O ambiente fica tão contra você que vc não volta. Infelizmente.

Krika disse...

Oi Oliver!

Nossa, na verdade nem sei quem sou. Acho que invento personalidades que nunca existiram, rs. Ou sofro de múltiplas ... A respeito do seu texto, também gosto de boates, mas para falar a verdade sou mais tranquila. Troco facilmente por uma conversa entre amigos num barzinho. Entretanto, quanto a luz estroboscópica é uma ótima ideia, ui, rs.

Bjo! ;)

Dri Viaro disse...

Oi amigo, uma otima semana
bjs

Cöllyßry disse...

Respondo...primeiro o sentir da Alma...depois sim a imagem...

Ummmm, adoro dançar, e como gostei deste texto...sempre a renovar...


Beijitos


olharIndiscreto

maria josé quintela disse...

que bom voltar a partilhar as suas memórias connosco.


e com aquele toque de humor que torna os seus textos tão viciantes!


este texto fez-me regressar bem atrás no tempo!



um beijo oliver.

Gerlane disse...

Ah! Este post me deu aquela saudade! Mas, do tempo em que as boates tocavam músicas bem mais estimulantes e alegres que esse som do tipo "bate-estaca", como chamamos aqui em "Ricife".

Há uns 15 anos atrás, quando eu saía da boate, com o dia amanhecendo e a calça jeans colada no corpo, molhada de tanto suor, e "cheirando até a alma" à fumaça de cigarro.

"Velhos tempos, belos dias"!

* Beijos pra ti!

Å®t Øf £övë disse...

.....oooO.............
....(....)....Oooo....
.....)../. ...(....)..
.....(_/.......)../...
.............. (_/....
... PASSEI POR .......
.......... AQUI ......
......................

Lu disse...

Obrigada, por definir meus escritos. Bem observado, foi acontecendo...Um dia explico bem isso.


Concordo em não se publicar, quando não temos inspiração e nem vontade. Se bem que tu tens as suas músicas para esses dias, em que lhe falta tempo.

Uma ótima semana, beijo!

Rosamaria disse...

Oliver

Fiquei pensando...se gostas tanto de My Fair Lady e outras músicas do gênero, como gostas tanto de baladas e luz estroboscópica.
Bem, eu tb gosto, só que pelas circunstâncias não posso ir a uma balada. Como a Desnuda, danço sozinha em casa, no chuveiro e estou dançando aqui enquanto escrevo, pq essa música é ótima!

Mas acho que ia gostar mais entre uma e duas horas da madrugada. Bem...depende...
Adorei o 'pequeno incidente'.

Bjim, cosquirídia!

SAM disse...

Oi Oliver!


Pois ia lá ontem...na horinha deu uma queda de luz e perdi a conexão. Mas vou lá hoje, sim senhor!

Desnuda fala muito... Te aconselha a tomar banho dançando, esquecendo-se do sabonete! E se cair, o sabonete? RRSRSRSRSRS


Beijão!

Gin e Rum disse...

Saudações vizinho.

Falaste em algo profundo desta vez... B-O-A-T-E-S!!
Para um inveterado consumidor de bebidas, só tem uma coisa que o alegra mais do que o simples ato de beber: Beber em uma boate!

Ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro são os 'requisitos' para uma vida completa. Eu colocaria mais um: Virar a noite bebendo com os amigos em uma boate.

E tenho dito.

Um drink. À essas maravilhas do mundo!

Rum.

* Os cubanos e os jamaicanos são os melhores. Aqueles por serem mais leves e refinados, estes por serem os mais fortes.

Rodrigues Bomfim disse...

Boate já foi um lugar muito prazeroso de se frequentar pra relaxar a alma. Hoje em dia, pelo menos aqui no RJ, frequentar uma boate é correr o risco; diversos grupos de jovens que frequentam a as boates enchem a cara de vodca misturado com energéticos e outras coisas mais! Ficam doidões e a partir daí não respeitam quem quer que seja; abordam mulheres acompanhadas, partem em grupos para agressões covardes e descabidas. Hoje mesmo saiu, nos jornais, (ver no G1.globo.com), mais uma noticia triste de confusão em boates. A jovem vitima ta toda arrebentada.

Abraços e ótima semana pra vc.

Rodrigues Bomfim disse...

Boate já foi um lugar muito prazeroso de se frequentar pra relaxar a alma. Hoje em dia, pelo menos aqui no RJ, frequentar uma boate é correr risco de vida; diversos grupos de jovens que frequentam as boates enchem a cara de vodca misturado com energéticos e outras coisas mais! Ficam doidões e a partir daí não respeitam quem quer que seja; abordam mulheres acompanhadas, partem em grupos para agressões covardes e descabidas e praticam arrastões na saída da boate. Hoje mesmo saiu nos jornais, (ver no G1.globo.com), mais uma noticia triste de confusão armada em boate. A jovem vitima ta toda arrebentada.

Abraços e ótima semana pra vc.

Mila disse...

Já gostei de balada.... mas não gosto de muitas coisas nela... sobretudo o cigarro que me torno quando saio delas....
É... já gostei de baladas....
Beijos Mila

São disse...

Olá, querido amigo!
Reler a sua prosa humorada e escorreita é sempre um prazer a repetir.
Grande abraço por sobre o azul oceânico.

heretico disse...

perpassa aí "perfume de mulher", meu caro! excelente...

... e de bangala em riste até ao noventa!

abraços.

Mary West disse...

Gosto de baladas regadas a boate. Mas são tão caras aki na minha ilha. E eu sou soh estagiaria. ;)

f@ disse...

Esclarecimento ... Oliver pé de chumbo nada... sapato de chumbo...lol... que o meu pé é leve, de bailarina... já o sapato pesa mas só se fôr "Inverno" ... tb como poderia ter entrado lá na Roda Medieval se assim não fosse?

Beijinhos das nuvens

Rosamaria disse...

Mr. Pickwick, está lá, editado, o post que fiz ano passado sobre o desenho originário da foto do cabeçalho do blog.
Te espero lá.
Bjim.

vsuzano disse...

boates ??? hehehehehe


mas que lembranças me ocorreram...

bom fim de semana

gabriela rocha martins disse...

esta absoluta dependência
esta absoluta necessidade

de TE ler

trazem.me ,de volta ,recordações mil



.
um beijo ,ao retardar

BlueLightSpecial disse...

Podemos dançar sob luz estroboscópica na Second Life aos 90 anos ou na idade que nos apetecer, lá envelhecemos na medida dos nossos sonhos.
Beijo a dançar para ti Pickwick!

Gata Verde disse...

Sem dúvida que são um optimo local de romance!
;)

beijocas

Menina do Rio disse...

Eu diria; bons e velhos tempos! Hoje em dia as boites são na maioria "fumacê" (excesso de gelo sêco) e música eletrônica. Saudades dos anos 70/80.

Um beijo

akasha disse...

A balada hoje está rolando em nosso bar ao som de Alice Cooper...)

Carla disse...

como entendo essa tua relação próxima e forte com a dança e com a música...talvez porque muitas vezes precise desse ritmo a entrar no meu corpo
beijis

Manuela disse...

Ahahahah, grande maluco.
Eu também gostava dessas coisas das luzes.
E até que dançava bem.
Mas a adolêscencia passa depressa.
Beijo
Manuela

jo disse...

Fiquei deliciado com a tua descrição de tudo o que envolve uma boîte e da noite essa grande cumpice de todos os seres humanos.Hoje em dia em Portugal já nada se passa assim, mas sim, uma chinfrineira enorme em que trocar 2 palavras ou escutar meigos sons, mesmo que sussurradas ao ouvido, se torna impossível! Mais, a droga nos novos locais é "mato" e a miudagem cada vez mais cedo se embebeda e acaba por não "curtir" verdadeiramente a noite. Abraço

Dri Viaro disse...

Oi, vim deixar um beijo so , ja que ainda nao tem pot novo
bjs

Manuela disse...

Vá lá ver a receita, mas dos pastéis de nata não dos de Belém, essa queria eu também...para saber sobre os pastéis de Belém se quiser saber um pouco da história vá á Taverna e coma um ofereço eu.
Sabe há uma diferença de sabor apesar de serem parecidos, os de Belém têem um sabor diferente dos pastéis de nata.
Gosto dos dois mas prefiro os de Belém, e sabe que é um doce que engorda pouco?
Claro se for comido com moderação.
Beijito
Manuela

déia disse...

como sempre muitos comentarios

menino bom!

voltei..demoro muito + sempre apareço =D

enfim.. passando pra dá um OI e dizer q to viva

vou ler seu conto agora

=D

Dani Abadie disse...

não me recordava de ter me divertido tanto com um post teu como este de agora.. lembrei de boas histórias noturnas banhadas de muita música e sky blue no Barbazul, ou ainda, do terrivel conhaque de pessego do Encoraçado..
Aqui em Porto Alegre essas duas casas noturnas são a água e o vinho.. Em uma, no Barbazul, se tinha o melhor dos anos 80 e 90, em especial dance e pop; ótimos drinques, telões, velas nas mesas.. No extinto Encoraçado se tinha um rock trash de porão e bebidas tiradas de uma taberna (eram horriveis, mas todos se divertiam vendo a cara da próxima vítima do conhaque ou da cerveja barata)..
Um dia ainda escrevo um post sobre isso.. ^^
Peço desculpas por andar um pouco sumida dos comentários do teu blog, mas esteja certa que sempre o leio..

bjO.. ;D

Renata Maria Parreira Cordeiro disse...

Amigo:
Fiz nova postagem sobre um filme policial, há poemas meus, outro traduzido, imagens novas e outras do post antecessor, flores, etc.
Estou à sua espera.
Um abraço,
Renata

SÓ EU disse...

Quero que conheça o meu Blog. Não vai se arrepender.
Beijo,
Lucienne

Leonor disse...

Dançar é realmente das coisas boas que há na vida, adoro!!

e nada como libertar da semana, dando um pézinho de dança e descontraindo completamente. Já fui mais, claro, agora é mesmo mais estar em bares a ouvir, mas não digo que não quando surge a oportunidade.

Adorei a descrição, não o consigo imaginar aos noventa anos, surdo e de bengala...

beijos

Lu disse...

Tá não há!
Mas estas chegando com mais tempo...rsss

Um beijo!

P.S.: A propósito, já comprou a bengala?

Jacinta Dantas disse...

Rapaz,
já me prometi que, um dia vou entrar numa aula para aprender a dançar. Fico com água na boca vendo as pessoas se soltarem em belos passos, principalmente, em dança de salão.
Mas, do seu texto, gosto de perceber sua paixão e disposição diante da vida. A expectativa de frequentar boates após os noventa, em si, já é uma declaração de amor ao seu viver.
Adorei te ler.

PS: deixei a resposta para você lá no florescer. Adorei ver você por lá.

Cleo disse...

Oliver! Obrigada pela gentil visita, adorei. E meu blog deveria ter o nome de Miscelânia, mas agora não posso trocar, pois já é uma referência o Infinito Particular, e não deixa de ser um infinito de coisas particulares mesmo que vou agregando, tudo quanto leio e gosto, coloco ali.
Muito bom teu blog, lindo.
e quanto a boate, dançar é mágico, bem como você diz, uma das melhores práticas sociais para aproximar o ser humano.
Então vamos dançar.
Belas escolhas musicais, Take Five, My Funny Valentine, Romance.
Na realidade teu blog é fantástico, parabéns.
Beijos e ótimo fim de semana.
Cleo

akasha disse...

Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!Bom Samhain!

Cleo disse...

Oliver, voltei. agora que vi teu outro comentário na postagem sobre o tempo. É verdade, também concordo, o tempo não existe. tempo a gente cria, criamos o tempo e nos trasladamos nele, ou então ele será apenas o momento da degradação da matéria. Deus me livre disso. Alguém disse isso, não são minhas as palavras, só não lembro quem escreveu e nem onde li.

Obrigada por criar um tempo e vir me visitar, eu gostei muito, só assim conheci este teu espaço maravilhoso.
Cleo

tossan disse...

Foi muito bom passar por aqui outra vez, vc alegrou o meu dia com esta ótima postagem. Abraço

Silent Raven disse...

É sempre bom passar por aqui, divagar com as dissertações que se espalham ao longo das linhas deste blog e pensar um pouco sobre nada...
Abraço...

Clarissa Barth disse...

Li há alguns dias mas só agora venho comentar (que vergonha!). Gostei de saber desta tua faceta baladeira, não imaginava... eu ainda pretendo colocar uma bola espelhada pendurada no teto da minha casa (que tem pé direito de 7 metros, acho que vai ficar legal...) Lembra das sandálias de plástico brilhantes? Meias "melindrosas"? Será que tinha na Bahia? No Sul tinha, eu adorava. Mas este teu lado baladeiro deve gostar de ABBA, não é possível! Deves ter dançado e não confessas. Beijos!

BlueVelvet disse...

Nossa! Que saudade este post me tráz. Desse hotel, dessa boate e dessa macarronada. Eu conheço muito bem o Pestana.O que é que você quer mesmo? A boate de volta, ou a macarronada?iac iac iac
E a saudade de dançar bem juntinho, coladinho? Menino, isso acabou por aqui há nos e anos.
Mas vou te contar. Você é um perigo. Tem cada truque, que não duvido nada que aos 90 anos ainda caia na gandaia.
Excelente, como sempre.
Beijinhos e pastéis de Belém

O Sibarita disse...

Pois é, né? Rapazz... kkkkkk

Que bom poder curtir isso ai, eu imagino o porreta que não era, bons tempos aqueles e é verdade depois que o Pestana entrou muita coisa mudou, para pior, é claro!
kkkkkkkkk

Tá legal, muito legal mesmo o texto!

Eita baiano porreta!

abraços,
O Sibarita

Mariazita disse...

Oi, Oliver
Muito boa sua descrição das boates e comportamnetos aconselhados a quem as frequenta.
Sabe que nunca conheeci ninguém que não gostasse de dançar???
O final da bengala no pé tá demais!!!
Beijocas
Mariazita

Filoxera disse...

Humor e um dom especial para escrever. Muito bem!
Beijos.

Noslen ed azuos disse...

Já não é de se imaginar: você sabe levar a vida e não é que uma das melhores coisas do mundo é dançar e dançar até se acabar, lógico, acabar nos braços daquela garota que nos olhares flash foi formando um encontro no meio da pista. E para aqueles que a sorte não sorriu, resta se acabar na macarronada, !!!plix tem queijo ralado aí???

Muito bom! Abração!

ns

ANA DINIZ disse...

Ai, meu Deus, eu não gosto de agito, mas adoro o seu texto! E sua alma livre, atemporal, Oliver. Cheio de energia e de Luzes vívidas!

Vc é lindo.

Beijos mil.

Ana

Adriana Costa disse...

Adoro boites, adoro dançar e meu namorado também! Ufa! rsrs
Cheguei aqui pelo Bar do Ossian, e já estou encantada!
Voltarei com mais calma para ler mais postagens, a trilha sonora é muito convidativa!

Beijinhos

Tio Rogs disse...

Que descoberta esse teu blog.
Mas olha, "Queiroz" fui eu que inventei; Tá até registardo nas "gírias em patentes". Podes conferir!

Não sei como esta gíria foi sair aqui do sul até a Bahia. rsrs

Abraços