A maldição de Fu Manchu - Parte 1


R
etirado para futura publicação em livro.

123 comentários:

manuela disse...

Muito Romântico este texto.
Adorei.

Mas o Palhaço é ladrão de mulher???

Essa não entendi...ehehehh.

Como sempre um texto magnífico, memórias espantosas.
Ainda bem que não sofre de Alzheimer...eheheh.


Beijinho

Manuela

Noslen ed azuos disse...

He he, sua história sai do lugar donde a leio e me convida a rir e pensar...pensar...pensar...saudades

Abraços.
NS

mjf disse...

Olá!
Vim agradecer e retribuir a tua visita
Gostei do que li
Voltarei
Beijos
Bom fim de semana

cassamia disse...

mais uma vez, maravilhoso.
sabes muitas vezes me pergunto, euque também sou do interior, lá dos confins, o que se perdeu e o que se ganhou, e confesso-te que a maior parte das vezes acho que a balança está muito desiquilibrada:(
adorei a tua história e voltarei para a parte dois.
beijos

Sunshine disse...

Como sempre, mais um post com memórias de uma meninice não muito distante e que me "agarra" a uma leitura imediata seguida de uma reflexão sobre as suas pripécias ...
Menino priveligiado mas que tão bem se integrava com todas as crianças, sabendo estar com elas como se fosse um "moleque" também. Uso a palavra não no sentido depreciativo mas porque a vejo como designação de crianças, sejam elas de que extracto social for. Loiro e de olhos verdes ... porque será que se associa sempre essa aparência a crianças "bem", para mim continua um enigma essa associação.
Aprecio a atitude de seu pai, homem sábio, que ao mesmo tempo o apoiava, mas que seguindo uma norma que considero correcta não contraria a postura de sua mãe, ao mesmo tempo lhe faz sentir que estava prejudicando, ainda que sem maldade, as outras crianças e suas familias.

Uma vez mais, como vem sendo seu hábito, deixa suas leitoras pendentes da 2ª parte... maldade sua... pois fico ardendo de curiosidade relativamente a "vender cotias" dado que a explicação do "gritar o palhaço" aqui está tão bem descrita que me imagino, criança, cantando como elas ...
Toda esta história ... e seu jeitinho de a descrever, fazem surgir um sorriso, ainda que triste, talvez ainda não tenha conhecimento, o meu pequeno amigo Sting, partiu para sempre.

Fico esperando a 2ª parte ... até lá, voltarei para reler e apreciar suas memórias .... Um bom fim de semana e como diz ... Let the sunshine ... (suspiro)
Um beijo a todos os habitantes do condado...

isabel mendes ferreira disse...

pergunta:


com resposta urgente.


C O M O se E S C R E V E
assim?


.


aguardo.

:)

enquanto e por enquanto delicio.ME.


__________________
obrigada. muito.

beijo.
deste lado...

FINA FLOR disse...

é, os tempos são outros....

beijos, querido e bom fds

MM.

Gi disse...

Venho esta noite dar a atenção que a tua escrita merece. Com tempo. Agora deixo só um beijo e uma breve nota para te dar conta de um prémio que deixei para ti lá no meu canto.

Blogger do dia. mais do que merecido

noite feliz

FERNANDA & POEMAS disse...

Olá querido Olivier, li e reli o teu texto e simplesmente adorei... Bom fim de semana,
beijinhos de carinho e ternura.
Fernandinha

Sah disse...

Olá querido Oliver!

Gostei do seu pai! Muito sensato. Deve ter aprendido um bocado com ele, hein?! É dele também essa "veia" para o empreendedorismo?

Um grande abraço e um ótimo fim de semana pra vc!

Jorge Elias disse...

Doces lembranças!

Grande Oliver, hoje venho aqui te sugerir um livro.
Penso que, caso ainda não tenha lido, vale à pena a dica.

A LONGA HISTÓRIA
Reinaldo Santos Neves - Bertrand

Não é porque o autor é capixaba. Eu fiquei realmente fascinado com a qualidade do texto.
Um romance alongado, com todas os ingredientes que vc deve gostar.
Caso leve em consideração a sugestão e leia o livro, diga-me o que achou.

Abraços,

Jorge Elias

Menina do Rio disse...

Bom demais relembrar as peripécias de criança... Essa musiquinha do palhaço é famosa em todos os circos do interior.
Olha Oliver, Asvezes eu não sei se rio do que contas ou da "forma" como contas!! Mas é muito bom ler-te.

Um beijinho de bom final de semana

Sr do Vale disse...

Esperei a semana inteira, não foi fácil, uma semana dependendo do ponto de vista, pode ser uma eternidade. E veio em 2 partes, caramba! o que faço agora? leio a primeira ou espero mais uma eternidade?

Abraços.

Nadezhda disse...

Falando em feiras, descobri hoje que as laranjas do pé aqui de casa, são doces. Quase uma década depois.

Minha avó fazia a mesma coisa. Quando eu era bem pequena, lembro que às vezes ia na feira com ela. De sábado e domingo.
A feira ainda existe, no mesmo lugar, mas não com o mesmo movimento.

Não sei de onde, mas lembro de algumas partes dessa música ;)

Sérgio Luyz Rocha disse...

Curioso, muito curioso. Embora nascido e criado em São Paulo (capital), vivi todas estas estórias (exceção feita à velhota que no meu caso não era tão velha e que levou a notícia aos meus avós por outros motivos e olhos do meu avô que não eram azuis, embora, por vezes,enganasse), até mesmo o circo!! Em bairros mais afastados do centro, ainda era comum a passagem de circos há trinta anos mais ou menos.
Fico aqui pensando que as estórias são práticamente as mesmas, o que muda é o jeito de contar.
Boas recordações.
Aguardo as próximas...
Grande abraço!

un dress disse...

bemvindos

ao maravilhoso mundo de

mr.pickwick!! :)




~

Maria José disse...

Recordei que houve tempos que parecem agora produções cinéfilas, quando foram realidade palpável e nao invenções ou teatralidades. Houve tempos ricos de coisas que não mais povoam senão o imaginário que lembra sensações de outrora. Recordei vidas.

Desambientado disse...

Sabe tão bem recordar o passado. Pois sou de uma terra onde a economia era verdadeiramente sustentavel: os vizinhos trocavam os géneros que produziam, como num sociedade tribal.
Não havia circo, quando havia eram as próprias pessoas da aldeia que o faziam: especialmente de palhaços. Todos nos ríamos com as piadas pouco rebuscadas de cada um.
O futuro, não tinham Pc, Ipod, playstations, etc, porque o presente só tinha berlindes, aros e boizinhos de pau.

É nostalgica a tua escrita, todavia, humorada.

Bom fim de semana.

Paula Crespo disse...

Na minha infância, os rapazes fabricavam carros de madeira e neles desciam a rua inclinada, a toda a velocidade. Hoje em dia já não se brinca assim. A rua deu lugar aos écrans e as coisas simples à sofisticação da tecnologia. A insegurança (ou, pelo menos, a ideia de que ela possa existir) fechou-nos intramuros, aos adultos e às crianças.

eTerNamenTeLu disse...

Ola querido Oliver,
Como sempre, este teu texto está fabuloso...
enquanto ia lendo,ao mesmo tempo, ia fazendo uma retrospectiva de tempos vividos que parecem tão longínquos na minha memória.Tens uma memória prodigiosa,eu não consigo me lembrar tão detalhadamente das coisas...lembro sobretudo dos aromas, dos lugares,da luz e das emoções vividas em determinado momento...a memória é um de nossos melhores dons naturais,não concordas comigo?
Querido Oliver hoje venho despedir-me...deixo-te um beijo carinhoso e um abraço pleno de toda a minha amizade...creio que só tu conseguiste,mesmo de longe,ver de facto quem eu sou,por isso ganhaste a minha amizade.Continuarei a visitar-te e desejo-te toda as maiores felicidades na tua vida pessoal e profissional.

Até sempre,

Lu

Oliver Pickwick disse...

Querida Lu,

Não costumo responder aqui, mas constatei que o seu blog, agora, é história. O que eu lamento sinceramente, assim como, acredito, o fazem todas as outras pessoas que o visitavam. Agradeço-lhe pelos momentos especiais que há muito as leituras dos seus textos me proporcionaram.
Desejo-lhe a mesma sorte, na expectativa de que em breve voltará com um novo espaço repleto da delicadeza e da doçura de sempre.
Beijos, querida amiga!

su disse...

Adorei esta viagem que nos fazes fazer ao passado do teu mundo. deliciamo-nos com as tuas palavras e nos lábios, no final, fica-nos o gosto de um sorriso. Então, vamos por partes (à laia do Jack, o Estripador!):
Não conhecia esse género de actividade dos meninos à espera de ganhar mais uns trocos. Depois, a lição de moral do teu pai certíssima e que bem aplicada seria a alguns (ou muitos!) governantes de hoje em dia: pensar no próximo não deve estar no programa político deles.
E a canção?! DELICIOSA! AMEI!
Um beijinho bem grande...
É verdade, deixei-te um desafio lá na Teia...é sobre palavras. Não sei se responderás...seja como for, considera-te desafiado!
Bom fim-de-semana.

SILÊNCIO CULPADO disse...

Oliver
Você é um homem multifacetado que, desde cineasta a olho vivo para negócio, passa por tudo um pouco. Especialmente por essa maravilhosa capacidade de descrever ao pormenor as cenas mais triviais tornando-as únicas.
Um beijinho

Blue Velvet disse...

Querido Oliver,
razões de saúde impediram-me de vir pontualmente comentar o seu post.
Ainda o li, mas não deu para comentar.
Mesmo que muitos de nós tivessem a fortuna de ter as memórias de infância que você tem, decerto não teriam o seu talento para as transformar nestas histórias, ricas de pormenores desconhecidos para a maior parte de nós e cheias de ritmo e colorido.
Quase pensei que os meninos e os palhaços iam saltar do écran para a minha sala.
Só não entendi uma coisa:
O palhaço roubava as mulheres?
Ah, já sei, a resposta vem na 2ª parte...GRRRRRRRRRRRRRR
Beijinhos e veludinhos

Carol Barcellos disse...

Seu pai, além de ter um modo equilibrado de tomar uma decisão, ainda sabia muito bem como manter paz no casamento. Mas gosto de pensar que, na sua ausência, ele flaou sinceramente o que pensava para sua mãe, e falou que sua tia devia usar a língua como edredom no inverno, de tão grande que era. Onde já se viu? Mesmo que vc não pudesse continuar com a atividade para não tirar a oportunidade de outros, merecia um belo elogio pelo espírito empreendedor, com certeza. Conheço muitos homens que já passam dos trinta, e ainda não tem o que vc tinha quando nem era ainda adolescente...
Aguardo ansiosa a segunda parte!

Beijo-te, doce menino...

P.S. Achei muito legal vc ter aparecido por aqui por um motivo especial, o fim de um blog. Fico um tiquinho triste quando isso acontece, mas a vida é mais feita de perdas que ganhos, não é mesmo? O tempo, que nos leva embora tantos momentos, que o diga...

Leonor disse...

descobri que "campanha" de de circo é igual aí e aqui... tb me lembro da alegria de ver o palhaço a gritar pelas ruas, mas da letra, confesso, nem desconfio...
boa memória a sua, caro Oliver
bom fim de semana

manuela disse...

Oi Oliver, tudo bem??

Sim aquela foto é de um Restaurante-bar e casa de fados.
É lindíssima não??

Vou dizer um segredo nunca fui a uma casa de fados, apesar de ter um pai fadista nunca fui, a minha mãe já e viu o meu pai cantar mas eu não, que miséria de vida não?
Beijinho

Manuela

gabriela r martins disse...

uma outra narrativa
um valer a pena
ler.te

guardar

estórias
que
são
a tua
história


.
.

rebuscar
.te
ao longo
da semana
é
ainda
muito
bom


.
um beijo ,O

Myself disse...

Aguardo impacientemente a parte 2, como quem interrompe a leitura de um livro de que muito goste.
Fantástica narrativa.
Beijo e bom domingo.

Kênia Garcia disse...

Eu fui ao circo duas vezes. Me lembrei agora como se fosse ontem, a gente quando criança se delicia ainda mais com esta magia. Também moro no interior, e sei como pequenos eventos se transformam em grandes eventos em cidades de pequenos porte e, em corações um tanto inocentes e desconhecidos do mundo ao redor.

Aguardando a próxima parte.

Abraço!

Maria Laura disse...

Memórias desse menino "levado da breca" que você não deixou de ser, claro. Mas estou curiosa: que tem isto a ver com o Fu Manchu??? Ah, aguardo os próximos capítulos, claro!

Germano V. Xavier disse...

Meu caríssimo, Pickwick...

Parece que vivenciamos essa mesma percela de nossa infante existência! Você acaba de ler minha vida dos 8 aos 14 anos, diria. A única divergência foi eu não ter a maravilhosa idéia de construir um carrinho-de-mão. Mas era eu o responsável de carregar num bocapil, aqueles cestos de palha, as compras da feirinha do sábado que mãe fazia. Era sagrado e sempre ganhava um tostão pra comprar picolé e jujuba. Depois passei a comprar carrinhos de 1 real com o dinheiro que ganahva de minha mãe. Fiz uma coleção de quase 30 carrinhos.

Muito obrigado por me fazer brotar reminiscências tão saudáveis da minha vida. Parbéns pelo texto, meu caro.

Seu fiel leitor, Germano.

Um forte abraço... Força, sempre!

Apareça!
www.clubedecarteado.blogspot.com

anad disse...

Você é especial.
A sua escrita cheira a Brasil abençoado por Deus. Que beleza.
Vou voltar.
Anad

BANDEIRAS disse...

Bom dia,

Por favor, continue escrevendo sempre assim, para o nosso entretenimento.
bjs

pin gente disse...

seu "gato ruço de mau pêlo"...
eheh... levado da breca

aproveitou até ao último tostão todas as brincadeiras

deliciosa, como sempre, a sua meninice
abraço

TOOP disse...

ótima narrativa! Cheia de detalhes e muito envolvente!
...
Muito engraçada a canção no final, só para um toque a mais.
;)

Claudinha disse...

Oliver, amigo querido!!! A maneira com que narra os fatos me encanta! Conheço estas frases com um pouquinho de diferença. Deliciosa a sua história, crianças vêm tudo com muito mais simplicidade, sabem viver e se virar... É sempre muito bom voltar à infância, melhor ainda eternizá-la também na blogosfera...
Um beijo!

Fátima disse...

Amigo,

Texto cheio de vivências e recordações, fiquei presa na leitura. Quero a parte 2!

:-) beijinhos

nuvem disse...

Preciso de um Domingo para te ler! Estes textos são enormes hehehe :) Mas valem a pena.

MIl beijos

Tony disse...

Estaremos aqui semana que vem!

e porque será q sempre tem uma fofoqueira / boca aberta na nossa familia?!?!

abraços!

Outonodesconhecido disse...

Coo sempre o teu psot é de uma imaginação espectacular.
Aguardo a parte II
Boa semana

Menina_marota disse...

Ser criança é... o que eu sinto ao ler-te neste momento, vogando nas minhas próprias lembranças...

Um abraço ;)

isabel victor disse...

Oliver, és o herdeiro da coroa

do reino da escrita
do principado da leveza

do sítio da imaginação !


Gosto de passar por aqui ...


iv

herético disse...

tal pai, tal filho!... de olhos azuis. claro!

perdeu-se um economista? ganhamos o escritor. e a comoção subtil de te ler. hoje...

abraços

lua prateada disse...

Obrigada pelos parabéns Oliver...
E ...mas que grande escritor está ai dentro de ti amigo prabéns a ti!
Uma semana maravilhosa para ti
Beijinho prateado com carinho
SOL

Grace Olsson disse...

meu querido,
ja escrevi varios comentarios e dar erro.
Seu post lembra a fase de minha meninice qando minha mae ia às feiras e voltava com a felicidade estampada no rosto.
Não vou escrever muito pois aqui a internet é lenta.E cai sempre
Beijocas dos confins da África, na fronteira com o Malawi
dias felizes

manuela disse...

Oliver, amigo, quando quiser já pode ir beber o tal Porto.
Só é pena ser virtual.
Se o Oliver estivesse cá leváva-o a beber o verdadeiro vinho do Porto em terras beirãs junto ao rio Douro, paisagem magnífica.
E comia uns peixinhos do rio que se fazem por lá.
Ui, Ui.

Xauzinho fique com água na boca, eheheh

Beijo

Manuela

AURORA ( LOLA ) disse...

Mais uma vez, maravilhoso as suas historias.
Que me "agarra" a uma leitura imediata seguida de uma reflexão sobre as suas pripécias de criança...adorei a tua história e voltarei para a parte dois.





Querooooooooooo a parte 2!




bjs

São disse...

Meu querido amigo do outro lado do oceano, hoje ficámos mais próximos porque me fez recordar desse andarilho de pernas de pau a anunciar o circo e que também eu vi passar pelas ruas de minha povoação...
Obrigada por estes momentos de uma nostalgia sem amargura!!
Semana feliz!

Isabel disse...

Em boa hora aqui cheguei.
Hora feliz esta de te descobrir.
Deliciei-me a ler-te.
Gosto de ler nas palavras o que é, o que sente, o que pensa quem as escreve.
Há quem pense que é sempre ou quase sempre assim mas não é verdade.
As palavras valem só por si, mas valem mais quando são um bonito reflexo de quem as escreve.
Gostava que a maioria dos políticos te lesse, acredito como tu que com imaginação, dom e até alguma lata à de facto sempre uma maneira honesta de amealhar alguns cobres.

Escritas à parte gostei de saber de onde és, daqui por dois meses mudo-me desta grande cidade que é Lisboa para a pequenina Arraial d’Ajuda aí na Bahia.
Tive esse ímpeto assim que lá fui a primeira vez, em Junho, depois cresceu em mim e demorou pouco a ganhar a coragem e largar tudo para partir de vez.
Senti logo que aquele era o meu lugar agora é só esperar que estes 60 dias passem correndo.
É bom largar tudo e partir para uma aventura apenas com as certezas que nos dá o coração e esta estranha alma minha.

Até breve.

Isabel

Sr do Vale disse...

Eu ia esperar a 2ª parte, mas não consegui resistir.

Caracas Oliver, o que essa velha linguaruda, tinha que dar com a língua nos dentes. É meu caro, ganhar a vida honestamente tem seus percalços.

Nós aqui chamávamos de carreto, o transporte utilizado na feira, era feito de madeira e quatro rolimãs, mas realmente só os mais pobrezinhos é que o utilizavam para ganhar alguns cruzeiros.

Abraços.

JOE ANT disse...

Palavras para quê!!!
Você é um contista "de mão cheia".
Estou sempre pronto para reler.
Agradecido pelos seus comentários aos meus posts.
Uma semana do melhor e também
"boa música, sobretudo muito frevo"
Sempre a considerá-lo.
José

Olá!! disse...

Divino, querido Oliver...
Uma boa semana para ti e um beijo grandeeeeeeeeeeee

Olá!! disse...

Não entendi se o meu comentário entrou ou não... coisa estranha, apareceu aqui uma tartaruga e fugiu com as palavras ;))))

Divino, lindo, um encanto de ler...
Beijos Oliver e boa semana

Lee Holloway disse...

Belo texto, Dr. Pickwick!

Queria ter uma memória como a sua, viu? Acho que nós, com essa vida moderna que levamos, perdemos muito das coisas simples da vida...

Bem, estou precisando da ajuda do Dr. Ludovico em mais um caso. Dê uma passada lá no Pára-Raio!

Beijos!

Fátima disse...

Amigo,

Já dá para ver o vídeo no meu cantinho, não sei o que se passou!

:-) Beijos

Julia Dietrich disse...

Meu querido e não tão idoso Matusalém (rs...),
que delícia de texto. Novamente uma ida ao passado não tão distante. Embora eu seja relativamente nova, (tenho QUASE 23), fiquei a me deliciar com um tempo que não vivi. Mas, me lembro claramente do vendedor de algodão-doce e da sua buzina, das ruas de paralelepípedos e de ler Monteiro Lobato.
É duro ser saudosista, mas hemos de agraciar o passado, não? Os tempos idos são também partes de nós...
E sua suposta pilantragem foi o começo de você. Disso tenho a certeza: um grande coração, encantador de velhinhas...rs :) E de jovenzinhas tb!
Abraços amigo!

Gerlane disse...

Meu querido amigo Oliver,

Teus últimos textos têm mexido com minhas emoções, pois só quem vivenciou a infância em cidade de interior, sabe o quanto são preciosas essas recordações.
Os meninos que ganham uns "trocados" carregando as compras em carro-de-mão ainda existem, até aqueles que ainda o fazem com carros construídos com pedaços de caixotes jogados no lixo por comerciantes.
E, era uma festança a chegada de um circo à cidade.Até a sua ida, não se falava em outra coisa, e como eu costumava correr ao ouvir ao longe essa musiquinha cantada pelo palhaço "perna-de-pau" e acompanhada pela criançada da classe "menos favorecida". E eu, como menina, só podia ficar de espectadora mesmo.

Maravilhoso teu texto! Principalmente, pela expressividade das lembranças.

Beijos pra ti!

anad disse...

Olhe eu uma vez escrevi um texto sobre estas memórias. Como o tempo é voraz, chama-se a isto desenvol-
vimento. Os lugares de convívio vão desaparecendo, e as pessoas fecham-se nos seus casulos de betão.
Obrigada pelo seu texto
Anad

Å®t Øf £övë disse...

Pickwick,
Muito interessantes este regresso ao passado da juventude. Com este teu relato dá para ter bem a noção de como os tempos mudaram. Só não sei se para melhor, se para pior. A verdade é que na minha opinião, com toda a tecnologia que esta juventude agora possui, e da forma intensa como vive, acabam por não ser tão felizes, porque as tentações, e a oferta é tanta, que acabam por nunca se contentarem com nada.
Abraço.

FINA FLOR disse...

boa semana para você, querido!

beijos

MM.

Teté disse...

ADOREI! Não só a história que é deliciosa, mas o modo como a contas, relembrando esses tempos, nem tão distantes assim, de meninice...

E pronto, também aprendi o que é "gritar o palhaço", fico à espera de saber o que significa "vender cotias" e porque deste esse título a este texto... :)

Jinhos e boa semana para ti também!

casa de passe disse...

Como nos deliciamos com este tipo de texto, nas nossas horas vagas!

Quando te apetecer vem visitar-nos. Servimos-te um licorzinho enquanto nos contas mais histórias

Loulou e Nini

casa de passe disse...

Como nos deliciamos com este tipo de texto, nas nossas horas vagas!

Quando te apetecer vem visitar-nos. Servimos-te um licorzinho enquanto nos contas mais histórias

Loulou e Nini

casa de passe disse...

as histórias são do que mais nos entretem nas horas vagas.

Loulou e Nini

Lampejos disse...

Olivier,


Tenho vontade de fazer das lembranças da infância a melhor parte de mim.

(a)braços e flores :)

Diva disse...

Extupendo!!! M'bora la continuar.
Bjs meus

Dani Abadie disse...

Grata pela visita vim lhe retribuir a passagem.. :)
Ótima semana pra ti..


;D

Rosamaria disse...

Estava viajando, sem internet e ansiosa por vir aqui desde sexta-feira. Vistes como deixas a gente? Tenho que desfazer as malas, ir ao mercado, acertar contas, mas como, sem ler teu post antes?

Adorei como sempre!
Bjim, cosquirídia, e boa semana.

Bruxinhachellot disse...

Fiz uma longa viajem ao passado com a sua postagem. Essa poesia do palhaço é muito divertida.

Beijos de Nova.

* hemisfério norte disse...

vc é um génio na escrita...
venha de lá a parte 2
:)
PARABÉNS
bjs
a.

Maria Borboleta disse...

Querido oliver,li a tua resposta à minha "despedida",gosto de saber que tenho um amigo desse lado do oceano...como eu digo às vezes " o mundo é pequeno e redondo"...e nesse sentido cá estou eu de novo...transformada em borboleta, porque a primavera esta aí(aqui) e eu adoro as suas cores,os seus sons, o cheiro e a magia que ela nos traz....
tenho um convite a fazer-te,mas não sei de que forma o poderei fazer chegar a ti senão desta...será pedir muito que pegues o meu endereço no meu perfil e me envies um contacto para onde eu possa enviar o convite?
Fico à espera da resposta....beijinhos e continuação de boa semana.

M. disse...

Adorei! E pergunto: porquê Fu Manchu lá em cima?

Pedra Filosofal disse...

E através das tuas lembranças todos viajamos no tempo. Até aquele tempo não muito distante em que os computadores quase não existiam e em que as crianças podiam brincar sozinhas na rua. Bateu a saudade

Alma Nova disse...

Sabes o que te digo? Continua a escrever. Consegues transportar-nos ao tempo da infância nessas memórias tão vivas quanto reais de um passado ainda não tão longínquo que tenha ficado esquecido, quando as crianças ainda eram livres...

Chama Violeta disse...

HAHAHAHA!!!! Agora meu miguito ficas a me puxar a orelha é?
Calma, ainda temos uns dias até o fim de fevereiro.É o tempo amigo: trabalho, cursos, etc...Mas não esqueço do blog não e nem do teu...Sempre estou cá a ler-te!
Jinhos e volta sempre!!!

O Sibarita disse...

É isso, as lembranças da infância contadas em riquezas de detalhes...

Mas, lhe digo, se você por uma dessas casualidades da vida morasse em Salvador, resguardando, é claro o bairro que no caso o seu seria digamos o de Roma, Baixa do Bonfim, Ribeira ou Boa Viagem aqui na Cidade Baixa por ser de famílias abastadas na época seria meu concorrente no ramo de empresário do transporte de sacolas de compras das madames na feirinha do Bonfim, só que eu, tinha meu carrinho feito de madeira que pegava mais sacolas, pô! kkkk

Eu precisava de um concorrente à altura, percebo, pelo seu relato que você seria o ideal, me faria crescer no ramo.

Sabe como é, só crescemos com concorrentes e oi que meus zóios são castanhos... kkkk

O Circo, sim, o Circo! kkk E olhe nós de novo nos batendo! kkk

Ai, como aqui, ocorria à mesma coisa do palhaço perna de pau sair gritando e a criançada respondendo, era demais!

Só que no nosso caso para ganhar ingressos do circo virávamos "rasga-lona ou "mata-cachorro" lembra-se? kkkkkkk

Bons tempos aqueles...

Engraçado como alguns dos seus contos, histórias se batem com a minha infância, muito bacana mesmo!

Eu vibro com essas lembranças...

abraços,
O Sibarita

cosmic girl disse...

hahaha é tão bom regressar à infância e recordar com um sorriso no rosto aquilo nos nos ficou na memória e que não esqueceremos nunca!
adoro visitar este blog!
beijos

Andreia do Flautim disse...

Olá!

Uma boa semana para ti!

Ana disse...

A magia de ser criança e a doçura do campo.

Êêêêeeeee;)

Ana disse...

Grande Olivier;)



Beijo

vsuzano disse...

mas isto caminha para qualquer dia voltarmos às feiras e à merceearia....

gostei mesmo de ler

abraço

rui disse...

Olá Oliver

Meu amigo, tenho andado arredado do teu cantinho, mas hoje voltei!
É essa forma de escrever tão cativante, que nos prende do princípio ao fim, que nos faz sempre voltar!
Você é um caso sério na literatura!
Já existe material suficiente para um livro de contos!

Deixo um grande abraço

manuela disse...

Oliver, cá está a chata outra vez...
Tem um miminho lá no Simplesmente.
Se quiser vá lá ver.
Beijo

Manuela

Isabel disse...

Oliver em boa hora apareceste cá no meu cantinho.
Acabei de pedir a demissão do meu emprego e aqui estava sonhando com a Bahia.
É bom saber que ainda vais de vez em quando a Arraial d'Ajuda, apartir do fim de abril quando lá fores não te esqueças de avisar.
Até lá vou vindo visitar-te aqui e espero que continues a visitar-me também.

Um grande beijinho

Isabel

maria josé quintela disse...

o que eu aprendo neste reino!

.

que infância maravilhosa!


um beijo.

São disse...

Vim saber da continuação...mas nada!
Fique bem amigo desse lado de lá do oceano.

O Sentir dos sentidos disse...

Senhor Menino Oliver...

Este seu escrito em particular é de uma beleza e riqueza tão grande, que fico sem saber mesmo o que escrever hoje...;Pois não é que muitas vezes acontece o inesperado de quando fazemos uma leitura?...Vim com a certeza de sorrir, mas não consegui...tem uma coisinha aqui em meus olhos que teima em querer cair...ooppsss...não vou deixar cair não; Voce querido só mereçe mesmo sorrisos e alegria sempre.Ah! que coisa boa ter voce aqui para a gente colher bons e caros e finos frutos.

Obrigado por sua constante companhia...e gentileza em cada visita.

Aguardo a 2 parte...COM ALEGRIA!

Beijo,

Ps:Flores para seu Pai e para sua Mãe...por tudo...EXEMPLO RARO.

*.Giulia Perotti.* disse...

Olá! Primeiramente agradeço o carinho em meu blog...

Mas falando do seu texto... Memórias íncriveis... parecia que era eu ali na feira ajudando as senhoras, ou tomando a bronca com os olhos fixos azuis do pai, atrás do palhaço cantando músicas para ir de graça para o circo ou até tomando banho com as mãos pra cima e inclinadas para não molhar... risos!!

Adorei... Não sou desta época, mas uma história muito interessante...

Os tempos mudam não é mesmo? Modos e culturas mudam demais...

Bom adorei, parabéns!!

Beijos

Clarissa Barth disse...

Prezado amigo, obrigada pelos comentários divertidos sobre o risoto! Tens razão, meu marido (que é psicólogo) já está encaminhando este risoto para uma terapia rápida. Não sei se ele sobreviverá (o risoto...). Bom, conforme combinamos, catei a receita de ambrosia da minha bisavó e mais uma outra, está lá publicado para a sua degustação! Espero que goste. Um beijo desta amiga cozinheira.

paula disse...

Oliver,
Ando com tão pouco tempo para visitar os meus blogues preferidos e já tinha saudades de cá vir ao teu. Fiquei desde logo aliviada por não seres nenhum matusalém ;).
De resto, acho que invejo a tua magnífica memoria.
Beijinho

Å®t Øf £övë disse...

Ups... esqueci-me que ainda não era sexta-feira.
Abraço, Pickwick.

RedLightSpecial disse...

Muito ternurento este teu post, as recordações de infância que nos trazes têm sempre esse toque doce, apesar das lições a tirar das mesmas, apesar de nem sempre tudo ser perfeito. Afinal, a vida é assim mesmo.
beijos para ti pickwick!

f@ disse...

Mto bonito texto... Parabéns pelo blog e pela forma como diz e vê as coisas do mundo e da vida... Adorei a forma de divulgação do circo, e todas as outras pequenas grandes coisas...
Bj

carla granja disse...

OLÁ MEU AMIGO! GOSTO DE LER AS TUAS HISTORIAS E SONHAR COM ELAS :) FICO A IMAGINAR COMO ERAM AS COISAS TAO DIFERENTES DE HJE EM DIA :) FICO A SONHAR E A ME IMAGINAR DENTRO DAS TUAS HISTORIAS :) SE KISERES PASSA POR CÁ K HJE É O PENULTIMO POEMA K DEIXO
BJO TE ADORO
CARLA GRANJA

Casemiro dos Plásticos disse...

Mais uma bela história, gostei de ler e então com a chuva a cair neste momento ainda melhor.
obrigado pelo momento.
abraço.

O Sibarita disse...

Caro Oliver, obrigado pela palavras bondosas, muito gratificante! Embora, eu não me ache, como sabes, poeta. Sou apenasmente um escrevinhador.

Tens razão, de novembro para cá por conta da eufória do final do ano encorpei nas escritas o espírito do verdadeiro Sibarita com versos sensuais.

Seu coração é muito generoso ao comparar meus humildes escritos de antes de novembro com o período Helenístico, no caso, o de Epicuro de Samos o grande filósofo grego.

E quem sabe você não seja Lucrécio me divulgando? kkkkk

Bom, na outra vértice o históricismo romântico de Hegel com o idealismo kantiano e ai mais uma vez aflora a sua bondade.

Ai quem me dera escrver como um Drummond ou João Cabral, um dia chego lá!

OBRIGADO MAIS UMA VEZ POR ESTÁS BOAS COMPARAÇÕES!

abraços
O Sibarita

Crítica e denúncia disse...

kkkkkkkkkkkkkk ....acabas por me matar de rir com tuas histórias sérias. Engraçado é que as histórias são sérias mesmo ! Quanta diferença da minha infância ! Tão pobre que tenho mal ao lembrar e como menina nem podia correr atrás do palhaço, nem empurar carrinho na feira. Aliás, acho que nem conheci uma feira, pois nem para comprar na feira minha mãe tinha dinheiro e nunca me levou numa destas. Comprávamos na vendinha no canto da rua.

Devias escrever profissionalmente querido. Estes blogues são passatempo e só servem para nos fazer rir um pouco. Eles não marcarão nosso nome na história e um livro pode fazer isto. Claro que pode não ser isto que tu buscas, mas devias viu?
Abraço forte.
Alda
Desejo-te um bom dia meu amigo.

isabel mendes ferreira disse...

precisaria de umA PLANÍCIE cheia de flores.
para TE agradecer.


o que nos dás.


O que Me tens dado.


espalho beijos.



bom dia.




Obrigada.

parvinha disse...

Boa educação, precisava de reconhecer os produtos como tu(risos)

É claro que os politicos não sabem o que é trabalho honesto, lamento que em Portugal cada vez mais o pequeno comércio seja fechado para dar espaço ás grandes superficies.

Perde-se muito!

Adorei o texto e as mem´rias, fazem-me sonhar.

Desejo-te um bom fim de semana.

Beijos

Grazi Sperotto disse...

Olá querido!
Primeiro quero agradecer os elegios e o carinho... isso faz com que eu venha sempre aqui viajar contigo em tuas lindas histórias. Sempre trazem com elas uma lição, uma mensagem implícita... e esse dom vc tem meu amigo: prender o leitor e deixá-lo babando...de inveja (acredite, uma inveja boa, hehe) de saber usar as palavras certas na hora certa.
Bem, depois de 100 elogios pra ti, o meu só será mais um, mas mesmo assim, quero deixar registrado que vc escreve muito bem, hehe!
Bjinhos

PiresF disse...

Caro Oliver,

Este texto, bem escrito, que decorre duma história que acredito real, tem em si um ensinamento, que não é supérfluo nem dispensável e que o valoriza sobremaneira.
A sabedoria deste pai, do seu pai naquela hora, é de apreciar e relevar. Não me refiro a ele estar obrigatoriamente do lado da sua mãe, isso é coisa que nós homens, cedo ou tarde, acabamos por aprender com custas que ficarão sem acerto, refiro-me sim à verdadeira lição. Que é esta: Por um lado, o espirito empreendedor do filho foi apreciado. Ele certamente percebeu que o filho tinha entendido aquele olhar: “Ego nullam invenio in eo causam.” – “Eu não encontro nele culpa alguma.” que, se não era cúmplice por perto andava e partiu para a lição. Uma lição sobre justiça e responsabilidade que exposta de forma simples e inteligente, para além de contentar as partes em litígio, transmitiu um conceito de sabedoria cívica para o futuro, que deveria ser básico.

Bem, meu caro Oliver Pickwick, isto é só um comentário, continuar agora, levar-me-ia para áreas de reflexão a que falta o tempo para concretizar. Fiquemos então por aqui.

Abraço.

PiresF disse...

PS: Já conhecia o seu blog, tenho-o faz tempo linkado e é meu costume passar por cá, para o ler simplesmente, hoje no entanto, por razão a que não é alheio, comentei.

Mary West disse...

Alguem já disse nos comentarios anteriores que vc já tem material suficiente para um livro de contos. Sério, primeiro lugar no dia do lançamento, ganharei um autografo personalizado? Beijos para vc meu querido ;*

young vapire luke lestat news disse...

Olá caro sr. Olivier tomei a liberdade de vir a seu blog, para convida-lo a entrar no meu.
Postei uma matéria que suponho eu, ser do interesse de toda raça humana.
esta matéria é fruto de pesquisas e conversas pessoais com professores biólogos taxonomista da área de pesquisa avançada da biogenética.
Na realidade sou um matemático,
Resolvi fazer este alerta por ter probabilidade, 0 de estamos errado.
[]s L.Sakssida

SILÊNCIO CULPADO disse...

Oliver
Este blog é um santuário no mundo da imaginação da criança.
Uma espécie de disneylândia cheia de magia onde não faltam os palhaços e aquele sabor misto de irreverência.

Beijinhos

Drica disse...

Lembrar da infância faz bem...e pensar nas "lições" que recebemos nela tbm....é importante, pois hj adultos pensamos q tbm passaremos "lições" adiante....um abraço! :D

Morena disse...

AIIIIIII mtooo bom!!!
Que bom voltar aki!
Desculpa a susencia ta?!?

Bjokas

Taty disse...

Que vida rica não?Ah Oliver, como sinto-me orgulhosa qdo venho no teu blog e leio coisas q não íví mas q ao mesmo tempo sinto q são tão minhas....Teu pai, tua mãe...Joias raras...
E qta nostalgia me trouxe, correr atras do circo...Minha infancia querida que hj revivo nos olhos do meu filho.
Adoro teus escritos! amooooooooooooooooo

SAM disse...

Nossa que delíciaaaaaaaaaa, Oliver! Sempre fui fascinada por circos! E quando via o palhaço pernas-de-pau aff Maria! Sonhava um dia poder me equilibrar da mesma forma. Hoje me contento em equilibrar-me nos saltos dos meus sapatinhos .

Minha mãe, sempre dedicada a filantropia, resolveu um dia ( prá nunca mais) fazer do circo Orlando Orfey um espetáculo benemérito. E, claro, estávamos na primeira fila. De repente na cena do elefante quando ele aproximou-se e levantou a trombinha em direção a minha mãe. Ela de um salto saiu correndo e gritando hahahahaha. Imagina a cena! Pois é, amigo.

* Receio que esteja com alguma maldição ou urucubaca. Se não melhorar vou procurar algum terreiro baiano. Não que falte aqui no Rio ou que seja metida. Mas a Bahia tem tradição.

Beijos e maravilhoso fim de semana!

Lampejos disse...

Olivier,

Sempre aqui, querido.
Tuas palavras me fazem bem!


.......


(a)braços e flores :)

Lúcia disse...

Mr. Pickwick!

Bom vê-lo outra vez meu caro e precoce empreendedor!
Como vão as coisas no condado e como vai o cão Twist?
Enfim tenho internet em casa outra vez e poderei me dar ao luxo de fazer visitas mais freqüentes...

E esse seu texto me deixou ainda mais nostálgica do que realmente ando...! Conhecia só algumas partes dessa "marchinha" do palhaço, é a primeira vez que a vejo assim inteira. E adoraria ter feito parte da turma que seguia com eles pelas ruas, ganhando no fim uma marca no braço que eu cuidaria pra que água nenhuma chegasse perto até a hora do espetáculo...!

E como andam as composições flamencas? E as de jazz?

Apareça qualquer dia pra uma taça de Sangria!

Beijos

Filoxera disse...

Muito bom, mais este relato. Sentido de humor, capacidade narrativa, memória viva, enfim, tudo óptimo.
Quanto às fotos do Escrito a Quente, no dia 16 Novembro já tinha publicado umas parecidas, mas em tons mais quentes; se puder, não deixe de vê-las. São mais bonitas.
Respondi ao seu comentário no Com Pratos e Bolos.
beijos.

malukinha d'arroios disse...

olivier,


voce um querido, sem desprimor, para os outros senhores que me visitam, ai meu deus... nao é era bem isto que eu queria dizer...

para os outros senhores que me lêm ou fingem que lêm, voce é mesmo um cara querido...

depois o maluquinha querida... bem voce é um querido já disse.

desta vez não li o dr.fu man chu, mas talvez ainda passe por aqui...

um grande abraço

Rodrigues Bomfim disse...

Amigo Oliver..Em minha primeira visita, gostei dos textos que li, muito bom mesmo, textos muito bem escritos..parabéns pelo blog.

Um bom abraço, e bom FDS.
Rodrigues

Madalena Barranco disse...

Querido Oliver, suas crônicas são mesmo longas? Duvido... Para mim são curtinhas, pois quando descubro que cheguei ao final, eu fico querendo mais! Adorei a canção do palhaço e da criançada e fiquei aqui imaginando o Oliver-menino no ramo de transportes de carrinhos de feiras livres – hehehe! Beijos e agora vou à 2ª parte.

Olhos de Mel disse...

Oie lindinho! Bom poder estar de volta! E felizmente pra ler tão maravilhosa história. Sei que faz parte de sua história, afinal, morei também no interior, (Sto. Amaro,) e sei que era assim mesmo. Ainda hoje, esses meninos fazem o mesmo.
Adoro seu jeito de contar, de escrever...
Beijos

GarçaReal disse...

Perco-me na leitura dos teus textos.
Às vezes por falta de tempo nem sempre venho o que é lamentável.
Adorei o teu transporte de mercadorias , essa tua alma empresarial :)
Adorei a parte com o palhaço para apanhar uma entrada.

Tens uma infância rica e sabes descrevê-la como ninguém.
Adorei

Bjgrande lá do meu lago

GarçaReal disse...

Acho que estás no lago e eu aqui em simultâneo....

:)

bjgrande de lá

jo disse...

Caro Pickwick,
O nome é inglês, o nascimento é brasileiro a escrita é digna dum EÇA, um dos maiores escritores portugueses. Que boa e agradável surpresa ver como alguém do lado de lá do oceano fala a minha língua melhor - mas muitissimo melhor - que os meus compatriotas.
Um abraço levado pela brisa do atlântico.

Ju disse...

caraca, que texto delicioso de ler!
escreves muito bem!!! e que bons tempos em que a infância era "gritar palhaços!"
beijos, BEIJOS!

malukinha d'arroios disse...

olivier,

o que queria dizer, é que fui ao seu blog, e confessei que não tinha lido, dei apenas uma olhada...

e tbem que era a unica pessoa, que me tratava, por malukinha querida, algumas pessoas, não conseguem tratar-te pelo nick que eu optei, mas voce fá-lo, mas de uma forma carinhosa.

Deve ser um ser humano muito bom, acho eu... e agradeço por isso.

um abraço

A Luz A Sombra disse...

Mas será que as mulheres gostam de ser roubadas por palhaços?...
Ricos ou pobres?...
Se alguém me responder depois digo-lhes o que penso.
Bom fim de semana
A Luz A Sombra